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Juíza mantem prisão de criminoso que assassinou engenheira agrônoma com um tiro na nuca e tentou matar namorado da vítima

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A juíza Emanuelle Chiaradia Navarro, da 1ª Vara Criminal de Sorriso, em Mato Grosso, manteve a prisão de Jackson Furlan, de 29 anos, acusado de matar a engenheira agrônoma Júlia Barbosa de Souza, 28 anos(em destaque na foto), no dia 9 de novembro de 2019, com um tiro na nuca, quando ela estava dentro da caminhonete do namorado, em Sorriso MT. Ele já foi pronunciado pelo homicídio.

O Ministério Público de Mato Grosso propôs uma ação penal contra Jackson Furlan, o denunciando pelo homicídio de Júlia Barbosa de Souza, com as qualificadoras de motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, e pela tentativa de homicídio de V.G.B.F., namorado de Júlia.

Após encerrada a instrução processual, as partes apresentaram alegações finais, tendo a Justiça, em 17 de agosto de 2020, pronunciado o réu apenas pelo homicídio de Julia Barbosa de Souza.

O Ministério Público recorreu contra esta decisão e assim foram abertas vistas às partes para apresentação das razões e contrarrazões recursais. A juíza, porém, não alterou sua decisão.

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A defesa de Jackson então entrou com pedido de reapreciação da prisão preventiva decretada, argumentando que, com a apresentação do recurso do MP, o andamento do processo foi retardado, gerando excesso de prazo apto a gerar constrangimento ilegal, o que justificaria a revogação da prisão cautelar.

A magistrada, no entanto, argumentou que os fatos que fundamentaram a decretação da prisão permanecem inalterados e há prova da existência do crime e os indícios de autoria são veementes.

“Na mesma linha segue o perigo gerado pelo estado de liberdade do acusado, demonstrado a partir do ‘modus operandi’ utilizado, visto que o réu, em tese, perseguiu a vítima pela cidade, atirando contra o veículo dela na altura da cabeça dos ocupantes, em plena via pública, havendo indícios de ser pessoa agressiva, persistindo a necessidade de garantia da ordem pública evitando-se, assim, que se coloquem em risco novos bens jurídicos, bem como para garantir a aplicação da lei penal”, disse.

A juíza ainda disse que o prazo da prisão está justificado devido à complexidade do processo, “tendo seu trâmite regular, já tendo sido proferida decisão de pronúncia, não havendo falar em excesso desarrazoado”. Com base nisso o pedido da defesa foi indeferido.

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O caso

Segundo a Polícia Civil, Júlia e o namorado saíram de uma conveniência, na Avenida Natalino João Brescansin, por volta da 01h40 da manhã do dia 9. Eles passaram a ser perseguidos depois de ultrapassarem um desconhecido, Jackson Furlan, em uma caminhonete branca. O motorista buzinava o tempo todo para que o namorado de Júlia parasse.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com OD)

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Conselho de Ética do Senado propõe que Senador “Cuecão” deveria se licenciar do mandato para tentar esclarecer real na cueca

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O senador Jayme Campos,  presidente do Conselho de Ética do Senado, afirmou nesta segunda-feira(19) que o colega,  Chico Rodrigues(foto) deveria se licenciar do mandato por 121 dias, para esclarecer a verdade sobre o dinheiro encontrado na cueca do parlamentar.

Chico Rodrigues foi flagrado por policiais federais com R$ 33 mil na cueca, na semana passada. O dinheiro foi apreendido durante operação, que cumpriu mandados de busca e apreensão em sua residência.

Após a polêmica, partidos políticos protocolaram representação no Conselho de Ética no Senado, com objetivo de cassar o mandato do parlamentar. Na ocasião, Jayme demonstrou que Chico deveria se afastar do cargo.

“Se eu fosse Chico Rodrigues eu pediria uma licença por 121 dias para não ter nenhuma dúvida de que ele quer, de fato, esclarecer a verdade. E a verdade, com certeza, será na medida em que este inquérito poderá transformar em processo e ele, o que alega na própria representação, poderá certamente tentar coagir do exercício do mandato alguma pessoa ou outra, quem quer que seja, para que naturalmente não seja retratada a verdade”, disse Jayme.

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A representação será encaminhada à Advocacia-Geral do Senado. “É humanamente impossível, você não pode, em hipótese alguma, votar remotamente uma matéria tão importante como a cassação ou possível cassação ou alguma pena que possa receber o senador Chico Rodrigues”, afirmou.

Vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues, foi alvo de operação da Polícia Federal no último dia 14, em Boa Vista. No flagrante,  escondeu dinheiro na cueca durante a abordagem dos policiais.

A investigação, sob sigilo, apura desvios de recursos públicos destinados ao combate à pandemia de covid-19, oriundos de emendas parlamentares. A ordem de busca e apreensão foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso.

Foram encontrados R$ 30 mil dentro da cueca do vice-líder do governo. Ao todo, os valores descobertos na casa do senador chegariam a R$ 100 mil.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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