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Governo da Bolívia pede ao Governo de Mato Grosso que apure as mortes de índios chiquitanos em confronto com o GEFRON na fronteira

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O deputado boliviano Alcides Villagomez informou que a Bolívia pediu uma apuração cuidadosa do caso ao representante do Executivo de Mato Grosso, sobre quatro indígenas mortos por policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em uma região de mata no município de Cáceres MT.

A Ouvidoria Geral de Polícia acompanha uma comitiva que analisou, na quarta-feira (02), a morte dos indígenas, que ocupam um território que se distribui nos dois países, nos municípios de Cáceres, em Mato Grosso, e San Mathias, do lado boliviano.

Os Chiquitanos Arcindo Sumbre García, Paulo Pedraza Chore, Yonas Pedraza Tosube e Ezequiel Pedraza Tosube Lopez estavam retornando de uma caçada, carregando as carnes já secas de porcos do mato nas mochilas, quando foram cercados por policiais e se assustaram.

Os policiais relataram que os indígenas, de cidadania boliviana, seriam traficantes e resistiram à abordagem. A comunidade Chiquitano afirma que os homens estavam caçando para levar alimento para as suas famílias. Na suposta troca de tiros nenhum policial foi atingido e nenhuma droga foi apreendida.

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O Ouvidor Geral de Polícia de Mato Grosso, Lúcio Andrade, afirmou que “as condições em que os bolivianos foram mortos precisam ser esclarecidas para dar respostas aos familiares”.

Compõem a comitiva representantes da UFMT, Fepoimt, Centro de Direitos Humanos Henrique Trindade, Centro de Direitos Humanos Dom Máximo Bienes e Conselho Estadual de Direitos Humanos. A Ouvidoria Geral de Polícia é um órgão de controle, externo das  forças de segurança.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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Mãe de rapaz encontrado sem cabeça as margens do Rio dos Macacos em Sinop MT reconhece o filho por tatuagem e ajuda na identificação

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A Polícia Civil identificou como Lineker de Souza Corrêa, 22, o jovem encontrado morto, decapitado, às margens do Rio dos Macacos, 35 km do Centro de Sinop, no Mato Grosso.

Natural de São Paulo,  o rapaz  estava morando com a família há um mês na cidade. O caso está sendo investigado.

De acordo com as informações, assim que a imprensa começou a divulgar o encontro do cadáver, que estava decapitado, fotos da vítima passaram a ser compartilhadas por aplicativos de mensagem.

A mãe da vítima viu e acabou reconhecendo o filho por uma de suas tatuagens. Ela foi até à Polícia e ajudou na identificação. Segundo ela, o rapaz estava trabalhando e não tinha problemas com ninguém.

Ele e a família estavam morando há um mês em Sinop, vindos de São Paulo. Perícia Oficial esteve no local e afirmou que ele estava morto há pelo menos 24 horas.

Vale ressaltar que a cabeça da vítima não foi localizada. Polícia ainda fez buscas pela região e só encontrou marcas de sangue próximo do rio. Polícia Civil está investigando a motivação do crime e a autoria.

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Otavio ventureli(da redação com ascom)

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