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GCCO da PJC cumpre mandato de busca e apreensão na casa do Delegado de Sinop MT investigado por corrupção por tentar subornar policiais

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O Delegado Regional de Sinop, em Mato Grosso, Douglas Turíbio Schutze, alvo da Operação Insídia, do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, está sendo investigado por corrupção ativa e obstrução, ao tentar subornar policiais para não chegar até o produtor rural, também investigado na ação.

Em coletiva de imprensa, os delegados do GCCO, Flávio Stringueta e Frederico Murta, não confirmaram o ato, nem mesmo o nome dos investigados. Segundo eles, os fatos seguem sendo investigados em sigilo. Porém, afirmaram que até o momento, não há nenhum indício da participação do delegado nos homicídios.

O  delegado investigado é o delegado regional de Sinop, Douglas Turíbio Schutze, que intermediou um suborno da Polícia Civil, por meio do produtor rural investigado na operação. A intenção era parar as investigações ou até mesmo fazer com que ela não chegasse até ele.

A delegada Juliana Chiquito Palhares está em Sinop MT e acompanhou os trabalhos. Já o delegado Walfrido Franklin, responsável pelas unidades regionais do interior, também está na cidade para ouvir Douglas. Ele encaminhará um relatório à Corregedoria da Polícia Civil, que decidirá se ele será afastado ou não.

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Os policiais foram até a casa do delegado, onde o mandado de busca e apreensão foi cumprido. O celular dele foi apreendido, segundo as fontes. Não há mais informações sobre o que foi levado da residência.

A operação começou com a investigação do desaparecimento de 6 pessoas na região, que possivelmente estão mortas. Os corpos ainda não foram encontrados, mas um carro com roupas, documentos das pessoas, além de outros objetos pessoas foi encontrado dentro de uma propriedade rural. Havia marcas de sangue no local.

 

Otavio Ventureli(ascom)

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PRF apura origem de mais de 17 Kg de ouro apreendidos em poder de 3 homens que viajavam de Cuiabá para São Paulo na BR 364

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou uma quantia de 17,95kg de ouro, sobre  o banco de uma caminhonete Toyota Hilux, durante fiscalização na BR-364, em Alto Garças, no Mato Grosso.

O flagrante foi feito na tarde de sexta (25). O minério apreendido é avaliado em mais de R$ 5 milhões.

A equipe da PRF, que fiscalizava no km 48, abordou o veículo com placas de Olímpia (SP). A caminhonete era ocupada pelo condutor, de 36 anos e dois passageiros (56 e 53 anos). Questionados, disseram que estavam viajando de Cuiabá para São Paulo e que o condutor trabalhava com vendas, sem especificar detalhes. Os passageiros seriam os seguranças do motorista.

Os policiais realizaram uma busca veicular e encontraram, dentro de uma mala, sobre o assento traseiro do veículo, uma quantia pesando aproximadamente 17,95 kg de ouro em barras. Foi apresentada nota fiscal, mas quando os policiais solicitaram a guia de trânsito o condutor disse que não possuía esse documento.

Conforme a nota fiscal, o ouro transportado é ativo financeiro, pois foi recolhido IOF (imposto sobre operações financeiras) e não o ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços). Por se tratar de ativo financeiro é obrigatória a expedição da guia de trânsito de ouro ativo financeiro.

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Otavio Ventureli(da redação com RDnews)

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