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Transferida para São Paulo em razão da gravidade clínica médica picada por jararaca em Nobres MT foi diagnosticada com coronavírus

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A médica Dieynne Saugo(foto)  testou positivo para coronavírus nesta sexta-feira (4). Conhecida nas redes sociais como ‘Dra. Fit’, Dieynne está internada desde domingo (30), quando foi picada por uma cobra jararaca durante um  banho de cachoeira,  em Nobres,  Mato Grosso . Na última quinta-feira (3), a médica foi transferida para São Paulo, onde a infecção por Covid-19 foi constatada.

Dieynne deixou Cuiabá na noite de quinta (3) com destino ao Hospital Albert Einstein, na Capital paulista. A médica teve complicações na coagulação do sangue e precisou realizar uma cirurgia de urgência no braço, um dos lugares picados pela jararaca.

De acordo com informações fornecidas pela família, o teste para coronavírus foi realizado assim que ela chegou em São Paulo e, infelizmente, o resultado veio positivo.

Mesmo com o diagnóstico de Covid-19, a ‘Dra. Fit’ passou pela cirurgia prevista e apresentou sangramento no braço, que foi estabilizado com medicamentos.

Dyenne foi picada duas vezes por uma cobra jararaca enquanto se divertida em uma cachoeira na região turística de Nobres MT.  As picadas foram no braço e queixo da médica.

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Segundo os familiares, a decisão de transferi-la para a Capital paulista se baseou na falta de especialistas disponíveis em Cuiabá, devido a lotação dos hospitais com a pandemia de coronavírus.

Para custear o tratamento da médica em São Paulo, orçado em cerca de R$ 300 mil, a família organizou uma “vaquina” online que pode ser acessada clicando. Até o momento a campanha arrecadou pouco mais de R$ 64 mil.

 

Otavio Ventureli(da redação com hntnoticias.)

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Em discurso na ONU nesta terça(22) Presidente Bolsonaro afirma que seu Governo é vítima de uma das mais brutais campanhas de desinformação

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O presidente Jair Bolsonaro(foto)  usou seu discurso de abertura na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, nesta terça-feira (22), para defender as políticas de seu governo diante da pandemia de coronavírus e das queimadas que devastam a Amazônia e o Pantanal.

Em vídeo gravado, com duração de menos de 15 minutos, Bolsonaro afirmou que, desde o início da crise, destacou que tanto o vírus quanto o desemprego “precisavam ser tratados igualmente” e acusou parcela da imprensa brasileira de disseminar o caos em relação à pandemia da Covid-19.

O presidente elencou medidas de seu governo, como o auxílio emergencial, e jogou a responsabilidade das regras de isolamento aos governadores -a pandemia já matou mais de 136 mil pessoas no país.

“Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema ‘fique em casa’ e ‘a economia a gente vê depois’, quase trouxeram o caos social ao país”, disse Bolsonaro.

O presidente afirmou ainda que as riquezas da Amazônia despertam interesses estrangeiros e escusos e é por isso que, em sua avaliação, a floresta é vítima do que chamou de campanhas de desinformação –ele seguiu minimizando os incêndios e negando que a gestão ambiental do governo seja negligente.

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“Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta. Mesmo assim, somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”, afirmou o presidente.

“A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil.”

Desde o ano passado, Bolsonaro sofre críticas de organizações e líderes internacionais por sua política ambiental. Nesta terça, usou o plenário da ONU para reproduzir um discurso defensivo e negacionista.

O líder brasileiro rebateu as críticas sob o argumento de que há exagero na imagem negativa divulgada no exterior em relação a sua postura diante da crise ambiental e da tragédia sanitária.

Deputados do Partido Democrata, de oposição a Donald Trump, dizem que são contrários a um acordo comercial amplo entre Brasil e EUA justamente devido ao comportamento brasileiro diante da questão ambiental e de direitos humanos.

Nos últimos dias, países europeus disseram que a postura do governo Bolsonaro em relação ao meio ambiente pode inviabilizar a confirmação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

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O governo Bolsonaro enfraqueceu a gestão ambiental do país, perseguiu fiscais, protegeu madeireiros e tentou maquiar números de desmatamento -o Brasil registra hoje incêndios na Amazônia e no Pantanal, que bateu recorde de queimadas. Recentemente, o presidente chegou a atribuir o fogo nas florestas à população indígena e à geração espontânea.

Essa é a segunda vez que Bolsonaro abre os debates da Assembleia Geral da ONU -é tradição que o presidente brasileiro faça o discurso de abertura. Desta vez, em razão da pandemia, a convenção acontece de forma parcialmente virtual e um vídeo foi enviado pelo Planalto à ONU com o pronunciamento na semana passada.

A Assembleia Geral é o principal órgão deliberativo da ONU. É lá que os representantes dos 193 países-membros da organização se reúnem para discutir assuntos que afetam as comunidades internacionais, e todos têm direito a voto.

Além de Bolsonaro, discursam nesta terça outros 30 chefes de Estado. O presidente americano, Donald Trump, foi o segundo a fazer seu pronunciamento. Os discursos continuarão ainda na quarta (23).

 

 

Otavio Ventureli(de Brasília)

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