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Secretaria de Saúde de MT notifica 560 novas confirmações de casos de coronavírus e 134 internações em UTIs públicas nesta sexta

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (27), 158.084 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 4.120 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 560 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 158.084 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 5.653 estão em isolamento domiciliar e 147.862 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 134 internações em UTIs públicas e 148 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 33,25% para UTIs adulto e em 17% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (34.835), Rondonópolis (11.674), Várzea Grande (11.201), Sinop (8.265), Sorriso (6.754), Lucas do Rio Verde (6.166), Tangará da Serra (6.085), Primavera do Leste (5.267), Cáceres (3.624) e Nova Mutum (3.350).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19.

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O documento ainda aponta que um total de 123.482 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 123 amostras em análise laboratorial.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

 

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Presidente apela aos caminhoneiros para que não entrem em greve na segunda-feira(1º) e que estuda alternativas para diminuir impostos

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O presidente Jair Bolsonaro apelou aos caminhoneiros para que não levem adiante a greve do setor, marcada inicialmente para a próxima segunda-feira(1º), e afirmou que o governo estuda alternativas para reduzir o Pis/Cofins para reduzir o preço do diesel, mas que a solução não é fácil.

“Estamos buscando alternativas, reconhecemos o valor do caminheiro para economia do Brasil, apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, sem exceção. Agora a solução não é fácil”, disse ao sair de uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Bolsonaro confirmou que o governo estuda alternativas para reduzir o impacto do PIS/Cofins no diesel, mas que cada centavo de redução representa 800 milhões de reais que precisam ser encontrados em outro lugar.

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Para cada centavo no preço do diesel, que por ventura nós queremos diminuir, no caso Pis/Cofins, equivale a buscarmos em algum outro local 800 milhões de reais. Então, não é uma conta fácil de ser feita”, disse. Ao ser questionado quando o governo teria uma resposta, acrescentou: “Não dá para dizer porque você olha o impacto, multiplica 33 centavos por 800 milhões, dá 26 bilhões mais ou menos, é um volume bastante grande.”

Além do aumento do diesel, os caminhoneiros reclamam do baixo valor da tabela de pisos do frete, que teve um reajuste de cerca de 2,5%. A tabela foi criada no governo de Michel Temer, em 2018, quando uma greve de caminhoneiros parou o país por 10 dias e foi responsável, segundo o governo, por um PIB 1,2 ponto percentual menor do que deveria ter sido.

“Apelo para eles que não façam isso que todos nós vamos perder, você vai causar um transtorno na questão da economia, que estamos vivendo uma época de pandemia, olha o que nós passamos no ano passado, estamos passando ainda”, disse.

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“Eu apelo a todo o chefe de governo, de Estado, de município, que não vão para o lockdown que também atrapalha. E o Brasil não tem para onde correr mais, nossa dívida interna está na casa dos 5 trilhões, a nossa capacidade de endividamento tem um limite e temos que botar a economia para funcionar.”

Bolsonaro voltou a desafiar os governadores a baixar também o ICMS do diesel, como fez em 2019. Apesar de falar do alto impacto da redução do Pis/Cofins, disse que o governo estaria disposto “a ir para o sacrifício”, mas esperaria também uma redução do ICMS, que é cobrado pelos Estados.

“O diesel, o preço realmente nas refinarias, o preço está razoável, tem variado muito pouco, mas até ele sair da refinaria e chegar na bomba de combustível, ele tem ICMS, imposto que é o mais caro em termos de combustível no Brasil, e tem também a margem de lucro, tem transportadora, tem muito monopólio no meio disso”, afirmou ainda.

 

 

Otavio Ventureli(da redação Brasilia)

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