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Igreja Assembléia de Deus em Mato Grosso confirma a morte de mais dois pastores um deles de coronavírus e o outro ex-Deputado estadual

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A Igreja Assembleia de Deus perdeu mais dois pastores nesta segunda-feira (11), sendo um deles vítima do novo coronavírus.

Francisco Cichoski e o ex-deputado Antônio Públio Brito tiveram as mortes confirmadas pelo perfil da sede. Fiéis lamentaram os dois óbitos nas redes sociais.

Francisco, que era de Sorriso MT, estava em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Santa há um mês. Ele é o quinto pastor da Assembleia de Deus que morre por complicações do coronavírus em Mato Grosso.

Francisco acumulou inúmeros trabalhos tendo liderado diversas igrejas em Mato Grosso.

A igreja também  confirmou a morte do pastor Antônio Público Brito nesta segunda-feira(10). Porém, não foi informada a causa do óbito. Como foi confirmado velório, que acontecerá na Capela Jardins, no início da tarde desta terça-feira(11), descartou-se que ele estivesse infectado pela Covid-19.

O ex-deputado Antonio Brito saiu das eleições de 2006 como quarto suplente e se efetivou na cadeira na AL a partir de janeiro de 2009, com a renúncia de Zé do Pátio.

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Outras mortes

Também perderam a vida por conta do coronavírus os pastores: Rubens Siro de Souza, 68 anos, no dia 3 de julho; Sebastião Rodrigues de Souza, de 89 anos, pai de Rubens, que morreu cinco dias depois; José Geraldo dos Anjos, 20 de julho e José Damasceno de Castro, de 61 anos, dois dias depois.

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Abatido, Governador Mauro Mendes fala sobre a estrondosa vaia que recebeu em discurso durante visita do Presidente Bolsonaro à Sinop MT e Sorriso MT

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Abatido, o Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes(foto), falou nesta sexta-feira(18) sobre as estrondosas vaias que recebeu em Sinop MT e Sorriso MT, durante a visita do Presidente Jair Bolsonaro à Região.

O chefe de Estado afirmou que ter 30 pessoas o vaiando não muda nada em sua conduta. Além disso, o Mendes disse ainda que em meio  às vaias tinham muitos servidores públicos e cidadãos comum, o que se torna natural na visão dele, uma vez que, ele não tem intenção de agradar a todos os mato-grossenses. Vaia sempre foi um tormento para políticos.

“Não tenho a pretensão de agradar 100% dos mato-grossenses. Quem toma a decisão correta agrada alguns, mas desagrada outros. As minhas decisões sempre foram para a maioria. Quando se toma decisões para a maioria, desagrada uma minoria. Não se conserta um estado quebrado como estava Mato Grosso fazendo média”, desabafou Mendes.

Mauro Mendes destacou durante discurso que foi preciso tomar algumas decisões rígidas contra ruralistas, entre outras áreas, e que, muitos deles estavam hoje na frente do palanque o aplaudindo e afirmou que haviam servidores público no meio que o vaiaram. “Tive que tomar decisões duras contra os produtores, comércio e indústria. Hoje, os produtores que estavam na frente me aplaudiram o tempo todo. É obvio que no meio tinha muitos servidores, cidadãos comuns. Isso é natural. Gestão se faz para maioria. Se desagrada alguns, tem o direito de se manifestar”, disse.

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O governador justificou o protesto em Sinop e Sorriso dizendo que a população está revoltada por conta das medidas tomadas por ele nos últimos dias. “As pessoas estão vaiando pois tive que tomar medidas duras. Ter 30 pessoas me vaiando não muda em nada a minha conduta. Isso não me irritar”, concluiu.

Visita de Bolsonaro a MT

Em sua passagem pelo Mato Grosso nesta sexta (17), o presidente Jair Bolsonaro, ntregou títulos rurais e participou do lançamento da safra de soja 2020/2021.

Em discurso, Bolsonaro minimizou a dimensão das queimadas  que assolam os três biomas de Mato Grosso, atingindo quase 20% do Pantanal e que avança no Cerrado e na Amazônia. Em outro momento, voltou a fazer comentários polêmicos sobre a pandemia da Covid-19 e considerou “conversinha mole” o isolamento social ao destacar o setor do agronegócio por “não ter parado”. Ele parabenizou o Estado por não cumprir o isolamento social.

“Vocês não pararam durante a pandemia, vocês não entraram naquela conversinha mole de ‘fica em casa e a economia a gente vê depois’, isso é para os fracos. O vírus, eu sempre falei, era uma realidade e que tínhamos que enfrentá-lo perante aquilo que não podemos fugir”, disparou.

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