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Traficante autorizado a viver no Brasil desde 2015 é preso neste domingo pela Polícia Federal; colombiano era sócio de empresa de andaimes

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O traficante colombiano do cartel de Medellín Efe Sullivan Loaiza Durango(foto), de 36 anos, preso por agentes da PF neste domingo(02) em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, vivia no Brasil há mais de cinco anos.

O nome de Durango aparece numa lista publicada no Diário Oficial da União em julho de 2015, no Governo Dilma Roussef,  como um dos vários estrangeiros autorizados, pela Secretaria Nacional de Justiça, a permanecer no país.

Apontado como um dos coordenadores da logística da compra, venda e transporte de cocaína, morfina, heroína e metanfetamina da Colômbia para os Estados Unidos, Durango tinha negócios no Rio.

Desde outubro do ano passado, ele é sócio-administrador de uma empresa de montagem de andaimes em Duque de Caxias, onde foi capturado. Segundo agentes da PF, no entanto, o traficante ganhava a vida no Brasil como agiota e, mesmo foragido, seguiu trabalhando para o cartel de Medellín e recebendo lucros provenientes da venda de drogas.

Durango foi condenado em 2019, nos Estados Unidos, pelo crime de tráfico de drogas e associação criminosa. Segundo a acusação, os crimes teriam sido praticados na Flórida entre 2015 e 2016. Ele estava na lista de foragidos da Difusão Vermelha da Interpol.

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O mandado de prisão contra o traficante foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), formulado pelo Escritório Central Nacional da Interpol em Brasília. Durango levantou suspeitas da PF quando tentava regularizar sua permanência no Brasil. Agentes brasileiros, então, começaram a fazer buscas sobre o colombiano e descobriram que ele estava foragido nos Estados Unidos.

A localização e prisão do estrangeiro foi realizada pelos policiais federais lotados no Núcleo de Cooperação Policial Internacional (Interpol/RJ), com apoio da equipe da PF lotada no Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/PF) e do Centro de Cooperação Policial Internacional do RJ. Durango foi encaminhado ao sistema prisional até ser extraditado para os Estados Unidos, onde vai cumprir a pena a que foi condenado.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com extrario)

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Seleção feminina de vôlei do Brasil vence Turquia por 3 sets a 1 neste domingo e pega o Japão na semifinal da Liga das Nações

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O jogo deste domingo contra a Turquia seria um treino de luxo para a seleção feminina de vôlei, que já estava classificada em segundo lugar para a semifinal da Liga das Nações.

Mas o time do técnico Zé Roberto Guimarães não tirou o pé do acelerador e venceu por 3 sets a 1, parciais de 25/18, 25/16, e 25/27, 25/14.

Com a primeira fase definida, o Brasil enfrentará o Japão na semifinal. A Turquia encara os Estados Unidos.

Além da vitória, o Brasil pode comemorar sua boa atuação. Com saque agressivo e jogando com velocidade, a seleção venceu uma das equipes mais fortes do torneio com autoridade. Natália jogou um set e meio e foi bem, marcando seis pontos e mostrando desenvoltura em quadra após se recuperar de cirurgia no dedo da mão.

Mesmo com a definição do segundo lugar na tabela, Zé Roberto optou por escalar o time considerado titular, com exceção de Carol, que sente a coxa e que foi substituída por Bia. Aliás, foi no saque da meio que o Brasil abriu 5 a 1 no primeiro set.

O serviço do Brasil foi uma boa arma, dificultando muito a recepção turca. Nos contra-ataques, Macris conseguiu imprimir muita velocidade e a seleção foi abrindo cada vez mais vantagem. Em bola chutada, Gabi fez 13 a 6. Aí a Turquia abriu a fábrica de erros. Quase sempre errava o passe e quando conseguia passar, errava no ataque. O Brasil não tinha nada com isso e seguia forçando o saque e botando no chão os contra-ataques. O time europeu melhorou no fim do set, mas a seleção tinha tanta vantagem que fechou em 25 a 18.

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O segundo set começou com muitos rallys e parecia que seria mais equilibrado. Mas logo o Brasil achou o caminho para abrir vantagem. Garay parou Erdem no simples. Bia fez um ace e abriu 8 a 3. O jogo melhorou de nível e as duas equipes passaram a trocar pontos. Karakurt era a principal arma turca, enquanto Gabi e Tandara comandavam o ataque brasileiro.

Em linda trama brasileira, Gattaz puxou tempo atrás, perto da antena, mas quem recebeu foi Tandara logo atrás dela. A bola foi tão rápida, que a oposta bateu sem bloqueio e fez 20 a 13. Aí a equipe turca se perdeu de vez em quadra e Bia fez o ponto final para fechar em 25 a 16.

Com o 2 a 0 do Brasil, ficou definido que a seleção enfrentaria o Japão nas semis e a Turquia pegaria os Estados Unidos já que mesmo que vencesse o jogo, o time europeu perderia para a equipe japonesa na pontuação. Então, a partida virou um grande amistoso. E começou bem equilibrada até ao oitavo ponto. Aí o Brasil conseguiu uma boa sequência, com Tandara virando dois ataques, abrindo 13 a 8. Natália entrou então no lugar de Gabi para ganhar ritmo.

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A Turquia apertou e empatou no 17 a 17 com Aydin. E foi a ponteira que fechou o contra-ataque que abriu o 23 a 21 para as turcas. Rosamaria, que entrou na inversão 5-1 bloqueou a turca e evitou o fim do set, fazendo 24 a 24. Mas em toco de Erdem em Natália a Turquia venceu por 27 a 25.

Zé manteve Natália em quadra no lugar de Gabi e Carol no lugar de Gattaz. Em ace de Garay, a seleção abriu 7 a 4. Natália foi para o saque e conseguiu quebrar o passe turco. Em uma das quinadas, Garay matou de xeque e fez 14 a 8. Com o jogo controlado, Zé colocou Ana Cristina na inversão 5-1 para atuar como oposta. E a menina de 17 anos foi bem, mostrando personalidad e atacando para fazer 23 a 15. Em ataque de Rosamaria, que havia acado de entrar no lugar de Garay, o Brasil fechou em 25 a 15 .

Otavio Ventureli(da redação esportes)

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