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Secretário Estadual de Saúde testa novamente positivo para o Covid 19 e segue internado na UTI do Hospital Albert Einstein em São Paulo

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O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo(FOTO), testou novamente positivo para a Covid-19 e segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Albert Einsten, em São Paulo.

Contudo, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a reinfecção pelo vírus não foi confirmada pela equipe médica.

Em junho, Gilberto foi diagnosticado com Covid-19. Essa nova testagem pode ser apenas uma  carga residual do vírus, ainda referente a primeira infecção.

No último sábado (28), Gilberto recebeu diagnóstico de pneumonia e na noite de segunda-feira (30) ele foi internado em um leito de UTI em Cuiabá.

Já na terça-feira (1), o secretário foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Em nota, a SES explicou que o secretário está sendo avaliado por uma equipe médica especializada e que o quadro clínico ainda passa por análises.

De acordo com a Pasta, Gilberto trata de sintomas do coronavírus e permanece estável, com auxílio de medicamentos e tratamento fisioterapêutico.

O secretário é considerado grupo de risco por ser diabético e portador da doença de Crohn, uma inflamação no trato gastrointestinal.

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NOTA DO GOVERNO DE MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso esclarece que o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, está sendo avaliado por uma equipe médica especializada e que, até o momento, não é atestada a reinfecção pela Covid-19. Houve um segundo exame que apontou a detecção do coronavírus, mas os médicos ainda avaliam o quadro clínico do secretário.

No momento, é realizada uma série de exames que visam radiografar os detalhes da situação clínica de Figueiredo. O secretário trata de sintomas do coronavírus e passa pelo monitoramento do quadro da Doença de Crohn. Figueiredo permanece estável e recebe assistência clínica por meio de medicamentos e auxílio fisioterápico.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

 

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Indio que matou com requintes de crueldade um funcionário da FUNAI em Água Boa MT há 20 anos é preso pela Polícia Federal em Barra do Garças

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O Cacique Marvel Xavante, autor do homicídio contra o ex-chefe da Fundação Nacional do Índio (Funai), de Água Boa, Floriano Márcio Guimarães, ocorrido há 20 anos, em Mato Grosso está preso desde esta quarta-feira(20) no cadeião da cidade de Barra do Garças, região leste do Estado.

O mandado de prisão expedido pela Justiça Federal, foi cumprido pela Polícia Federal, sediada em Barra do Garças.

O cacique já foi julgado em 2011 e condenado à pena de 12 anos, 5 meses e 10 dias de prisão pelo crime de homicídio qualificado. Nesse período conseguiu recorrer, ganhou habeas corpus e ficou movendo recursos até 2019, quando o processo transitou em julgado, não cabendo mais recursos.

Com a ordem de prisão expedida novamente, os policiais buscavam pelo xavante, que foi localizado e preso. “A Polícia Federal ressalta que reconhece a organização social, os usos, costumes e tradições, bem como a pluralidade étnica-cultural das diversas comunidades indígenas”, explicou a PF.

Porém, o órgão ressaltou que os indígenas que se encontram em pleno gozo de seus direitos civis e possuem grau de cultura e estágio adequado, são plenamente responsáveis por suas ações e que “por isso são responsabilizados penalmente por crimes cometidos, com todas as imposições legais”.

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Dentro desse cenário, o chefe da Delegacia da PF em Barra, Murilo de Oliveira, explica que permanecerá atuante e, sendo necessário, atuará de forma dura para repreender os crimes cometidos por quaisquer pessoas, incluindo indígenas. “A exemplo de extorsões, violência de toda ordem em desfavor de servidores, bem como saques de cargas em rodovias”.

Servidor decapitado

Marvel Xavante foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) quando era cacique da Aldeia Tritopa, em Água Boa MT, onde Floriano era servidor e atuava na demarcação de terras.

O crime teria ocorrido durante uma viagem até Nova Nazaré, Floriano teria sido imobilizado por Marvel, que usou um canivete para degolá-lo. Seu corpo foi encontrado na aldeia por um dos moradores. A motivação do crime, apontou o órgão federal, foi disputa pela terra.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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