O governador citou que estado cresceu 54% em sete anos e registrou média de desenvolvimento superior ao resto do mundo
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta quarta-feira (29), afirmou que sua gestão como vice de Mauro Mendes (União), em 2019, visou diminuir a dívida equivalente a R$ 4 bilhões de restos a pagar acumulada pelo Governo do Estado durantes gestões anteriores.
Durante entrevista à Rádio Cultura, Pivetta citou que nessa época havia mais de cinco mil credores públicos e problemas no relacionamento entre servidores.
“Nós pegamos MT quebrado. Havia R$ 4 bilhões em restos a pagar e mais de cinco mil credores. A situação era tão grave que tivemos problemas na Secretaria de Educação. A secretária ficou traumatizada e precisou deixar o cargo depois de ser ameaçada por credores”, lembrou.
Ele recordou também que o caixa estava prejudicado a ponto de a previdência pública ficar sem recursos e a Polícia Militar com viaturas sendo recolhidas.
“O estado estava em uma situação muito difícil. Viaturas da polícia eram recolhidas por falta de pagamento; salários dos servidores estavam atrasados e não havia recursos nem no fundo de previdência”, contou.
O governador explicou que os dois primeiros anos de gestão objetivaram regularizar as despesas para, em seguida, registrar superávit orçamentário.
“Passamos 2019 e 2020 arrumando a casa. Não havia condições de fazer investimentos. Graças a Deus e ao povo de Mato Grosso, que paga seus impostos, conseguimos virar esse jogo a partir de 2021. O Estado passou a registrar superávit e, então, começamos a investir”, disse.
Pivetta, então, considerou que atualmente MT está “dinâmico e revitalizado”. Ele citou que o desenvolvimento estadual superou o da China e a média mundial.
“Hoje vemos um Mato Grosso revitalizado, um Estado dinâmico, que retomou um ciclo forte de desenvolvimento. Mesmo com juros elevados, crescemos 54% em termos reais nos últimos sete anos. Nem a China, nem a média mundial cresceram nesse ritmo”, comparou.
Por fim, o governador avaliou que MT vive um “ciclo virtuoso” cujos benefícios devem se estender pelos próximos anos.
“Isso fortalece a economia, aumenta a arrecadação e permite ao Estado investir mais em infraestrutura. Sem infraestrutura, não há desenvolvimento. Estamos vivendo esse ciclo virtuoso e acredito que ele ainda pode continuar pelos próximos dez anos, melhorando cada vez mais a vida da nossa população”, completou.
Por Assessoria


























