Nesta sexta-feira (04), o governador Mauro Mendes trouxe à tona uma preocupação latente sobre a reforma tributária em discussão no país e a possibilidade de aumentar a sonegação de impostos através da criação de diversos CNPJ pelo simples nacional. Com declarações impactantes, ele alertou para o risco de um possível aumento da sonegação caso a reforma seja implementada sem os devidos cuidados.
Mendes alertou sobre os riscos de uma alíquota excessivamente alta que poderia inviabilizar certos setores produtivos e incentivar a sonegação fiscal. Ele enfatizou a necessidade de encontrar um número lógico e transparente para a alíquota máxima, evitando que ela seja determinada de forma arbitrária.
Ao destacar que a cadeia de exportação, especialmente do agronegócio brasileiro, ficaria praticamente isenta de impostos devido a créditos ressarcidos ao longo da cadeia produtiva, o governador enfatizou a importância de mostrar clareza aos brasileiros sobre os impostos que serão efetivamente pagos. Ao ser questionado se ele concordava com o governador goiano sobre como a reforma poderia acabar incentivando a sonegação de impostos, Mauro Mendes ressalta: “Por isso que eu disse que seria uma grande irresponsabilidade do Senado aprovar definitivamente isso e não mostrar. Os brasileiros qual será o imposto que nós vamos pagar, isto é fundamental e eu tenho absoluta convicção de que se não houver uma clareza nessa discussão eu diria que o governador Ronaldo Caiado tem realmente razão, porque isso pode levar a uma sonegação”.

O governador Mauro Mendes destacou a preocupação com o aumento da sonegação fiscal caso a reforma tributária seja implementada sem os devidos cuidados. Ele alertou que a cadeia de exportação, especialmente do agronegócio brasileiro, ficaria praticamente isenta de impostos devido a créditos ressarcidos ao longo da cadeia produtiva. Isso poderia incentivar a sonegação e prejudicar a arrecadação do país.
“Muita gente aumentar ainda mais o movimento que já existe hoje no país de abrir aí milhares de microempresas, o que vai desequilibrar o sistema tributário e que vai levar então a um aumento para aqueles que não conseguir fugir desse mecanismo de pagar pelo IVA ou pelo IBS, pelo CBS e no IGRAP para o sistema simples pagando muito menos imposto”, alertou Mendes.
O governador enfatizou a necessidade de encontrar um número lógico e transparente para a alíquota máxima, evitando que ela seja determinada de forma arbitrária e possibilitando um combate mais efetivo à sonegação. Sua preocupação com a clareza nas informações sobre os impostos a serem pagos também ressalta a importância de uma abordagem cuidadosa na reforma tributária.
O governador de Mato Grosso apresentou sua perspectiva sobre a reforma tributária em discussão no país durante a entrevista que concedeu à JP nesta manhã, destacando questões cruciais para a economia. Ele ressaltou a importância de combater a sonegação e simplificar o sistema. “A base será largada, com sistema mais simples, nós vamos combater a sonegação”, afirmou Mendes.
Além disso, ao ser questionado sobre o risco de faltar recursos para as atividades essenciais do estado, o governador alertou para a realidade de uma possível diminuição na arrecadação. Ele mencionou a cadeia de exportação, especialmente do agronegócio brasileiro, que, segundo ele, ficaria praticamente isenta de impostos devido a créditos ressarcidos ao longo da cadeia produtiva. “Então todas aquelas vendas para a exportação, a produção até a exportação, ela vai ficar praticamente isenta de pagar impostos, por quê? Porque tudo que paga ao longo da cadeia vira crédito, créditos são ressarcidos ao longo da cadeia e o último que é o exportador, a trade quando eles botam alguma coisa que ele pagou de imposto o estado vai ter que devolver esse imposto pra ele. Portanto ninguém vai pagar nada”, explicou.
Mendes enfatizou a necessidade de encontrar uma alíquota adequada e bem fundamentada para evitar possíveis distorções no sistema tributário, garantindo assim o equilíbrio entre o aumento de arrecadação e a competitividade dos setores. Ele também mencionou a importância de uma clareza nas informações sobre os impostos que serão efetivamente pagos pelos brasileiros.
No entanto, o governador alertou para os riscos de uma reforma mal planejada, que poderia levar a um aumento da sonegação e trazer consequências graves para o país no futuro. Ele ressaltou que decisões precipitadas podem prejudicar a população como um todo. “Estamos aparecendo aqui, ah está tudo bonitinho, aprovamos a reforma. Olha que lindo! Só que daqui há alguns anos. Isso vai chegar, a conta vai chegar. Isso pode trazer graves consequências pro país e pra todos nós brasileiros”, afirmou o governador.
Diante das ponderações do governador Mauro Mendes, fica claro que a reforma tributária requer uma análise cuidadosa e fundamentada para que seus impactos sejam positivos para a economia e a sociedade. A transparência na definição das alíquotas e o combate à sonegação são aspectos cruciais para a construção de um sistema tributário mais justo e eficiente.
Diante das ponderações do governador Mauro Mendes, fica claro que a reforma tributária requer uma análise cuidadosa e fundamentada para que seus impactos sejam positivos para a economia e a sociedade. A transparência na definição das alíquotas e o combate à sonegação são aspectos cruciais para a construção de um sistema tributário mais justo e eficiente.
A fala do governador levanta questionamentos importantes sobre a necessidade de uma reforma tributária equilibrada e justa, que não apenas evite desequilíbrios na tributação de setores, mas também previna brechas que possam levar ao aumento da sonegação fiscal e ao prejuízo da arrecadação do país.




























