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Morre aos 92 anos na Santa Casa de Misericórdia de Batatais SP o bispo emérito de São Felix do Araguaia MT Dom Pedro Casaldáliga

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O Bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), Dom Pedro Casaldáliga morreu neste sábado (8) aos 92 anos. Ele estava internado em Batatais (SP).

O religioso ficou conhecido por suas posições políticas e pelo trabalho pastoral ligado a causas como a defesa de direitos dos povos indígenas e o combate à violência dos conflitos agrários.

A morte de Casaldáliga foi confirmada pela Prelazia de São Félix do Araguaia, Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria (Claretianos) e a Ordem de Santo Agostinho (Agostinianos).

Com problemas respiratórios agravados pelo Mal de Parkinson, Casaldáliga foi levado de Mato Grosso para o interior de São Paulo na noite de terça-feira (4) em uma unidade de terapia intensiva(UTI) montada dentro do avião.

Um terceiro exame – complementar a outros dois realizados em Mato Grosso – descartou que o paciente tenha contraído Covid-19.

Na tarde de sexta-feira (7), segundo o último boletim médico divulgado, o paciente estava com infecção no pulmão, em um quadro clínico grave e ele respirava com ajuda de aparelhos.

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Velório

O velório deve ocorrer em três locais: o primeiro, a partir de 15h deste sábado(08), na capela do Claretiano – Centro Universitário de Batatais, em Batatais, São Paulo.

O segundo velório está previsto para ocorrer em Ribeirão Cascalheira (MT), a partir de segunda-feira (10). O terceiro e último velório será em São Félix do Araguaia.

Otavio Ventureli(da redação)

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Abatido, Governador Mauro Mendes fala sobre a estrondosa vaia que recebeu em discurso durante visita do Presidente Bolsonaro à Sinop MT e Sorriso MT

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Abatido, o Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes(foto), falou nesta sexta-feira(18) sobre as estrondosas vaias que recebeu em Sinop MT e Sorriso MT, durante a visita do Presidente Jair Bolsonaro à Região.

O chefe de Estado afirmou que ter 30 pessoas o vaiando não muda nada em sua conduta. Além disso, o Mendes disse ainda que em meio  às vaias tinham muitos servidores públicos e cidadãos comum, o que se torna natural na visão dele, uma vez que, ele não tem intenção de agradar a todos os mato-grossenses. Vaia sempre foi um tormento para políticos.

“Não tenho a pretensão de agradar 100% dos mato-grossenses. Quem toma a decisão correta agrada alguns, mas desagrada outros. As minhas decisões sempre foram para a maioria. Quando se toma decisões para a maioria, desagrada uma minoria. Não se conserta um estado quebrado como estava Mato Grosso fazendo média”, desabafou Mendes.

Mauro Mendes destacou durante discurso que foi preciso tomar algumas decisões rígidas contra ruralistas, entre outras áreas, e que, muitos deles estavam hoje na frente do palanque o aplaudindo e afirmou que haviam servidores público no meio que o vaiaram. “Tive que tomar decisões duras contra os produtores, comércio e indústria. Hoje, os produtores que estavam na frente me aplaudiram o tempo todo. É obvio que no meio tinha muitos servidores, cidadãos comuns. Isso é natural. Gestão se faz para maioria. Se desagrada alguns, tem o direito de se manifestar”, disse.

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O governador justificou o protesto em Sinop e Sorriso dizendo que a população está revoltada por conta das medidas tomadas por ele nos últimos dias. “As pessoas estão vaiando pois tive que tomar medidas duras. Ter 30 pessoas me vaiando não muda em nada a minha conduta. Isso não me irritar”, concluiu.

Visita de Bolsonaro a MT

Em sua passagem pelo Mato Grosso nesta sexta (17), o presidente Jair Bolsonaro, ntregou títulos rurais e participou do lançamento da safra de soja 2020/2021.

Em discurso, Bolsonaro minimizou a dimensão das queimadas  que assolam os três biomas de Mato Grosso, atingindo quase 20% do Pantanal e que avança no Cerrado e na Amazônia. Em outro momento, voltou a fazer comentários polêmicos sobre a pandemia da Covid-19 e considerou “conversinha mole” o isolamento social ao destacar o setor do agronegócio por “não ter parado”. Ele parabenizou o Estado por não cumprir o isolamento social.

“Vocês não pararam durante a pandemia, vocês não entraram naquela conversinha mole de ‘fica em casa e a economia a gente vê depois’, isso é para os fracos. O vírus, eu sempre falei, era uma realidade e que tínhamos que enfrentá-lo perante aquilo que não podemos fugir”, disparou.

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