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Médica picada por cobra em MT internada no Albert Einstein denuncia que tem gente se aproveitando da campanha de arrecadação em redes sociais

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Tem gente se aproveitando da campanha para pagar o tratamento da médica Dieynne Saugo(foto), picada 3 vezes por uma cobra jararaca em uma das mais lindas cachoeiras em Nobres, em Mato Grosso,  dia 30 de agosto.

Ela anunciou que o número 65-99603-4675 não lhe pertence. Através dele, estariam pedindo dinheiro em nome dela. A médica e também blogueira de turismo, apesar de ter tido alta da UTI, passou por uma cirurgia, nesta quarta(09).

Ela continua  internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e, para arrecadar recursos, conta com parentes, amigos e seguidores.  No site Vakinha, já conseguiu R$ 187 mil e a meta é R$ 250 mil. Com estado de saúde considerado estável pelos médicos, a médica chegou a ficar 09 dias na UTI.

Sobre o acidente, explica em postagem no Instagram, que estava em um local paradisíaco, quando foi picada. A cobra desceu na queda d´água o que é incomum.

Detalha também um pouco do tratamento a qual está submetida. “Tomei o soro anti-botrópico 3h após o ocorrido, pois precisei ir até o Pronto-Socorro de Cuiabá. Foram 2h de viagem com uma dor quase insuportável e com vômitos em jato que provocaram uma Hemorragia Digestiva Alta. O final de semana de descanso, aventura e diversão, se tornou de desespero, dor, angústia e aflição”.

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Na postagem, ela afirma que não quer atribuir a azar ou sorte tudo que aconteceu e que ainda está em curso. “Foi um acidente”, resume.

Quanto ao dia das picadas, marcou na agenda como nova data de aniversário. “Meu renascimento”.

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Em ação do GEFRON na fronteira na madruga deste domingo(27) quatro pessoas morreram em confronto entre elas um índio chiquitano

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Quatro pessoas morreram em ação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), na madrugada deste domingo (27), na zona rural de Cáceres, em Mato Grosso.

Entre eles estão dois bolivianos já identificados, sendo um, o indígena chiquitano Cesar Tosube Lopez, 27. Ele é irmão de Ezequiel Pedraza Tosube Lopez, morto no dia 11 de agosto em outra ação do Gefron ao lado de outros 3 chiquitanos. O caso gerou revolta nas autoridades bolivianas, que prometeram acionar o Brasil em busca de indenizações.

Além de Cesar, Carlito Socore Algarañas, de 16 anos, também foi morto. Outros dois suspeitos ainda não foram identificados. Conforme o boletim de ocorrência do Gefron, por volta das 00h20, a equipe fazia patrulhamento quando percebeu a aproximação de um barco, às margens do Rio Jauru, onde 4 homens desembarcaram com mochilas e outros objetos.

Os policiais se posicionado de forma tática para realizar a abordagem, mas teriam sido surpreendidos com tiros. Por isso, revidaram e acabaram baleando os suspeitos. Eles foram socorridos e encaminhados para o Hospital Regional de Cáceres, mas acabaram morrendo logo após darem entrada.

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No local da ação, 4 armas foram apreendidas, entre elas duas pistolas e dois revólveres calibre 38. Além disso, os policiais afirmaram que dentro das mochilas estavam vários tabletes de pasta base, que somaram 90 kg, além de 3,2 kg de cloridrato de cocaína e 5 kg de ácido bórico. A droga foi avaliada em R$ 2 milhões.

Segundo o Gefron, a área onde aconteceram as mortes é visada pelos traficantes, especialmente para a passagem de ‘mulas humanas’, que são responsáveis em transportar a droga da Bolívia para o Brasil.

Mortos durante caçada

Com essas duas novas mortes, sobre para 6 o número de bolivianos mortos na fronteira em menos de 50 dias. No dia 11 de agosto, outros 4 chiquitanos foram mortos pelo Gefron. O fato gerou revolta nas autoridades bolivianas e, claro, na comunidade de San José de La Fronteira.

Familiares das vítimas informaram que o grupo foi morto após sair para caçar, mas o Gefron afirmou que os policiais reagiram a um tiroteio às margens da BR-070, em Cáceres. Há ainda uma versão de que eles estavam em posse de drogas, que não foram encontradas.

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Otavio Ventureli(com ascom)

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