Momento Destaque

ex-Juiz federal e Governador afastado do Rio Wilson Witzel repetia em sua gestão o que já foi feito por Cabral condenado a 294 anos de cadeia

Publicados

em

A PGR afirmou que o esquema comandado por Wilson Witzel é uma reprodução do que já foi feito por Sérgio Cabral, mas não apontou quais indícios, além do que disse o delator Edmar Santos, ex-secretário de Saúde de Witzel, implicariam Cláudio Castro, governador em exercício do estado.

“É notória a similaridade entre a configuração do esquema criminoso narrado por Edmar Santos e aquele apurado nas operações ‘Cadeia Velha’ e ‘Furna da Onça’, mantido, assim, o modus operandi”, afirma a PGR.

Segundo o órgão, em ambos os esquemas, há a centralização do esquema na presidência da Alerj e os ocupantes de cargos mais próximos ao governador têm a responsabilidade de dar cumprimento às suas ordens na “captura do parlamento regional”.

“As tarefas que, sob a gestão de Sérgio Cabral, ficavam a cargo de Luiz Pezão, Wilson Carlos e Affondo Monnerat – respectivamente, vice-governador, secretário de governo e chefe de gabinete – hoje, na gestão Wilson Witzel, são desempenhadas por Cláudio Castro, vice-governador, André Moura, secretário da Casa Civil, e Cleiton Rodrigues”.

Leia Também:  Polícia procura assassinos de um homem de 21 anos morto a tiros na tarde deste domingo(27) no bairro Pioneiro em Lucas do Rio Verde MT

Usando Servidores

Investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal encontraram servidores públicos supervisionando uma obra na residência do governador afastado Wilson Witzel (PSC), de acordo com as investigações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta que há indícios de que o governador tenha usado recursos públicos para fins particulares neste caso

A constatação foi realizada durante o cumprimento de busca e apreensão na Operação Placebo, deflagrada no fim de maio e que mirou pela primeira vez o governador. Um procurador, Sérgio Pinel, registrou nos autos a constatação.

“Certifico que, no dia 26/05/2020, durante o acompanhamento do cumprimento da medida de busca e apreensão, deferida nos autos do pedido de busca e apreensão criminal n. 27/DF, no endereço da residência particular do Governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson José Witzel, local em que supostamente também é endereço do escritório de advocacia de sua esposa, Helena Alves Brandão Witzel, na Rua (…), Rio de Janeiro, constatei que o imóvel estava em obras de reforma, com material de construção depositado na área externa. Identifiquei, ainda, que a obra possivelmente vem sendo acompanhada por servidores do Estado do Rio de Janeiro, sendo o possível coordenador da obra o servidor (…), e a possível arquiteta a servidora (…)”, diz o procurador.

Leia Também:  Campanha Política começa em todo o País e em MT candidatos já colocaram seus respecticos "blocos" nas ruas em busca do precioso voto

 

Otavio Ventureli(com o Globo)

Momento Destaque

Prefeito de municipio de Mato Grosso é preso por agentes do Naco e Gaeco no interior de agência bancária suspeito de receber propina

Publicados

em

O Prefeito de Rondolândia, municipio de Mato Grosso,  Agnaldo Rodrigues de Carvalho foi preso na manhã desta quarta-feira (30) dentro de uma agência bancária, pelo Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco-Criminal), com auxílio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), por suspeita de receber parte dos salários dos médicos que prestavam serviço à Secretaria de Saúde da cidade.

Carvalho já era investigado pela Polícia Civil pelo crime de corrupção e, com base nas provas colhidas no inquérito, o desembargador Marcos Machado, atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, que pediu a prisão preventiva dele.

Além do prefeito, a ex-secretária de Saúde da cidade, Kátia Monteiro, também é alvo da investigação. Segundo apurado, ambos receberam propina do empresário Nélio de Matos Júnior em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando o fornecimento de serviços de plantão médico.

Leia Também:  Campanha Política começa em todo o País e em MT candidatos já colocaram seus respecticos "blocos" nas ruas em busca do precioso voto

O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do que o  previsto no contrato e a diferença ele repassava ao prefeito e à ex-secretária de Saúde. No mês de agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão policiais do Naco e do Gaeco conseguiram apreender com Nélio de Matos Júnior, uma agenda e  anotações constando a “contabilidade” da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

Segundo o delegado Rodrigo Azem, que comanda o Grupo Operacional do Naco, depois de ser apreendido todo esse material o empresário resolveu confessar o esquema criminoso.  “Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém estamos apurando tudo”, afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho fugiu da cidade ao perceber  a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidos não apenas documentos, mas, também armas e munições irregulares.

Leia Também:  Polícia Civil investiga as causas do grave acidente entre uma carreta e um veiculo de passeio ocorrido na manhã desta terça(29) na BR 174

MOTIVOS DA PRISÃO

De acordo com a ordem judicial, a prisão preventiva ocorrida nesta quarta feira(30)  busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a  aplicação da lei penal e, também,  por conveniência da instrução criminal.

Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso, no prazo máximo de quinze dias, será apresentada a denúncia  criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.

 

 

Otavio Ventureli(com ascomPJC)

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA