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Sogra do Presidente da AL de MT dona Lourdes morre aos 69 anos nesta quarta(02) vítima de câncer no fígado diagnosticado em 2019

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A sogra do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Deputado Eduardo Botelho, dona Lourdes Bussanello de Meira(foto) faleceu na manhã desta quarta-feira (2), em um hospital particular, em Cuiabá, aos 69 anos.

Lourdes lutava contra um câncer de fígado desde o ano de 2019 e completaria 70 anos em 9 de setembro.

Em nota, o presidente da Assembleia Legislativa descreveu a sogra como uma “mulher guerreira, carinhosa, amada por todos e que lutou intensamente” contra a doença.

Botelho, lamentou, profundamente, nesta quarta-feira (02), a perda de sua sogra, Lourdes Bussanello de Meira, de 69 anos.

Ela veio a óbito nesta manhã, após lutar contra um câncer no fígado desde o ano passado. Botelho revela que a sogra – que estava internada no Hospital São Mateus, em Cuiabá -, foi uma guerreira.

“Dona Lourdes foi uma mulher guerreira, carinhosa e amada por todos”.  Ainda ao lembrar que Lourdes completaria 70 anos agora no dia 9 de setembro.

“Lembraremos para sempre os momentos felizes que ela nos proporcionou, sempre com muito carinho e atenção. […] Que Deus, na sua infinita bondade, conforte a todos nós familiares, especialmente, a minha esposa Sônia, e que a receba com muita luz!”, ainda disse Botelho, por meio de nota.

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Ainda em postagem no seu Instagram, Botelho diz que “Deus, na sua infinita bondade, conforte a todos nós familiares, especialmente, a minha esposa Sônia, e que a receba com muita luz!”

 

Otavio Ventureli(da redação com  ascom)

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Prefeito de municipio de Mato Grosso é preso por agentes do Naco e Gaeco no interior de agência bancária suspeito de receber propina

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O Prefeito de Rondolândia, municipio de Mato Grosso,  Agnaldo Rodrigues de Carvalho foi preso na manhã desta quarta-feira (30) dentro de uma agência bancária, pelo Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco-Criminal), com auxílio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), por suspeita de receber parte dos salários dos médicos que prestavam serviço à Secretaria de Saúde da cidade.

Carvalho já era investigado pela Polícia Civil pelo crime de corrupção e, com base nas provas colhidas no inquérito, o desembargador Marcos Machado, atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, que pediu a prisão preventiva dele.

Além do prefeito, a ex-secretária de Saúde da cidade, Kátia Monteiro, também é alvo da investigação. Segundo apurado, ambos receberam propina do empresário Nélio de Matos Júnior em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando o fornecimento de serviços de plantão médico.

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O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do que o  previsto no contrato e a diferença ele repassava ao prefeito e à ex-secretária de Saúde. No mês de agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão policiais do Naco e do Gaeco conseguiram apreender com Nélio de Matos Júnior, uma agenda e  anotações constando a “contabilidade” da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

Segundo o delegado Rodrigo Azem, que comanda o Grupo Operacional do Naco, depois de ser apreendido todo esse material o empresário resolveu confessar o esquema criminoso.  “Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém estamos apurando tudo”, afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho fugiu da cidade ao perceber  a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidos não apenas documentos, mas, também armas e munições irregulares.

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MOTIVOS DA PRISÃO

De acordo com a ordem judicial, a prisão preventiva ocorrida nesta quarta feira(30)  busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a  aplicação da lei penal e, também,  por conveniência da instrução criminal.

Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso, no prazo máximo de quinze dias, será apresentada a denúncia  criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.

 

 

Otavio Ventureli(com ascomPJC)

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