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Servidoras do MTPrev participam de palestras sobre prevenção do câncer de mama

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Servidoras do Mato Grosso Previdência participaram, nesta quinta-feira (21.10) de uma tarde de palestras sobre a prevenção do câncer de mama, em alusão à campanha Outubro Rosa. O encontro promovido pela gerência de Gestão de Pessoas da autarquia, foi conduzido pelas convidadas, a médica mastologista e ginecologista obstetra Fabiana Muniz, a nutricionista Carla Queiroz e a servidora da Casa Civil Élissa de Deus, que contou a sua história de vida e superação contra dois cânceres de mama.

As palestrantes explicaram que este tipo de tumor, na maioria das vezes, não é hereditário. O estilo de vida sedentário, a má alimentação e a obesidade são os principais fatores de risco de desenvolvimento deste câncer. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 66.280 novos casos foram diagnosticados no país em 2020, passando a ser o tipo que mais acomete e mata mulheres no Brasil.

A nutricionista Carla Queiroz, ressaltou que o baixo consumo de alimentos frescos e o elevado consumo de alimentos processados, ricos em açúcar e em gordura saturada são fatores associados à incidência e recorrência do câncer. A recomendação é comer frutas e legumes diariamente e menos produtos industrializados, mantendo um equilíbrio saudável, sem seguir “dietas da moda”. “Descasque mais e desembale menos”, orienta.

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Segundo a doutora Fabiana, para todas as mulheres, o ideal é manter uma rotina anual de exames, com o ultrassom da mama para as mais jovens, e a partir dos 40 anos, a mamografia, além de avaliação hormonal. O autoexame mensal também é essencial, pois conhecer a própria mama ajuda a perceber qualquer alteração, como afundamentos, texturas e nódulos.

As palestrantes reforçaram que a prática de atividade física, no mínimo 3 vezes por semana, e a redução do estresse, também diminuem os riscos.

Vencedora da luta contra a doença, a servidora estadual Élissa de Deus destacou a importância de falar sobre o assunto e lembrar às mulheres que se descoberto no início, o câncer de mama tem 90% de chance de ser curado.

“Eu realmente descobri o meu câncer em um autoexame, e foi a partir da postagem de uma amiga [na internet] que descobri esse câncer, que veio aos 32 anos. O Outubro Rosa é importante para que as mulheres se lembrem de se tocar e de que necessitam procurar um médico pelo menos uma vez ao ano, porque hoje em dia nós sabemos que o câncer tem cura”, afirma.

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Para a servidora Rosana Leite de Almeida, o evento foi especial, pois além de levar informações importantes, foi uma oportunidade de rever as colegas que estavam afastadas devido à pandemia.

“Precisamos cuidar da nossa saúde. A nutrição é preventiva e curativa. Vimos na palestra algumas coisas que a princípio podem assustar, mas isso é bom para que a gente procure se autoexaminar e evitar ir ao médico somente quando a situação já está no pior. E mesmo se ficarmos doentes, a Élissa nos ensinou que devemos enfrentar com positividade”, concluiu Rosana.

Fonte: GOV MT

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Pesquisa da CDL aponta que consumidor tem usado nome de terceiros para fazer compras em Sinop

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Muitas pessoas recorrem a amigos e familiares para realizar compras a prazo quando estão com problemas de crédito.
O empréstimo de nome é uma atitude solidária, mas que pode acarretar prejuízos e constrangimentos.
De acordo com estudo, a prática é utilizada, principalmente, por quem está com dificuldades de acesso ao crédito ou enfrenta imprevisto e não conta com uma reserva de emergência.
A Pesquisa realizada pelo Centro de Informações Socioeconômicas da Unemat em parceria com a CDL buscou levantar os dados em Sinop.
A apuração contou com uma amostra de 200 entrevistados, um nível de significância estatística de 95,0% e um erro amostral de 5.0%.
Foi perguntado aos consumidores se haviam realizado alguma compra nos últimos 12 meses utilizando nome de terceiros.
Aproximadamente 19% dos consumidores afirmaram que fizeram compras utilizando outro nome durante este período. Outro questionamento é se eles emprestam ou emprestariam o “nome’ para compras por terceiro. Cerca de 15% dos entrevistados afirmou que sim, outros 81% dos consumidores disseram que a modalidade emprestada é o cartão de crédito.
O nome negativado é a causa da maioria, 16% dos entrevistados disse que este é o pedido para empréstimo do cartão.
Este cenário apresentado demostra que se tornou um meio comum. As pessoas precisam comprar, consumir e muitas vezes não tem o dinheiro, recorrendo ao empréstimo do nome para efetuar uma compra.
“Tem que ter o cuidado para quem emprestou, também não fique inadimplente, que ai acaba prejudicando ambos”, comentou o economista Feliciano Azuaga.

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(Infográfico)

Por Julio Tabile/Comunicação CDL

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