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Perícia confirma que houve relação sexual antes do crime envolvendo homem encontrado morto em sua residência em Sorriso MT

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A morte de Alfredo Dias de Castro Neto, 48, encontrado sem vida em sua casa, na última quarta-feira (2), em Sorriso, Mato Grosso, pode ter motivação passional.

Durante a perícia no local do crime e na vítima, os profissionais da Politec encontraram material genético no órgão genital da vítima, apontando que houve relação sexual antes do crime.

Responsável pelo caso, o delegado Nilson Farias(foto) disse que desde os primeiros momentos da investigação, ele apontou que a Alfredo pode ser bissexual ou homossexual, pois o fato é que ele estava em companhia de outro homem na noite do crime.

O material genético encontrado no corpo do comerciante foi colhido pela Perícia Oficial e será encaminhado para exames. O objetivo é identificar o autor, mesmo que já exista a suspeita de quem seja ele.

Acontece que, na noite de terça-feira (1), Alfredo estava reunido com uma testemunha, em companhia do possível suspeito do crime. Ele foi encontrado sem roupa e com duas marcas de faca no pescoço.

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O corpo de Alfredo foi levado para o Maranhão, onde sua família mora. Ele mantinha um comércio de açaí ao lado de sua residência. Apesar de alguns de seus pertences terem sumidos da sua casa, a polícia descarta latrocínio.

“Nesse caso específico, a pessoa não matou para roubar. Não foi com esse objetivo. Foi posterior”, destacou o delegado. A investigação está em andamento e novas diligenciais devem ocorrer ao longo da semana.

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Levantamento da Secretaria de Segurança Pública de MT aponta que crimes não autorizados de intimidade sexual aumentaram 367% no Estado

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Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) apontou que as principais ocorrências envolvendo vítimas femininas em Mato Grosso reduziram entre os meses de janeiro e agosto, em relação ao mesmo período do ano passado. Em contraponto, o número de feminicídios no estado aumentou 40%.

Já os casos que configuram o Artigo 216-b do Código Penal, que é produzir, filmar ou fotografar por qualquer meio conteúdo com cena de nudez ou ato sexual sem permissão dos participantes, tiveram aumento de 367%, passando de três casos em 2019 para 15 casos neste ano.

Conforme a tenente coronel da Polícia Militar, Jane Souza Melo, grande parte das ocorrências foram motivados por crimes passionais ou sob influência de álcool. Ela ressaltou ainda que antes das agressões, os primeiros sinais são os abusos psicológicos, incluíndo xingamentos e humilhações.

O crime mais comum, que é a ameaça, teve redução de 14%, com 11.640 casos este ano e 13.524 em 2019, seguido de lesão corporal, com queda de 10%, com 6.115 casos contra 6.759 no ano passado.

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“Diante de uma possível ameaça, é possível ligar no 190  ou entrar em contato com o Poder Judiciário. A dependência financeira pode gerar muitas vezes essa omissão, mas está sendo melhorada a questão de oferecer um abrigo para essas mulheres. Dizem que em briga de marido e mulher não se mete a colher, mete-se a colher sim porque precisamos fazer esse combate de uma forma eficaz”, pontuou.

Os casos de assédio sexual também registraram uma queda considerável de 31%, sendo que 106 casos ocorreram este ano e 154 casos no mesmo período do ano passado. O levantamento leva em consideração vítimas femininas entre 18 e 59 anos.

Já a porcentagem dos casos de estupro de vulnerável aumentaram cerca de 6%, com 33 casos no estado e seis na Capital. A psicóloga Flaviane Camargo afirmou que no período da pandemia, as denúncias de violência domésticas não são facilmente registradas devido ao isolamento.

“O ideal é procurar alguém de confiança, conhecido, familiar ou vizinho que possa auxiliar em uma situação de alerta e possa ajudar a pedir socorro. Combine sinais de emergência e deixe o celular sempre próximo, tendo em mente recursos por redes sociais, ter telefones de emergência de forma facilitada”, destacou.

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Outros crimes cometidos contra a mulher, mas que são menos comuns também registraram aumento, como é o caso da importunação sexual, que teve 130 registros este ano contra 121 casos no ano passado, e da inviolabilidade domiciliar que aumentou de quatro casos no ano passado para 15 casos este ano, aumento de 275%.

 

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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