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Polícia tenta localizar homem suspeito de matar ex-esposa após ir ao banco sacar auxílio emergencial e mulher ser encontrada morta

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A Polícia está empenhada no sentido de localizar e prender um homem que, supostamente, matou Maria José Alves da Silva, 40 anos,  encontrada morta em um lago, localizado num sítio da cidade de Nova Marilândia, em Mato Grosso,  na quinta-feira (26).

A mulher, segundo os familiares, saiu para sacar o auxílio emergencial com o ex-marido e não deu mais informações aos parentes. O homem é o principal suspeito de ter assassinado a vítima.

Familiares disseram que Maria estava desaparecida desde a manhã de terça-feira (24) quando saiu com o suspeito e uma conhecida para ir à cidade de Diamantino MT.

Eles teriam ido ao município fazer o saque do auxílio emergencial, benefício concedido pelo governo federal para trabalhadores informais durante a pandemia de Covid-19.

No período vespertino do mesmo dia, a vítima e o suspeito retornaram a Nova Marilândia e deixaram a conhecida na residência dela.

Em seguida, o casal saiu no carro de Maria, um Gol cinza. Eles disseram que iriam para uma casa na cidade de Santo Afonso MT.

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Porém, os familiares não conseguiram ter mais contato com a mulher. A filha de Maria foi à delegacia e registrou uma denúncia pelo desaparecimento da mãe.

Na quinta-feira, policiais foram até um lago na zona rural de Nova Marilândia e encontraram o corpo de Maria. No local, os agentes ainda localizaram uma caixa de som, latas de cerveja vazias e um celular.

O suspeito fugiu. Policiais saíram em rondas, mas o homem está desaparecido. O carro da vítima também não foi localizado.

Já o corpo de Maria foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser realizado exame de necropsia.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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Indio que matou com requintes de crueldade um funcionário da FUNAI em Água Boa MT há 20 anos é preso pela Polícia Federal em Barra do Garças

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O Cacique Marvel Xavante, autor do homicídio contra o ex-chefe da Fundação Nacional do Índio (Funai), de Água Boa, Floriano Márcio Guimarães, ocorrido há 20 anos, em Mato Grosso está preso desde esta quarta-feira(20) no cadeião da cidade de Barra do Garças, região leste do Estado.

O mandado de prisão expedido pela Justiça Federal, foi cumprido pela Polícia Federal, sediada em Barra do Garças.

O cacique já foi julgado em 2011 e condenado à pena de 12 anos, 5 meses e 10 dias de prisão pelo crime de homicídio qualificado. Nesse período conseguiu recorrer, ganhou habeas corpus e ficou movendo recursos até 2019, quando o processo transitou em julgado, não cabendo mais recursos.

Com a ordem de prisão expedida novamente, os policiais buscavam pelo xavante, que foi localizado e preso. “A Polícia Federal ressalta que reconhece a organização social, os usos, costumes e tradições, bem como a pluralidade étnica-cultural das diversas comunidades indígenas”, explicou a PF.

Porém, o órgão ressaltou que os indígenas que se encontram em pleno gozo de seus direitos civis e possuem grau de cultura e estágio adequado, são plenamente responsáveis por suas ações e que “por isso são responsabilizados penalmente por crimes cometidos, com todas as imposições legais”.

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Dentro desse cenário, o chefe da Delegacia da PF em Barra, Murilo de Oliveira, explica que permanecerá atuante e, sendo necessário, atuará de forma dura para repreender os crimes cometidos por quaisquer pessoas, incluindo indígenas. “A exemplo de extorsões, violência de toda ordem em desfavor de servidores, bem como saques de cargas em rodovias”.

Servidor decapitado

Marvel Xavante foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) quando era cacique da Aldeia Tritopa, em Água Boa MT, onde Floriano era servidor e atuava na demarcação de terras.

O crime teria ocorrido durante uma viagem até Nova Nazaré, Floriano teria sido imobilizado por Marvel, que usou um canivete para degolá-lo. Seu corpo foi encontrado na aldeia por um dos moradores. A motivação do crime, apontou o órgão federal, foi disputa pela terra.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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