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Policia Federal deve ouvir nesta sexta(25) depoimentos de familiares de índia morta por tiro supostamente acidental durante caçada

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Uma índia da etnia Bororo, identificada como Marinalva Zaqueimae Corezomae, 33, morreu após levar um tiro durante uma caçada dentro das terras da Aldeia Umutina, em Barra do Bugres, no Mato Grosso.

A Vítima estava com a família durante a caça e acabou sendo confundida com possível animal.

Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu em uma unidade de saúde da cidade. Conforme as informações da Polícia Civil, a caça ocorria por volta das 12h desta quinta-feira (24).

Os indígenas saíram em caça por dentro das suas terras, quando o grupo se dividiu. Em determinado momento, Marinalva foi atingida por um tiro na clavícula. Ela foi socorrida pelos familiares e levada até uma unidade de saúde que atende os índios, na região da Aldeia Piapó.

Lá, foi colocada em uma ambulância e encaminhada em estado grave para o Pronto-Socorro de Barra do Bugres MT. Quando a equipe médica se preparava para o atendimento, perceberam que a vítima já estava sem sinais vitais.

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Polícia Civil esteve no local  e, por se tratar de uma indígena, acionaram os órgãos federais. Família deve ser ouvida ainda nesta sexta-feira (25).

 

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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“Seo Moreira” de 64 anos “amigo” da família é acusado de estuprar menina de 10 anos que contou detalhes das agressões

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Pedófilo de 64 anos foi denunciado, acusado de estuprar uma menina de 10 anos, em Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso.

“Seo Moreira”, como é conhecido, é amigo da família da vítima desde 2016. Ele já tem passagens pelo mesmo crime, sendo acusado de estuprar a própria enteada.

De acordo com as informações, a tia da vítima foi quem descobriu que os abusos ocorreram e contou para a mãe dela. Disse ainda para que ela conversasse com a filha, pois temia que ela tivesse sofrido mais coisas.

Para a mãe, a menina contou detalhes de como os abusos aconteceram. Segundo a menina, o agressor aproveitava momentos como, banho no rio, por exemplo, para cometer os abusos.

Ele colocava o pênis para fora da roupa e fazia contato com o corpo dela. Também beijava sua boca, além de pegá-la no colo para esfregar em seu corpo.

A denunciante acredita que os abusos acorram há 3 anos. O caso foi registrado na delegacia da cidade, onde a Polícia descobriu que há contra o agressor outros registros de estupro, um deles foi cometido contra a ex-entiada quando ela era menor.

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O crime será investigado pela Polícia Civil. Como não há flagrante, o pedófilo não foi preso.

 

 

Otavio Ventureli(com GD)

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