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Empresário brasileiro Abílio Diniz um dos donos do Carrefour se pronuncia sobre o brutal assassinato de João Alberto em uma de suas lojas

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O empresário brasileiro, Abílio Diniz(foto), terceiro maior acionista do Carrefour global (dono de 10% das ações com direito a voto) e integrante do conselho de administração da empresa na França, se pronunciou na tarde desta sexta-deira(20)  sobre o assasinato de João Alberto Freitas ocorrido na quinta-feira(19)  dentro de uma filial do Carrefour em Porto Alegre.

Em quatro tuítes que postou, Abílio se disse “profundamente triste e indignado” com a barbárie em sua Empresa:

—  O que aconteceu em Porto Alegre ontem foi terrível e me deixou profundamente triste e indignado. Minha solidariedade e orações à família de João Alberto Silveira Freitas. Sua morte é uma tragédia e uma enorme brutalidade. O racismo é execrável e inaceitável e devemos combatê-lo sempre, com toda a força. Dezenas de milhões de brasileiros enfrentam diariamente agressões e enormes dificuldades por conta do racismo, e nosso país não vai avançar de verdade sem que isso seja endereçado de forma efetiva.Como acionista e conselheiro do Carrefour, pedi à empresa que não meça esforços e trabalhe incansavelmente para que fatos trágicos como este jamais se repitam no Brasil. E mais, que o Carrefour se organize para ser um agente transformador na luta contra o racismo estrutural no Brasil e no mundo.

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Alexandre Bompard, presidente e um dos donos do Carrefour na França, também se pronunciou via Twitter:

— Em primeiro lugar, gostaria de expressar meus profundos sentimentos, após a morte do senhor João Alberto Silveira Freitas. As imagens postadas nas redes sociais são insuportáveis. Eu pedi para as equipes do Grupo Carrefour Brasil total colaboração com a Justiça e autoridades para que esse os fatos deste ato horrível sejam trazidos à luz. Medidas internas foram imediatamente tomadas pelo Grupo Carrefour Brasil, principalmente em relação à empresa de segurança contratada. Essas medidas são insuficientes. Meus valores e os valores do Carrefour não compactuam com racismo e violência. Espero que o Grupo Carrefour Brasil se comprometa, além das políticas já implantadas pela empresa.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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Terrorismo: Polícia encontra 10 carros usados pelo terror no ataque a agência do BB em Criciúma; ação de violência traumatizou a Polícia

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Uma quadrilha sitiou o Centro da cidade de Criciúma no Sul de Santa Catarina, para assaltar um banco entre o fim da noite desta segunda-feira (30) e início da madrugada desta terça-feira (1º).

O grupo fortemente armado invadiu a tesouraria regional de um banco, provocou incêndios, bloqueou ruas e acessos à cidade, usou reféns como escudos e atirou várias vezes.

A polícia encontrou 10 carros utilizados pelos criminosos. Os veículos estavam em um milharal em Nova Veneza,  cidade vizinha, e eram de alta potência e grande valor comercial,  segundo o delegado Vitor Bianco.

RASTRO DE VIOLÊNCIA

assalto ao banco entre o fim da noite desta segunda-feira (30) e início da madrugada desta terça-feira (1º) em Criciúma (SC) resultou em incêndios, ruas bloqueadas, dinheiro espalhado pelas ruas e reféns como escudos.

Imagens de carros e imóveis com marcas de tiros e da agência bancária atacada por uma quadrilha fortemente armada mostram um cenário de violência. Os criminosos fugiram, e parte do dinheiro chegou a ficar espalhada pelas ruas.

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FUZIS CAPAZES DE DERRUBAR HELICÓPTERO

O assalto a agência do Banco do Brasil em Criciúma (SC) entre o fim da noite desta segunda-feira (30) e o começo da madrugada desta terça-feira (1º), é inédito no estado de Santa Catarina, pela dimensão e violência, segundo o delegado Anselmo Cruz, titular da Delegacia de Roubos e Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais de Santa Catarina.

O delegado diz que o grupo usou fuzis dc alibres 556 e 762 e .50, capaz de derrubar helicópteros. Os tiros disparados atingiram prédios, estabelecimentos comerciais e o Batalhão da Polícia Militar da cidade. Funcionários da prefeitura foram feitos reféns e colocados sentados no meio da rua para dificultar a ação das autoridades.

Otavio Ventureli(da redação)

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