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Policia procura assassino de mulher cujo desaparecimento ocorreu dia 02 de agosto e corpo encontrado no sábado dentro de uma cisterna

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Das 44 mulheres assassinadas neste ano em Mato Grosso, 35 foram vítimas de crime de feminicídio.  A última vítima foi a jovem Laura de Souza, de 28 anos, desaparecida desde o dia 2 passado.

O corpo de laura, segundo a Polícia Militar, foi localizado dentro de uma cisterna, em uma chácara na zona rural da cidade de Santa Cruz do Xingu, no Mato Grosso.

Laura trabalhava em um bar, no bairro Morada Feliz, na cidade. Ela saiu com um homem em uma moto no dia 2. Avisando que iria voltar logo, a jovem não levou o telefone celular, dificultando as buscas para a sua localização.

A família recebeu a informação de que Laura havia ido para a chácara do homem com quem foi vista pela última vez de moto, e acionou a Polícia Militar na tarde de sexta-feira (11).

O corpo foi localizado dentro da cisterna abandonada. A Polícia Civil fez a liberação do cadáver, depois da perícia preliminar de agentes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

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A causa da morte só será conhecida após a necropsia feita pelo Instituto Médico Legal (IML), que deve sair nos próximos 30 dias. A assassino ainda não foi preso.

Enquanto 25 mulheres foram mortas em crime de feminicídio em 2019, neste ano, 35 mulheres já foram mortas em pouco menos de oito meses. Os dados são s da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Os gráficos mostram que os feminicídios aumentaram 40% de janeiro a agosto deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Levantamento da Secretaria de Segurança Pública de MT aponta que crimes não autorizados de intimidade sexual aumentaram 367% no Estado

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Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) apontou que as principais ocorrências envolvendo vítimas femininas em Mato Grosso reduziram entre os meses de janeiro e agosto, em relação ao mesmo período do ano passado. Em contraponto, o número de feminicídios no estado aumentou 40%.

Já os casos que configuram o Artigo 216-b do Código Penal, que é produzir, filmar ou fotografar por qualquer meio conteúdo com cena de nudez ou ato sexual sem permissão dos participantes, tiveram aumento de 367%, passando de três casos em 2019 para 15 casos neste ano.

Conforme a tenente coronel da Polícia Militar, Jane Souza Melo, grande parte das ocorrências foram motivados por crimes passionais ou sob influência de álcool. Ela ressaltou ainda que antes das agressões, os primeiros sinais são os abusos psicológicos, incluíndo xingamentos e humilhações.

O crime mais comum, que é a ameaça, teve redução de 14%, com 11.640 casos este ano e 13.524 em 2019, seguido de lesão corporal, com queda de 10%, com 6.115 casos contra 6.759 no ano passado.

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“Diante de uma possível ameaça, é possível ligar no 190  ou entrar em contato com o Poder Judiciário. A dependência financeira pode gerar muitas vezes essa omissão, mas está sendo melhorada a questão de oferecer um abrigo para essas mulheres. Dizem que em briga de marido e mulher não se mete a colher, mete-se a colher sim porque precisamos fazer esse combate de uma forma eficaz”, pontuou.

Os casos de assédio sexual também registraram uma queda considerável de 31%, sendo que 106 casos ocorreram este ano e 154 casos no mesmo período do ano passado. O levantamento leva em consideração vítimas femininas entre 18 e 59 anos.

Já a porcentagem dos casos de estupro de vulnerável aumentaram cerca de 6%, com 33 casos no estado e seis na Capital. A psicóloga Flaviane Camargo afirmou que no período da pandemia, as denúncias de violência domésticas não são facilmente registradas devido ao isolamento.

“O ideal é procurar alguém de confiança, conhecido, familiar ou vizinho que possa auxiliar em uma situação de alerta e possa ajudar a pedir socorro. Combine sinais de emergência e deixe o celular sempre próximo, tendo em mente recursos por redes sociais, ter telefones de emergência de forma facilitada”, destacou.

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Outros crimes cometidos contra a mulher, mas que são menos comuns também registraram aumento, como é o caso da importunação sexual, que teve 130 registros este ano contra 121 casos no ano passado, e da inviolabilidade domiciliar que aumentou de quatro casos no ano passado para 15 casos este ano, aumento de 275%.

 

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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