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Em função das graves acusações de agressão a mulheres, estupros, injúria e difamação advogado corre risco de perder registro na OAB MT

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Súmula publicada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no ano de 2019 pode complicar a permanência de Cleverson Contó no quadro de membros da Seccional Mato Grosso.

A norma estabelece como conduta de inidoneidade moral a violência contra mulheres. Ao agressor, fica caracterizado impedimento de inscrição nos quadros da OAB.

Contó está sendo acusado pela prática de ameaça, injúria, estupro, denunciação caluniosa e  difamação. Aproximadamente 15 supostas  vitimas já se manifestaram na Delegacia especializada.

Em decisão recente, do dia 16 de setembro, o juiz Jamilson Haddad Campos, da Vara Especializada de Violência Doméstica de Cuiabá, proibiu o que o advogado Cleverson Contó se aproxime (menos de 500 metros) da empresária Mariana Vidotto, uma das denunciantes.

Na decisão do juiz Jamilson Haddad, há ainda proibição de contato com Vidotto e familiares da vítima, por qualquer meio de comunicação. O acusado também está proibido de frequentar o trabalho da empresária.

Como forma de defesa, Contó representou criminalmente, por tentativa de extorsão e difamação, duass ex-companheiras que o acusam de violência doméstica. A representação  foi encaminhada à Delegacia Especializa de Violência Doméstica de Cuiabá. Documento é assinado pelo também advogado Eduardo Mahon.

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A presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada, Daniela Borges, afirmou que a prática de agressão contra mulheres, se confirmadas, pode resultar na perda da inscrição de Contó na instituição.

 

Otavio Ventureli(da redação com assessorias)

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Servidores do IFMT de Campos Novo do Parecis MT supostamente envolvidos em roubalheira e candidata a vereadora são afastados

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Os servidores do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) em Campo Novo dos Parecis MT, supostamente envolvidos em roubalheira que ainda está sendo  investigada pela Polícia Federal a partir da operação Circumitus, por desvios de recursos públicos, foram afastados das ativadades.

A instituição informou o afastamento nesta segunda-feira (26). Após a medida, um procedimento administrativo foi aberto para apurar o caso.

Conforme a Polícia Federal se trata de um esquema criminoso de fraudes e desvio de recursos públicos no instituto nas áreas da educação e infraestrutura. O valor desviado seria de aproximadamente R$ 4,8 milhões.

Além dos servidores, a candidata a vereadora pelo Municipio, Samila Dalva de Jesus Silva(em destaque na foto), também está sendo investigada. A Controladoria Geral havia identificado pagamentos de notas fiscais de um possível fornecimento de gêneros alimentícios no mês de janeiro deste ano para alimentação escolar, sendo que neste período os alunos estavam em período de férias escolares.

Foi constatado ainda que outros produtos também não foram entregues pelas empresas contratadas, porém foram pagos integralmente, causando um prejuízo de R$ 127 mil.

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O contrato de manutenção preventiva da infraestrutura do campus também foi vistoriado e apresentou indícios de irregularidades. Os servidores públicos estariam exercendo pressão sobre responsáveis pela fiscalização de contratos para liquidação e pagamento de notas fiscais, muitas vezes sem que se verificassem a execução completa do respectivo serviço ou fornecimento de material.

A instituição reforçou ainda o combate à corrupção e que está cooperando com as investigações. As denúncias também estão sendo apuradas pela Corregedoria do IFMT. Convém salientar que  corrupção e roubalheira de dinheiro público se combate com cadeia. Colocar por longos anos na “cheirosa” os responsáveis por tanta ladroagem no País. Ninguém aguenta mais tanto cinismo.

“O IFMT e a equipe do Campus Campo Novo do Parecis estiveram e estão à disposição das autoridades para colaborar com as investigações, e reafirmam o  seu compromisso com o combate à corrupção e respeito à transparência, à legalidade e à lisura nas suas contratações, que estão disponíveis para consulta da comunidade”, diz trecho da nota da instituição.

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Otavio Ventureli(da redação)

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