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Polícia Civil mobiliza 05 Delegados e 30 agentes para investigar execuções de dois advogados mortos a tiros no próprio Escritório

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A Polícia Civil de Goiás designou cinco delegados e 30 agentes para investigarem o assassinato de dois advogados na tarde desta quarta(28) dentro do próprio escritório, no setor aeroporto, em Goiância.

Foram mortos a tiros os criminalistas Marcus Aprígio Chaves, que é filho do desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás Leobino Valente Chaves, ex-presidente do TJGO, e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis. Eles atuavam no escritório do tio de Marcus, o desembargador aposentado Arivaldo da Silva Chaves.

O caso já em investigação aponta que o crime tem característica de execução, planejada previamente. Segundo informações preliminares, os homens marcaram antecipadamente uma consulta com os advogados. Na sala, dispararam dois tiros na nuca de cada um dos advogados. Os suspeitos não foram identificados.

Ataque à sociedade

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás foi avisada pouco após o crime. O vice-presidente Tales José Jayme e representantes da Comissão de Direitos e Prerrogativas foram ao local acompanhar o caso.

Em entrevista, o presidente da CDP, Davi Soares, afirmou que a instituição vai acompanhar as investigações do assassinato que pode estar ligado ao exercício da advocacia. “Se houver esses indícios, entendemos que é também um ataque à sociedade”.

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Rigor da lei

Em nota, o governador Ronaldo Caiado avisa que também determinou ao secretário de Estado de Segurança Pública, Rodney Miranda, que mobilize as forças de segurança para promover uma apuração célere do caso. “Como governador do Estado e pai de família, asseguro que o ocorrido será apurado com todo o rigor da Lei. Não mediremos esforços para prender os responsáveis por este ato tão bárbaro”.

Luto oficial

Decreto assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Walter Carlos Lemes, decretou luto oficial de três dias pela morte do filho de Leobino Valente Chaves, Marcus Aprígio Chaves, e do advogado Frank Assis.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com rotajuridica)

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Greve de agentes penitenciários de MT nesta quinta pode provocar caos no sistema prisional do Estado com risco de violência e rebeliões

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Nenhum governo deu valorização ao policial penal”, disparou Silva Rodrigues Filho, diretor do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen) em Várzea Grande MT, região metropolitana de Cuiabá.

Nesta quinta-feira (3), policiais penais se reuniram na Cadeia Pública em protesto para pedir aprovação da PEC 05 e valorização salarial.

“A gente quer a PEC 05. Ela já está em tramitação na Assembléia Legislativa. Foi aprovada em primeira votação e queremos que seja votada como na primeira [vez], sem alteração. O movimento é isso: para aprovação da PEC e para a valorização salarial. Aprovada a PEC, estruturando a carreira de policial penal, vai entrar a valorização penal. A gente sabe da Lei Federal que barra os aumentos até 31 de dezembro de 2021, mas a gente entende que a Assembléia e o Governo de Estado podem fazer essa votação no decorrer em 2021. Pode aprovar uma lei de carreira já com a nossa valorização salarial para ser implementada em 2022”.

Silva afirmou que a categoria vem lutando por melhorias no salário desde 2015. A luta até o momento não possui sucesso visto que, segundo ele, nenhum governo deu algum tipo de valorização aos policiais. “A gente vem brigando por melhorias de salários desde 2015. Nenhum governo – passou Pedro Taques e agora Mauro Mendes – nenhum deu algum tipo de valorização ao policial penal”.

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Representante da categoria e autor da PEC que cria a categoria da Polícia Penal, o deputado João Batista (Pros) disse que a manifestação é positiva, pois os policiais estão há anos lutando pela regulamentação. O parlamentar, inclusive, conseguiu uma agenda na Casa Civil para discutir o assunto e deve se reunir com Mauro Carvalho ainda nesta manhã.

“Uma reunião já foi marcada com a Casa Civil e isso deve ser colocado em pauta para não se tornar um entrave ainda maior. Vai comigo nessa reunião a Jacira da Costa, presidente do sindicato, e seremos recebidos pelo Mauro Carvalho. O governo não gosta de manifestação, mas a categoria é uma das que mais sofreu. Por isso eles precisam olhar para nós”, comentou João Batista durante o primeiro dia de manifestação.

A manifestação na Cadeia Pública do Capão Grande é o segundo ato de protestos feito pelos policiais penais nesta semana. Nesta quarta-feira, a categoria fechou as entradas do Centro Político Administrativo.

Com isto, o acesso dos servidores aos prédios públicos acabou sendo impedido, o que causou um trânsito bastante lento na avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA).
Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

 

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