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Laudo da Perícia Oficial Técnica de MT aponta que mulher foi morta por asfixia em novembro de 2020 após assinar divórcio em Nova Marilândia

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Laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) aponta que Maria José Alves da Silva, de 40 anos(foto), cujo corpo foi encontrado em um lago na zona rural de Nova Marilândia, Mato Grosso, foi morta por asfixia. O crime ocorreu em novembro de 2020.

O principal suspeito é o ex-marido dela, de 34 anos, que ainda não foi localizado pela polícia.

Maria desapareceu depois de ter sido vista pela última vez na companhia do ex-marido após assinarem os papéis da separação. A família denunciou o desaparecimento dela. Alguns dias depois, Maria foi encontrada morta num lago. O carro dela foi roubado e deixado em outra cidade, na região de Nova Mutum MT.

A Polícia Civil investiga o crime e informou que o delegado responsável pela investigação do caso já ouviu todas as testemunhas. A suspeita é de que o ex-marido da vítima tenha saído do país.

A família disse que Maria procurou o ex-marido para se separar no cartório e “cada um seguir sua vida”, mas depois de assinar os papéis o suspeito saiu com a vitima, que sumiu.

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O irmão da vítima disse que a família chegou a sair para procurar Maria e que após receber a informação de uma mulher morta foi até o local e encontrou o corpo dentro do lago. Em seguida, acionou a policia.

Segundo Geraldo Alves da Silva, os pais que já são idosos sofrem com a perda trágica da filha e por saberem que o suspeito ainda não foi preso.

“É muita dor, nunca havíamos perdido ninguém da família. Meu pai tem 84 anos e minha mãe, 79 anos, estão sofrendo demais, sem nenhuma resposta”, relatou, emocionado.

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Brasil do futuro: Edson Fachin anulou nesta segunda-feira todas as condenações de Lula na Lava Jato e ex-Presidente volta a ser elegível

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Com a decisão, o ex-presidente recupera os direitos políticos e volta a ser elegível, podendo concorrer à presidência da República em 2022.

Ao decidir sobre pedido de habeas corpus da defesa de Lula em dezembro do ano passado, Fachin declarou a incompetência da Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e das doações ao Instituto Lula. Segundo o ministro a 13ª Vara Federal de Curitiba não era o “juiz natural” dos casos.

“Embora a questão da competência já tenha sido suscitada indiretamente, é a primeira vez que o argumento reúne condições processuais de ser examinado, diante do aprofundamento e aperfeiçoamento da matéria pelo Supremo Tribunal Federal”, diz o texto da nota.

Agora, os processos serão analisados pela Justiça Federal do Distrito Federal, à qual caberá dizer se os atos realizados nos três processos podem ou não ser validados e reaproveitados.

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“Com a decisão, foram declaradas nulas todas as decisões proferidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba e determinada a remessa dos respectivos autos para à Seção Judiciária do Distrito Federal”, diz texto de nota à imprensa do gabinete do ministro.

A decisão atinge o recebimento de denúncias e ações penais.

 

 

Otavio Ventureli(da redação de Brasilia)

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