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Produtor rural Agenor Pelissa é o principal alvo da Operação Insídia do GCCO da PC que apura chacina numa fazenda em União do Sul MT

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O Empresário e produtor rural Agenor Pelissa(foto) é apontado pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, como o principal alvo da Operação Insídia, deflagrada nesta quinta-feira (27), para apurar o desaparecimento de 6 pessoas dentro de sua fazenda, em União do Sul, Mato Grosso.

Agenor também é presidente da Associação dos Beneficiários da Rodovia João Adão Scheeren, em Santa Carmem/União do Sul.

Ao que tudo indica, essas pessoas estão mortas e os corpos foram ocultados com a ajuda de 3 policiais militares, que foram presos ao lado de Agenor. Consta na decisão judicial que autorizou a operação do GCCO, que um dos funcionários da fazenda participaria do crime. Ele foi aliciado pelo grupo a participar do roubo, mas desistiu no dia do crime – 18 de abril.

Ele chegou a delatar o esquema ao patrão, o empresário Agenor, que pediu ajuda aos policiais. “Por isso, solicitou a presença/ajuda do comandante da Polícia Militar de Santa Carmem, Evandro dos Santos, na fazenda na data dos fatos para que fizesse vistoria no local e impedisse o delito. Apesar de negar o que ocorreu em seu imóvel, acortinou-se que está bem informado do que aconteceu, inclusive esteve no local dos fatos ajudando os policiais militares de União do Sul a modificar provas existentes e posteriormente, no intuito de prejudicar as investigações buscou corromper o delegado regional de Sinop, Douglas Turíbio, para servir de mensageiro aos delegados responsáveis pela operação e tentar arquivar o inquérito”, diz o documento.

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Envolvimento dos policiais

Já o comandante Evandro dos Santos é apontado como o suspeito de executar os homicídios e possivelmente ocultar os corpos na fazenda. “Agenor o comunicou um dia antes dos fatos sobre o possível roubo em sua propriedade, solicitando que fizessem a segurança do imóvel, o que de fato foi feito, inclusive com a viatura da própria Polícia Militar”, consta na decisão.

Foi destacado ainda que ‘extratos do GPS do veículo constatou que estiveram na Fazenda Promissão no dia 18/04, no período de 17h até aproximadamente 21h30, quando juntamente com o PM Marçal saíram e passaram também na Fazenda Santa Rita’.

Já o PM Roberto Carlos Cesaro, de Santa Carmem, está morando em Sinop após ser afastado da cidade. Ele já é alvo de outras ações que investigam crimes em fazendas no Norte do Estado, inclusive homicídios. No dia dos fatos, consta que “a prova do seu envolvimento a conexão do seu aparelho de celular no IP da rede da fazenda no dia dos fatos entre às 20h05 e 22h58”, aponta o documento.

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O  delegado regional de Sinop MT, Douglas Turíbio, acabou se envolvendo na situação ao tentar corromper o delegado responsável pela investigação – o nome dele não foi citado.

“Segundo consta ofereceu dinheiro para que houvesse demora na apuração dos fatos. Após o conhecimento da sua participação, foi decretada quebra de sigilo de dados e interceptação telefônica em seus aparelhos celulares, entretanto pelos relatórios finalizados não houve indícios de outros envolvimentos ou contato entre delegado com os investigados”.

A identidade dos 6 desaparecidos não foi informada pela Justiça no documento. Sabe-se, até o momento, que um deles era funcionário da fazenda. O principal indício da morte é que sangue, roupas e documentos das vítimas foram encontradas em carros com marcas de tiros. A investigação segue em andamento.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Servidor público é demitido após ofender professora: “Só pelo fato de eu ter um órgão masculino entre as pernas, já sou melhor que você”

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Um funcionário público da Prefeitura de Goianésia (GO) foi exonerado após um áudio de ele ofendendo uma professora viralizar nas redes sociais.

Na gravação, o então servidor, Rayker Jeorge da Silva Oliveira(foto) diz que, por ser homem, é superior e mais inteligente do que a pedagoga.

“Só pelo fato de eu ter um órgão masculino entre as pernas já sou melhor que você. Entendeu? Só na escala da evolução tenho uma resistência física muito maior, tenho uma inteligência maior e ganho um salário melhor. Então, sou basicamente um deus e você é quem?”, disse o servidor.

Em outra gravação atribuída a Rayker, ele pede desculpas à classe pedagoga, mas justifica que a professora também o ofendeu. “Conforme a discussão avançou, me exaltei um pouco nas palavras e, na tentativa de ofender essa pessoa, ofendi uma classe inteira de profissionais. Peço desculpa a todos os professores e pedagogos. As palavras eram dirigidas a uma pessoa e não a todos os profissionais”, disse.

Rayker tinha cargo comissionado na Prefeitura de Goianésia como Assessor de Apoio Executivo desde 2017, com um salário de R$ 2.547,55. Ele foi exonerado na quinta-feira (24/9), no entanto, o nome dele ainda aparece como servidor ativo no Portal da Transparência do município.

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Em nota, a prefeitura da cidade repudiou o conteúdo dos áudios e disse que reconhece a importância da classe dos professores. “A prefeitura de Goianésia repudia veementemente as declarações presentes em um áudio que circulou fazendo declarações aos profissionais da educação”, diz a nota publicada no Instagram do prefeito da cidade, Renato de Castro.

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