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Polícia investiga mulher que abortou gêmeos e enterrou os fetos nos fundos do quuintal de casa; presa, mãe de 24 anos confessa o crime

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Um aborto levou uma mãe a enterrar os filhos natimortos em cova rasa, nos fundos de casa.

Os dois fetos eram de gêmeos, de uma gravidez que a mulher, que não teve o nome revelado, ainda vai explicar à Polícia.

A Polícia quer saber se ela foi vítima de maus tratos ou outros tipos de crime.

Os dois fetos, segundo a Polícia Militar, foram encontrados enterrados nos fundos da casa da mulher, de 21 anos, na tarde de segunda-feira (1º), no bairro Novo Tempo, em Cuiabá, depois de uma denúncia anônima.

A liberação dos dois fetos foi acompanhada por policiais da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), que já estão investigando o caso.

A mulher contou aos policiais que estava com cinco meses de gestação gemelar (gravidez de mais de um feto), quando entrou em trabalho de parto, durante a madrugada de quinta-feira (25).

Os bebês, segundo ela, do sexo masculino, nasceram sem vida (natimorto). Ela afirmou que, sem saber o que fazer com os fetos, foi orientada pela mãe a enterrar os bebês no quintal de casa.

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A mãe ainda apresentou aos policiais  documentos comprovando que ela estava fazendo os exames de pré-natal. Ela afirmou que o pai dos bebês não mora com ela.

Os policiais da Deddica acionaram a equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção (DHPP) para as providências cabíveis. O procedimento investigativo da DHPP também será encaminhado para Deddica.

 

 

Otavio ventureli(da redação com assesoria)

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Preocupação do Governador Mauro Mendes é cuidar da população neste período angustiante de pandemia; no momento oportuno, reeleição

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No decorrer da pandemia, o Governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes, tem afirmado reiteradamente que neste momento a sua maior preocupação é cuidar das pessoas acometidas do Coronavírus.

Assuntos relacionados a eleição do próximo ano ficam para outro momento. “vamos aliviar primeiro o sofrimento das pessoas infectadas por este vírus”, afirma o Governador.

Mas já começam a surgir políticos com pretensão em disputar a vice-governadoria no próximo ano ao lado do Chefe do Executivo de MT, Mauro Mendfes. É o caso da ex-Prefeita de Sinop MT, Rosana Martinelli,  que não pretende sair da política

Apesar do recuo na disputa pela reeleição ano passado por questões familiares, ela não esconde que está com folego total para enfrentar as urnas de novo em 2022. Rosana já recebeu convites de várias siglas, como o MDB, e é cotada para concorrer a cargos como deputada federal, estadual e até vice-governadora. Mas a decisão depende ainda de articulações e avaliação do cenário.

“Tem essa possibilidade de concorrer a vice-governadora ao lado de Mauro Mendes  e é o que eu gostaria, mas temos que construir a candidatura”, revelou ela ao  nesta quinta (22). Ela ainda lembrou que desde Iraci França foi eleita vice-governadora em 2002, Mato Grosso não tem uma mulher no cargo.

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Com boa avaliação, Rosana era considerada a favorita na corrida pela Prefeitura, mas recuou no dia seguinte do lançamento da candidatura alegando que precisava se dedicar à família. Em janeiro deste ano ela perdeu o marido, Osmar Martinelli, que desde 2004 recebia tratamento em homecare devido às sequelas de uma meningite que o deixou com paralisia motora.

“Foram momentos muito difíceis e ainda é, mas sinto que preciso continuar e não vou deixar a vida profissional de lado”, afirma.

Além do convite do líder do MDB, ela conta que também avalia convites do PSL e do Republicanos, de Adilton Sachetti. Contudo, ainda depende de conversas com o senador Wellington Fagundes (PL) e não descarta continuar no PL para disputar na chapa de Mauro, que deve ir à reeleição.

Mas Wellington ainda não decidiu se vai mesmo concorrer ao Senado ou se vai disputar, novamente, a eleição para o governo do estado. Na última eleição, em 2018, ele concorreu com Mauro e ficou em segundo lugar.

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“Se ele (Wellington) for ao governo, podemos fazer essa análise sobre ir para o MDB ou outro partido. Mas se for ao Senado, podemos compor com o governador”, avalia.

Apesar de ter rompido com o deputado federal Juarez Costa (MDB) por discordar da candidatura dele à Prefeitura, Rosana não vê problemas em ser correligionária do ex-aliado. Ela entende que as diferenças foram pontuais e que o parlamentar pode ajudar a aumentar a representatividade da região Norte do estado.

“Não tenho nada pessoal contra ele. Naquele momento defendi que ele deveria continuar ajudando Sinop como federal e não voltar a ser prefeito. Ele não gostou da minha posição. Defendo que temos que ampliar a representatividade”.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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