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Polícia Federal volta a garimpo e queima maquinário avaliado em R$ 3 milhões

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A Polícia Federal de Mato Grosso realizou uma operação, neste domingo (17), no combate a extração ilegal de minérios, na Terra Indígena Sararé, Garimpo “Babalu” e Cooper Pontes, na região do município de Pontes e Lacerda.

Segundo a assessoria de imprensa da PF foram apreendidas e incineradas seis escavadeiras hidráulicas, que juntas, são avaliadas em R$ 3 milhões.

A ação teve apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e da Fundação Nacional do Índio (Funai) e faz parte da segunda parte, da Operação Alfeu III. De acordo com a Polícia Federal, a operação é considerada a segunda maior operação ambiental do Brasil, e a maior de Mato Grosso.

Durante a primeira parte, realizada no início de outubro, os agentes obtiveram êxito em localizar 21 escavadeiras hidráulicas, das quais 19 foram inutilizadas e duas foram destinadas a instituições públicas.

Neste domingo, ao retornarem ao local constataram que as atividades continuavam e apreenderam e incineraram outras seis.

 

Operação Alfeu III

A terceira fase da operação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. Além das 21 escavadeiras, os policiais também encontraram outros veículos.

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Foram inutilizados ainda 3 veículos de passeio, um quadriciclo, três motos e 80 motores estacionários, quatro barcos, insumos, e toda a estrutura utilizada na atividade ilegal.

Ocorreu ainda a prisão de uma pessoa em razão do porte ilegal de arma de fogo e com ela foi apreendido ouro proveniente da exploração ilegal.

A ação de encerramento da atividade garimpeira, somente foi possível, pela integração dos órgãos de fiscalização e repressão.

 

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Pesquisa da CDL aponta que consumidor tem usado nome de terceiros para fazer compras em Sinop

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Muitas pessoas recorrem a amigos e familiares para realizar compras a prazo quando estão com problemas de crédito.
O empréstimo de nome é uma atitude solidária, mas que pode acarretar prejuízos e constrangimentos.
De acordo com estudo, a prática é utilizada, principalmente, por quem está com dificuldades de acesso ao crédito ou enfrenta imprevisto e não conta com uma reserva de emergência.
A Pesquisa realizada pelo Centro de Informações Socioeconômicas da Unemat em parceria com a CDL buscou levantar os dados em Sinop.
A apuração contou com uma amostra de 200 entrevistados, um nível de significância estatística de 95,0% e um erro amostral de 5.0%.
Foi perguntado aos consumidores se haviam realizado alguma compra nos últimos 12 meses utilizando nome de terceiros.
Aproximadamente 19% dos consumidores afirmaram que fizeram compras utilizando outro nome durante este período. Outro questionamento é se eles emprestam ou emprestariam o “nome’ para compras por terceiro. Cerca de 15% dos entrevistados afirmou que sim, outros 81% dos consumidores disseram que a modalidade emprestada é o cartão de crédito.
O nome negativado é a causa da maioria, 16% dos entrevistados disse que este é o pedido para empréstimo do cartão.
Este cenário apresentado demostra que se tornou um meio comum. As pessoas precisam comprar, consumir e muitas vezes não tem o dinheiro, recorrendo ao empréstimo do nome para efetuar uma compra.
“Tem que ter o cuidado para quem emprestou, também não fique inadimplente, que ai acaba prejudicando ambos”, comentou o economista Feliciano Azuaga.

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(Infográfico)

Por Julio Tabile/Comunicação CDL

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