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Passados dois meses do assassinato brutal da adolescente Isabele no Alphaville até agora nenhuma previsão de punição dos envolvidos

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A família de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, morta pela amiga da mesma idade com um tiro na cabeça, publicou um vídeo em homenagem a adolescente, dois meses após a tragédia no Condomínio Alphaville, em Cuiabá.

O vídeo de quase cinco minutos de duração foi compartilhado no Instagram pela prima de Isabele, Lara Santiago, e possui quase 15 mil visualizações. No texto, a familiar cita o pesadelo que todos enfrentam com a morte da garota e cobra justiça.

“Hoje completa dois meses que a vida da Bele foi violentamente interrompida. Desde a hora que ela se foi, tudo para a minha família virou melancolia, indignação e tristeza. O silêncio tem invadido nossas horas e a nostalgia abraça nossos pensamentos com uma força atroz”, diz trecho da publicação.

A prima conta também que está inconformada com a forma que Isabele foi assassinada pela amiga. “Talvez estivéssemos mais conformados se pelo menos soubéssemos, por qual motivo ela foi morta tão estupidamente. Talvez estivéssemos vivendo o luto em paz se a realidade nos mostrasse todos os envolvidos pagando por tudo que fizeram com ela”.

“Há dois meses estamos vivendo um pesadelo e clamamos por justiça. Há dois meses recolhemos nossos cacos e vestimos uma armadura para lutarmos por ela. Há dois meses uma mãe chora por ter seu coração destroçado. Há dois meses nossas vidas mudaram para sempre. Há dois meses não ouvimos mais a risada gostosa dela, não temos suas músicas tocando pela casa, não mais dividimos o prazer de compartilhar suas experiências da adolescência”, acrescenta.

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Lara completa dizendo que Isabele era uma menina bondosa e inteligente. “Eu poderia ficar aqui escrevendo linhas e linhas citando as suas qualidades. Mas agora, tudo que escrevo é um pedido desesperado por justiça”.

A adolescente de 14 anos, responsável pelo disparo que matou Isabele, no dia 12 de julho, responderá por ato infracional análogo a homicídio doloso. Concluiu-se na investigação que ela, no mínimo, assumiu o risco ao apontar a arma para o rosto da amiga e não verificar se a arma estava pronta para o disparo.

A sua pena máxima, conforme o delegado Wagner Bassi, poderá ser uma internação de até três anos, em estabelecimento educacional. Isso pode ocorrer durante o processo ou somente após a conclusão dos trabalhos na Justiça. Em casos envolvendo adolescentes, não há prisão.

As investigações mostraram que a versão apresentada pela adolescente de 14 anos não condiz com o que se apurou e com o que consta nos laudos da perícia.

Em sua versão, a adolescente conta que estava com o case em suas mãos, quando foi ver o que Isabele estaria fazendo no banheiro do seu quarto. Em dado momento, o objeto teria se desequilibrado e caído.

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A menor então conta que abaixou para pegar a arma, enquanto equilibrava o case na outra mão. Neste momento, o disparo teria acontecido, de forma – supostamente – acidental.

Porém, o laudo aponta que o case não tem nenhum vestígio de sangue, assim como a segunda arma, que estava dentro do objeto. Além disto, perícia feita anterior já apontou que o disparo foi feito com a arma estando entre 30 e 40 centímetros do rosto da vítima.

Teoricamente, de acordo com os respingos de sangue, a perícia conclui que deveria haver vestígios dos flúidos no case ou na segunda arma, o que não aconteceu.

 

Otavio Ventureli(da redaçãocom OD)

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Forças de Segurança da PF e da Polícia Militar de MT confirmam que Índios libertaram 14 turistas reféns em aldeia de Paranaíta MT

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Forças de Segurança da Polícia Federal e da Polícia Militar do Estado MT confirmaram na manhã desta terça-feira(29),  a libertação na noite desta segunda-feira(28-foto) dos 14 turistas que estavam reféns dos indígenas Ikpeng, da Aldeia Rawo, dentro do Parque Nacional do Xingu, na região de Paranaíta, em Mato Grosso.

Os mineiros e goianos estavam no local desde domingo (27), quando entraram na área da reserva por enganno enquanto voltavam de uma pescaria.

De acordo com as informações, equipe da PM foi até a aldeia na tarde desta segunda-feira (28) e junto com as equipes da Polícia Federal e da Fundação Nacional do Índio (Funai), passaram a negociar a libertação do grupo, que tinha pessoas de Minas Gerais e Goiás.

O acordo só foi feito por volta das 19h, quando eles resolveram libertar o grupo de forma pacífica e sem nenhum confronto.  Polícia Federal informou que vai investigar a prática de pesca ilegal dentro da reserva indígena.

Apesar dos relatos de que os índios pediam uma quantia de R$ 35 mil para liberarem os turistas, à imprensa, a Funai destacou que o caso não era um sequestro, e sim de invasão á terra indígena.

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Otavio Ventureli(da redação com assessorias)

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