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Polícia investiga agressão a médico que após reunião para alertar sobre os riscos da pandemia no País e pedir “lockdown” foi agredido a socos

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A Polícia paranaense abriu investigação para apurar as agressões sofridas por um médico, depois de uma reunião que tratou dos riscos da pandemia no Brasil. O caso foi denunciado nesta segunda-feira. O CRM PR vê com preocuoação o incidente.

O CASO

O médico infectologista José Eduardo Panini denunciou

nesta segunda(1º) ter  sido agredido por conhecidos após alertar sobre os riscos do estágio crítico da pandemia no Brasil.

Em suas redes sociais, o médico relatou que recebeu “chutes e socos” na última sexta (26) pouco depois de uma reunião para determinar o que seria fechado conforme decreto que prevê a suspensão de atividades não essenciais no Paraná.

“Ao alertar os riscos a pessoas conhecidas, a resposta que me foi dada foram chutes e socos, enquanto um me segurava o outro me agredia. Enfim pessoas assim que ajudaram situação chegar onde está!”, publicou Panini em seu Instagram junto a uma foto em que exibe os ferimentos no rosto.

O governo paranaense anunciou na sexta o fechamento dos serviços não essenciais até o dia 8 de março. O decreto também proibiu a circulação de pessoas em espaços públicos entre 20h e 5h. As medidas foram tomadas após em razão do aumento expressivo de casos de Covid-19 no estado e da alta ocupação de leitos de UTI da rede pública, acima de 90%.

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Em seu post, o médico ainda disse que, apesar da agressão, ele não desanima e continua defendendo as medidas de restrição no combate à pandemia. Panini também valorizou as vacinas e mostrou apoio aos profissionais da saúde em meio ao pior momento da crise sanitária no país.

Panini é formado pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) e infectologista com residência médica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Também é especialista em infectologia pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e foi professor do curso de medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no campus de Toledo.

O Conselho Municipal de Saúde de Toledo condenou, em nota, o ataque ao médico e cobrou que os autores sejam identificados e punidos.

“Salientamos que o Conselho repudia qualquer ato de violência e em se tratando do atual momento da pandemia, a qual (sic) servidores atuam incansavelmente para salvar vidas aqui em Toledo, assim como no mundo todo, atos desse tipo apontam total desrespeito com o próximo e só traz prejuízos a todos os que estão na luta para que isto um dia vire apenas história”, afirmou.

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Otavio Ventureli(da redação com epoca)

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Governo de Mato Grosso recebeu até esta terça(13) do Ministério da Saúde mais de 608 mil doses de vacina contra a Covid 19

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O Governo de Mato Grosso recebeu, até esta terça-feira (13), 618.760 doses das vacinas contra Covid-19 do Ministério da Saúde e já distribuiu 617.084 aos 141 municípios do Estado, ou seja, 99,7% do total recebido.

Após a distribuição de forma célere aos 14 Escritórios Regionais de Saúde, cabe a cada município fazer a retirada do imunizante, organizar o agendamento e a aplicação da vacina junto aos grupos prioritários.

Das 618.760 doses disponibilizadas aos municípios, as prefeituras aplicaram 355.323 (57%), sendo 268.218 como primeira dose e 87.105 como segunda dose.

Os 10 municípios que mais aplicaram vacinas, considerando o percentual de doses aplicadas em relação às doses recebidas, foram: Aripuanã (93%), General Carneiro (86%), Jaciara (86%), Rondolândia (81%), Planalto da Serra (81%), Juína (79%), Conquista D’Oeste (78%), Sorriso (78%), Alto Boa Vista (77%) e Nortelândia (76%).

Considerando as vacinas destinadas à população indígena, alguns municípios podem registrar as doses aplicadas nas aldeias localizadas em territórios vizinhos e ultrapassar o limite de 100% da aplicação.

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A Vigilância Estadual ainda alertou que a utilização das segundas doses como primeira dose pode comprometer o esquema vacinal da população do município, considerando o fornecimento e as orientações feitas pelo Ministério da Saúde.

Sobre a distribuição

Na força-tarefa da vacinação, cabe ao Governo do Estado fazer a logística de distribuição, que é definida pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT), composta por membros do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A escolta dos materiais até os 14 polos de distribuição é feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), além das Polícias Federal e Rodoviária Federal e o Ministério da Defesa. Em alguns casos onde há necessidade, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) disponibiliza sua frota aérea para dar celeridade à distribuição.

É importante ressaltar que o Governo Federal define o total de doses que cada estado recebe. Essa definição ocorre de acordo com a quantidade de pessoas que pertencem aos grupos prioritários e não pela quantidade absoluta da população. Ou seja, estados com o maior número de idosos e profissionais de saúde recebem mais vacinas nesse primeiro momento.

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Otavio Ventureli(da redação com secom mt)

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