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País sem rumo: Operação Miastenia da PF caça bandidos que estão comercializando remédios sem o registro da Anvisa

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A Polícia Federal deflagrou em atuação conjunta com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a Vigilância Sanitária de Cuiabá, a Operação Miastenia, na manhã desta quarta-feira (3), com o objetivo de reprimir o comércio irregular de medicamentos de origem estrangeira. Três mandados foram cumpridos na empresa em Cuiabá. 

De acordo com as informações da assessoria de imprensa da PF, as investigações começaram após uma apreensão no Aeroporto Internacional de Campo Grande/MS de várias caixas de medicamento de origem argentina. O remédio tem princípio ativo a ‘Neostigmina’.

A carga estava desacompanhadas de documentação que comprove a sua entrada regular no território nacional. Durante a investigação, foi apurado que a empresa destinatária da mercadoria apreendida, sediada na capital mato-grossense, não possui registro na ANVISA e comercializa os produtos estrangeiros para distribuidoras de medicamentos e hospitais localizados em outros Estados brasileiros.

Com base nos dados levantados, os policiais federais e agentes de fiscalização da ANVISA e da Vigilância Sanitária de Cuiabá/MT cumprem 3 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande/MT.

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O nome da Operação se deve ao emprego da “neostigmina” na melhora sintomatológica de uma doença denominada Miastenia Gravis.

 

Otavio Ventureli(da redação com Ascom)

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Lei de vereador garante atendimento prioritário a pessoas com deficiência ou doenças não visíveis

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Linha Fina: Com a iniciativa, o presidente da Comissão de Saúde, vereador Dr. Luiz Fernando, busca incentivar o uso do Cordão de Girassol por pessoas portadoras destes problemas

Sancionada a Lei nº 6.851/2022, que institui a Semana Municipal de Conscientização do Uso do Cordão de Girassol, a ser celebrada anualmente, na semana do dia 21 de setembro, em conformidade com o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

De autoria do vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), a norma, sancionada pelo Executivo, busca incentivar o Uso do Cordão de Girassol por pessoas com deficiências ou doenças não visíveis para sinalizar a necessidade de atendimento prioritário.

Com a iniciativa, Luiz Fernando, que é presidente da Comissão de Saúde da Câmara do Legislativo, busca incentivar o uso do objeto por pessoas portadoras destes problemas. E também, estimular a capacitação de profissionais para prestar atendimento a este público, bem como, conscientizar a população de que àquele que faz o uso do Cordão de Girassol, carece de atenção especial.

“Por meio desta lei, vamos garantir maior conforto e diminuir as situações de estresse para aqueles que, por alguma condição pré-determinada, não suportam situações rotineiras como aglomerações, sons elevados ou mesmo longos períodos de espera”, explica o vereador ao enfatizar que o Cordão de Girassol também significa um sinal de empatia com o próximo.

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Em ascensão em todo o mundo, o Cordão de Girassol foi criado há aproximadamente seis anos, em Londres: é uma faixa estreita de tecido ou material equivalente, verde, com desenhos de girassóis – para sinalizar a preferência de atendimento e suporte diferenciado a este público.

Conforme a lei federal Nº 6.842, de 29 de abril de 2021, as doenças não visíveis – são as que não são imediatamente identificadas, a exemplo de autismo, Transtorno de Déficit de Atenção (TDA), transtornos ligados à demência, Doença de Crohn, colite ulcerosa e fobias extremas.

Márcia Martins / Assessoria de Imprensa de Gabinete

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