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Em várias Operações GEFRON apreende mais de oito toneladas de drogas na fronteira e apreende 224 veículos de janeiro a agosto deste ano

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) apreendeu mais de oito toneladas de entorpecentes no período de janeiro a agosto de 2020.

O número é mais que o dobro em comparação aos primeiros oito meses de 2019, em que foram apreendidos 3.888,463 kg de drogas.

O prejuízo estimado às organizações criminosas até o momento é de mais de R$ 153 milhões, R$ 100 milhões a mais que o mesmo período do ano passado, que contabilizou cerca de R$ 50 milhões.

Foram recuperados 224 veículos nesses oito meses, enquanto no mesmo período 2019 foram contabilizados 159. Ao todo, foram realizadas 26 prisões, três a mais que ano passado. As apreensões em moeda estrangeira somam mais de U$ 32 mil (em dólares) e em moeda nacional quase R$ 153 mil.

Também foram apreendidos neste ano 900 kg de madeira contrabandeada, 40 armas de fogo, mais que o dobro que no último ano, que totalizaram 15, além de 11 aeronaves.

Apreensão de drogas

Neste ano, o Gefron tem obtido um aumento expressivo de produtividade em relação a 2019. Em relação às apreensões de drogas, por exemplo, o volume soma mais de 100% em comparação ao montante do ano passado. Obteve aumento também em relação ao número de veículos recuperados, que estavam em deslocamento para a Bolívia, registrando acréscimo de 40%.

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Segundo o comandante do Gefron, tenente-coronel PM Fábio Ricas, o aumento da produtividade se deve a vários fatores, como o fortalecimento das ações integradas entre as instituições de segurança.

Neste caso, a Polícia Federal (PF), Delegacia de Fronteira da Polícia Civil (Defron), Polícia Militar (PM-MT) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) atuam permanentemente na segurança pública de fronteira. A maioria das grandes apreensões decorre de ações integradas entre as instituições.

O comandante destaca a participação do Estado dentro do programa VIGIA e na Operação Hórus, organizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que está em andamento em quase todos os estados em região de fronteira. “A participação do Gefron, Polícia Militar e Polícia Civil na operação possibilita a disponibilização de recursos financeiros para o aumento de efetivo policial, além do compartilhamento de informações de inteligência e capacitações”.

Ele também frisa o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) às ações do Gefron. “Temos o empenho e dedicação de todos os operadores, possibilitando o êxito diversas ações contra as organizações criminosas. Estamos trabalhando para avançar cada vez mais contra a criminalidade da região de fronteira, alinhados com a política de Segurança Pública do Governo do Estado, com objetivo de melhor servir e proteger a sociedade”.

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Otavio Ventureli(da redaçao com assessoria)

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Baixo nível: Mauro Mendes diz à Emanuel que “apequenar-se é meter dinheiro no paletó e ter coragem de vir pedir votos para a população”

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, respondeu a fala do prefeito de Cuiabá,  Emanuel Pinheiro(foto) de que ele havia se ‘apequenado’ diante das vaias na última sexta-feira (18), em sua visita a Sinop, junto ao presidente Jair Bolsonaro.

O governador afirmou que sempre teve coragem, e que não liga para as vaias. “Eu governo pra maioria, não governo pra minoria. Vou governar para todos. Então governar para todos significa, em algum momento, você tomar alguma decisão que vai contrariar interesses. E se essas pessoas estão olhando para o seu umbigo apenas, eu não estou olhando para o umbigo, eu estou olhando pra maioria da população e vou tomar medidas corretas até o último dia com as benção de Deus e da maioria da população”, disse, na saída do Palácio Paiaguás.

Logo depois, respondeu a Emanuel: “Apequenar é meter dinheiro no paletó e ter coragem de vir pedir votos pra população”. Segundo o democrata, Cuiabá precisa “ser resgatada dos braços da corrupção”. Para analistas, a coragem de Emanuel Pinheiro em pedir votos prende-se ao fato de que a população aceita ser governada por dirigentes corruptos, por tabela, essa mesma população é conivente com a  roubalheira.

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O clima entre governador e prefeito tem esquentado nos últimos dias com a aproximação do início da campanha eleitoral. Na ocasião da visita a Sinop, Mendes disse que o prefeito teria um fim “igual ou pior que de Silval Barbosa”. No mesmo dia, Emanuel rebateu afirmando que Mauro só o atacou para desviar das críticas à sua gestão, e da “cena vexatória diante do Presidente da República, onde foi estrondosamente vaiado pela população de Sinop”, nas palavras do prefeito.

Além disso, disse que o governador demonstrou “postura de total insanidade, desequilíbrio e falta de controle emocional”, e disse que o ‘baixo nível’ de Mendes vai piorar, pois ele assumiu um papel de “cabo eleitoral” do candidato e ex-prefeito Roberto França.

 

Otavio Ventureli(da redação com OD)

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