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Homem morto em comício em Juscimeira MT defendia ex-Prefeito assassino confesso do Pai do ex-Deputado Valtenir Pereira em 1 983

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Rogério Pereira de Aguiar, 31, morreu esfaqueado durante uma reunião política em Juscimeira, no Mato Grosso, após defender o ex-prefeito da cidade, José Resende Silva, o Zé Guia(ao centro na foto), também conhecido por ser o autor da morte do pai do ex-deputado Valternir Periera em 1983.

Consta no registro da ocorrência que Zé Guia estava no palanque, falando aos participantes da reunião – que ocorria na porta de um bar. O suspeito do crime passou a xingá-lo, e os participantes não gostaram do ato, indo para cima dele.

Rogério e mais outro homem foram esfaqueados e socorridos. Ele não resistiu e a outra vítima foi encaminhada para um hospital de Rondonópolis MT. O estado de saúde dele não foi informado.

Zé Guia foi condenado pela Justiça a cumprir 12 anos de prisão pela morte de Valdivino Pereira, pai de Valtenir. O crime ocorreu em fevereiro de 1983,  no Distrito de  São Lourenço de Fátima, na cidade de Juscimeira MT.

Valdevino tinha 39 anos e foi morto com 5 tiros, sendo 3 nas costas e dois no peito. Assassino confesso, a morte ocorreu após a vítima ir até a casa de Zé Guia reclamar do barulho de fogos no local – onde acontecia uma festa.

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Outros dois homens participaram do crime, segurando a vítima para que ela fosse baleada. Zé chegou a ser preso em 2001, mas passou a cumprir o semiaberto.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Ordem para matar traficante em Cuiabá teria partido de Sandro Louco após bandido agredir filho de pastor evangélico em briga de trânsito

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Em áudios que circulam em aplicativos de mensagem, Sandro da Silva Rabelo, conhecido como Sandro Louco(foto), principal líder do Comando Vermelho em Mato Grosso, é apontado como o mandante do assassinato de Edson Gonçalves de Jesus, conhecido como ‘Disson’, um dos maiores traficantes de drogas do bairro Pedregal e região, na última sexta-feira (23). No entanto, a hipótese será investigada pela Polícia Civil.

De acordo com a gravação, na noite de quinta-feira (22), Edson teria batido no carro do filho de um pastor evangélico, muito estimado pelos moradores do bairro Pedregal. Após isso, o criminoso teria iniciado uma discussão e quebrado uma garrafa de Whisky na cabeça do dono do carro.

O pastor tentou intervir, mas foi ameaçado pelo traficante. Preocupado com a situação, o líder religioso comentou sobre o ocorrido com uma amiga, que entrou em contato com outros dois homens do Comando Vermelho, ‘Melancia’ e ‘Torto’, conhecidos por manter a ‘disciplina’ na facção.

A situação foi repassada a outros membros do Comando Vermelho, chegando aos ouvidos de Sandro Louco, que atualmente cumpre pena na Penitenciária Central do Estado. Sendo o principal líder da facção, Sandro teria ordenado a morte de Disson.

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Melancia e Torto teriam então dado início às buscas pelo traficante, localizando-o no início da tarde de sexta-feira (23). O traficante, que não integrava o Comando Vermelho, foi morto a tiros.

O caso

Edson Gonçalves de Jesus, conhecido como ‘Disson’, de 46 anos, foi executado a tiros, no bairro Renascer, em Cuiabá. Segundo informações preliminares, Edson estava em um veículo Pajero quando foi atingido pelos tiros. Logo depois, ele colidiu com um Renault estacionado na calçada. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Sandro Louco

Sandro Louco possui diversas condenações e a soma das penas ultrapassa 200 anos de reclusão. Antes de ser recambiado para Cuiabá, ele cumpria pena na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Catanduvas (PR) e é apontado como um dos integrantes da organização criminosa Comando Vermelho.

A primeira prisão de Sandro Louco ocorreu em 2000, após assaltar um banco em Várzea Grande. Enquanto preso, ele conseguiu fugir pelo menos quatro vezes e ainda liderou uma rebelião em Água Boa MT.

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Dentre os crimes cometidos por Sandro Louco estão: latrocínio, roubo a banco, homicídio, sequestro e formação de quadrilha. As penas, somadas, ultrapassam os 200 anos de reclusão. Em 2017, ele foi o primeiro réu a participar de um júri popular por videoconferência em Mato Grosso.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com OD)

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