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Justiça Federal encaminha ao Presidente do TCE MT pedido para que adote providências sobre decisão do Conselheiro Valter Albano no caso “Encomind”

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Uma decisão baseada em documentos inexistentes e aprovada por unanimidade pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) teria facilitado o esquema criminoso liderado pelo ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes, que superfaturou em mais de R$ 61 milhões uma dívida do governo do Estado com a construtora Encomind.

A informação consta em uma decisão do juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal em Mato Grosso, encaminhada ao presidente do TCE, conselheiro Guilherme Maluf para que tome providências sobre o caso.

A referida decisão de 2014 é do conselheiro Valter Albano(foto) – que retornou ao cargo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no mês passado – e foi acompanhado pelos demais conselheiros. Nela se reconheceu a legalidade de dois pagamentos nos valores de R$ 24.386 milhões e R$ 80.044 milhões para a Encomind Engenharia.

Porém, a base do voto se amparou em documentos inexistentes. Na decisão, Albano afirma que é “vantajoso para a Administração Pública, tendo em vista que o débito foi quitado com o pagamento de 37,43% do valor inicialmente reclamado, e abaixo do valor estipulado em sentença”.

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No entanto, não existiu nos autos análise e conferência dos cálculos pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), assim como pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), e muito menos em planilhas elaboradas por essas pastas analisando e conferindo os cálculos.

“E, por fim, muito embora parece que a Procuradoria-Geral do Estado tenha tomado conhecimento dos cálculos, sequer foram referidos no parecer jurídico ou submetidos à análise e conferência no setor de cálculos da Procuradoria”, diz trecho da decisão do último dia 4 de setembro.

Para o magistrado, ao contrário do afirmado por Albano em seu voto, é que a Sinfra simplesmente encampou o valor apresentado pela Encomind. “Em outras palavras, o Estado de Mato Grosso pagou administrativamente o valor apresentado pela empresa, sem sequer se dar ao trabalho de conferir os cálculos ou apresentar uma contraproposta para que se pudesse chamar esse desembolso de vantajoso”, completa Schneider.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Vasco não consegue superar jogo defensivo do Bragantino neste domingo no Rio e não sai do 1 x 1 com destaque para o goleiro Miguel

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Vasco x Bragantino, empataram em 1 x 1 na manhã deste domingo(27), no Estadio de São januário no Rio de Janeiro.

Sem peças importantes como Benítez e Andrey, o Cruz-Maltino careceu no setor de criação, mas conseguiu fazer jogo bem parelho com o jovem time do interior paulista e contou com dia inspirado de seu arqueiro, Fernando Miguel.

O jogo marcou a volta do técnico Ramon Menezes à beira do gramado, após isolamento pela Covid-19.

Logo no início da partida, os donos da casa mostraram que a eliminação da Copa do Brasil faz parte do passado e o foco agora é no torneio de pontos corridos. Aos dois minutos, o Vasco, por intermédio do volante Juninho, cruzou pela esquerda e encontrou o artilheiro Germán Cano que, praticamente sozinho, testou para fora.

No entanto, o verdadeiro caminho do time rumo ao ataque não fora pela esquerda, mas sim pela direita, pelos pés do atacante Vinícius, aposta de Ramon para a partida, aberto pela ponta. Num desses lances, em belo cruzamento, o camisa 49 encontrou Talles Magno, que completou para a rede, mas teve seu gol anulado por estar claramente impedido.

As investidas do time de Bragança Paulista eram concentradas na esquerda. Após a parada técnica, o Massa Bruta voltou melhor que o Vasco; tanto que isso originou um dos lances capitais do jogo: em bola pela direita, o juiz viu – corretamente e sem auxílio do VAR – o volante Bruno Gomes fechar a passagem do cruzamento com um dos braços. Pênalti. O segundo, diga-se, em dois jogos do Vasco.

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Foi aí que começou a brilhar Fernando Miguel. Talvez cauteloso por já ter defendido duas penalidades e tê-las visto voltar, o camisa 1 esperou em cima da linha até o último instante e jogou para escanteio a batida de Alerrandro, rasteira, quase no meio, que, sem tirar os méritos de quem defende, foi mal cobrada.

O jogo estava tão igual que, no intervalo, a posse de bola de ambos era de praticamente 50% e cada um teve 5 finalizações.

No reinício do jogo, semelhante ao que ocorreu no primeiro tempo, o Vasco se impôs, só que, desta vez, colheu frutos aos 4 minutos: pela esquerda, em cruzamento rasteiro, Juninho achou Vinícius, que, fechando, tomou a frente do defensor e só precisou empurrar para o fundo das redes de Júlio César.

Mas sabe aquela história de “não teve tempo nem de comemorar”? Pois bem: saída de bola, coisa de nem 10 segundos depois, Bruno Tubarão levou até a linha de fundo esquerda e cruzou rasteiro para trás, achando Alerrandro. O camisa 9 fez o pivô e rolou na entrada da área para o Lucas Evangelista. Quase sem marcação e de frente para o gol, o meia chapou, colocando a bola no canto direito de Fernando Miguel.

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O Vasco da Gama  pareceu sentir o golpe do empate.  Após o tento paulista, o time de Bragança comandou o jogo e esteve bem mais perto da virada do que o Vasco, do desempate.

Aos 31 minutos, Fernando Miguel se tornou definitivamente heroi: Claudinho ganha a jogada no meio e deixa com Tubarão na esquerda, partindo num contra-ataque de dois atacantes contra um zagueiro. Assim, o atacante achou Alerrandro, completamente livre na entrada da área, que bate mal e para no arqueiro vascaíno.

Nitidamente, com a aproximação do final do jogo, os dois times demonstraram cansaço no surrado gramado de São Januário. Nessa altura da partida, a sensação térmica já chegava aos 36º​C.

Bastou caminhar para a conclusão da partida. Com um ponto para cada um, o Vasco chega aos 18 e alcança momentaneamente a 4ª posição. Já o Bragantino, com o empate e, agora, seus 11 pontos, não consegue sair da zona de rebaixamento, mas, ao menos, ganhou uma posição, até o momento, e é o 17º colocado.

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