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Bandidos da facção CV sequestram 4 homens na noite desta quarta(09) por “entenderem” que todos seriam integrantes da facção rival PCC

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Integrantes do Comando Vermelho (CV) sequestraram 4 homens no bairro da Manga em Várzea Grande MT, por “acharem” que todos eram do Primeiro Comando da Capital (PCC) na noite desta quarta (9).

As vítimas foram torturadas, baleadas e depois deixadas amarradas em um matagal na BR-163, próximo ao municipio de Jangada MT , até serem resgatadas pela concessionária Rota Oeste que prestou os primeiros socorros e acionou a Polícia Militar.

De acordo com o boletim de ocorrência (BO), as vítimas que têm, 20,26, 28 e 32 anos, relataram que foram contratados por uma empresa e estão em Várzea Grande há apenas uma semana. Quando foi na noite desta quarta(09) foram surpreendidas por quatro homens fortemente armados por volta das 20h. Os bandidos queriam saber se eles eram do PCC.

Durante os “depoimentos”, foram torturadas, amarradas e colocadas no porta mala de um Nissan Levinia grande, que inclusive pertence à empresa que os contratou. Eles foram levados para um local desconhecido onde sofreram novas a agressões e em seguida conduzidos novamente até uma região de mata.

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Retirados do carro, os homens foram colocados de joelhos e alvejados por tiros de calibre .380 e .40. Apenas uma vítima não foi alvejada, pois conseguiu se desvencilhar dos tiros.

Quando os bandidos foram embora, uma das vítimas, mesmo ferida, conseguiu escapar e chegar à BR-163. Porém, devido aos ferimentos, caiu na pista, sendo resgatado por equipe da Rota Oeste, concessionária do trecho, na beira da estrada.

Ao ser socorrido, ele que estava ferido com três tiros nas pernas, informou aos socorristas que três pessoas estavam amarradas na mata e feridas. Diante da situação a concessionária acionou a Polícia Militar, que, quando chegou, pediu reforço e entrou na mata com o objetivo de localizar os outros feridos.

Minutos depois, foi localizado o restante das vítimas, sendo uma ferida na perna esquerda, nas costas e na região pélvica. Já a segunda vítima levou tiros no rosto e dois nas costas.

A quarta vítima estava mais adiante e conseguiu se esquivar dos tiros. Duas das vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro de VG e a terceira para o PS de Cuiabá. Não há informações se o veículo foi localizado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Otavio Ventureli(da redação com rdnews)

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11 pessoas são denunciadas pelo MPE MT por formação de organização criminosa com objetivo de roubar recursos públicos da AL MT

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPE) acionou 11 pessoas e uma empresa em processo proveniente da Operação Convescote, que desmantelou organização criminosa envolvendo servidores com o propósito de desviar recursos da Assembleia Legislativa (ALMT) e do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) por meio  de convênios firmados com a Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual  (Faespe). Há suspeita de fraude no valor de R$ 421 mil.

São alvos Marcos José da Silva, Jocilene Rodrigues de Assunção, Marcos Antônio de Souza, Elizabeth Aparecida Ugolini, Márcio José da Silva, Marcelo Catalano Correa, Lázaro Romualdo Gonçalves de Amorim, Tschales Franciel Tschá, Sued Luz, Odenil Rodrigues de Almeida, Hallan Gonçalves de Freitas e a empresa HG de Freitas ME.

Segundo o MPE, no período compreendido entre os anos de 2015 e 2017, Marcos José da Silva e Jocilene Rodrigues de Assunção, com a colaboração dos demais, constituíram uma organização criminosa estruturalmente ordenada para saquear os cofres públicos.

Marcos José era Secretário-Executivo de Administração do Tribunal de Contas de Mato Grosso, cargo comissionado do alto escalão do órgão público. Jocilene, esposa de Marcos, atuava como “prestadora de serviços” do escritório da Faespe em Cuiabá.

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Conforme o MPE, o casal, aproveitando das funções nas referidas instituições e da existência de convênios firmados pela Faespe com a ALMT e com o TCE, cooptaram várias pessoas para que, mediante a criação de empresas de fachada, desviassem recursos públicos.

A contratação fantasma foi o que ocorreu com a HG de Freitas ME. Em vista da contratação, a empresa apresentou relatório de atividades e emitiu notas fiscais, as quais foram depois remuneradas com dinheiro público, no total de R$ 421.320,00, sendo R$ 114.920,00 provenientes do convênio do TCE e R$ 306.400,00 do convênio da ALMT.

“Desse modo, não há dúvidas de que os valores repassados para a pessoa jurídica HG DE FREITAS ME nos Convênios nº 001/2014 (TCE) e nº 002/2015 (ALMT), isto é, o montante de R$ 421.320,00 (quatrocentos e vinte e um mil trezentos e vinte) se constitui tanto em dano ao erário (pois os órgãos públicos remuneraram serviços inexistentes) quanto em enriquecimento ilícito dos réus, que dele se locupletaram, aproveitando-se dos cargos e funções que desempenhavam nas entidades públicas ou a elas vinculada por contrato/convênio”, afirmou o MPE.

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Otavio Ventureli(com assessoria)

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