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Vereadora Michelly Alencar faz balanço positivo do primeiro ano de mandato

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Secom CMC

Um ano de muito trabalho em defesa da população de Cuiabá, assim a vereadora Michelly Alencar (DEM) resume o seu primeiro mandato na Câmara Municipal. A parlamentar ganhou destaque por seu trabalho nas fiscalizações das ações da Prefeitura e defesa das áreas da saúde, educação, social, defesa da mulher e esporte.
 
No total, a vereadora apresentou 13 projetos de lei, sendo quatro aprovados, 2 anteprojetos, 145 requerimentos e 3.786 indicações. “Nós vemos que nosso trabalho tem dado resultado. Nós apontamos as falhas e sugerimos alterações e, pela pressão, elas acontecem. Eu entrei para a política com o propósito de trabalhar pela população, de fazer a diferença. Acordo todos os dias com o objetivo de dar o meu melhor”, disse a vereadora.
 
Defesa da mulher
 
Uma das bandeiras da vereadora é a “saúde da mulher”. Depois de denunciar que as unidades básicas de saúde não estavam realizando o exame papanicolau, exame preventivo básico para a prevenção de câncer de colo de útero, a prefeitura fez compra emergencial para compra dos kits para a realização do exame.
 
Além disso, a vereadora apresentou dois projetos de lei que visam melhorar o atendimento na rede pública de saúde para as mulheres. Uma das propostas cria a Política Municipal de orientação, diagnóstico e tratamento da endometriose. A doença causa dores intensas e infertilidade e embora atinja milhares de mulheres, ainda é desconhecida da grande população. Para a vereadora, o município precisa proporcionar à mulher portadora da doença acesso a medicamentos para o controle da endometriose, além de realizar campanhas de divulgação e orientação sobre a doença.
 
Outro projeto também pensado para a melhoria da saúde da mulher é que garante diagnóstico e tratamento de trombofilia, uma doença silenciosa e perigosa para as mulheres, especialmente as que estão em idade gestacional. Pela proposta, toda mulher terá direito a investigação, exame genético e tratamento caso seja diagnosticada a doença.
 
Com o objetivo de diminuir a violência contra a mulher, Michelly propôs um projeto em que condomínios e hotéis são obrigados a denunciar às autoridades caso seja presenciado casos de violência. Também está na lista de projetos voltados para mulheres a proposta que garante sala de amamentação em órgãos públicos municipais.
A parlamentar destinou emendas parlamentares a rede feminina de Combate ao Câncer, para a compra de um mamógrafo para o Centro de Especialidades Médicas de Cuiabá e apoio à instalação da sede própria do programa Patrulha Maria da Penha em Cuiabá.
 
Agora é lei
 
Um dos seus projetos aprovados e que agora é lei em Cuiabá é o que estabelece sessão adaptada de cinema para autistas. Conforme a proposta, os cinemas da capital serão obrigados a reservar uma sessão por mês com adaptações para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias, sem implicações de custos extras.
 
A diferença é que não poderão exibir comerciais e trailers, a sala ficará iluminada com luz baixa durante toda a exibição do filme, o som será reduzido para não causar desconforto ao público e a entrada do cinema será identificada com o símbolo do autismo.
 
Visando a transparência na administração pública, também é lei a proposta da vereadora que obriga a prefeitura a divulgar gastos e contratos relacionados ao combate à Covid-19.
 
Com forte atuação na área social, a vereadora conseguiu a aprovação do projeto que reconhece a Associação Sê Tu Uma Bênção como utilidade pública. A instituição acolhe idosos, pessoas em tratamento de câncer, HIV e dependentes químicos. Com esse título, eles terão mais facilidade para conseguir recursos financeiros e ajudar mais pessoas.
 
Esporte e lazer
 
Uma grande vitória deste primeiro ano de mandato foi a aprovação do projeto que garante passe livre para atletas e paratletas no transporte público municipal. O objetivo é contribuir para que jovens e crianças permaneçam em projetos esportivos.
 
De acordo com a proposta, os beneficiários devem estar registrados em uma Federação ou Associação localizada a mais de dois mil metros da residência do atleta. Todos precisarão apresentar documento de frequência nos treinos trimestralmente, podendo ser assinado pelo treinador, sensei, mestre e/ou professor responsável pelo treinamento do atleta.
 
“Eu acredito no esporte como instrumento de transformação. Nós temos muitas histórias de pessoas que tiveram a vida transformada com o esporte. É uma bandeira do meu mandato que tenho muito orgulho de defender e ficamos muito felizes com a aprovação desse projeto”,afirmou.
 
Ainda nesta área, a parlamentar também destinou emendas impositivas para ajudar projetos esportivos na capital. No dia das crianças, Michelly Alencar realizou a primeira edição do Projeto Família na Praça. Cerca de 400 pessoas participaram do evento que teve atividades esportivas, recreação, lanches e brinquedos para as crianças. “É um dia que estará marcado em meu coração. O evento foi aprovado e teve a participação da comunidade, por isso foi um sucesso. Só tenho a agradecer a todos que participaram”, disse a vereadora.
 
Denúncias geram resultado
 
Em fiscalização realizada em abril de 2021, Michelly Alencar e outros vereadores encontraram milhares de medicamentos vencidos no Centro de Distribuição de Medicamentos de Cuiabá. Como resultado deste escândalo, foi criada a CPI dos medicamentos na Câmara de Cuiabá, cujo relatório pediu o indiciamento do prefeito e mais 44 pessoas.
 
“Estivemos à frente de várias discussões a ações que impactam diretamente na vida do cidadão, como a alimentação escolar, retorno das cirurgias eletivas, descentralização da vacinação em Cuiabá e outras pautas que tinham o objetivo de melhorar a vida dos cuiabanos. Por causa da nossa atuação, cada vez mais pessoas têm nos procurado e denunciado situações. Estamos de portas abertas para ouvir e cobrar melhorias para a nossa cidade”, disse a vereadora.

Ana Rosa Fagundes/Gabinete Vereadora Michelly Alencar

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Aquisição de imóveis e locação de veículos eram utilizadas para lavar dinheiro de organização criminosa

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Há quase um ano começaram as investigações que culminaram na Operação Mandatário, deflagrada pela Força-Tarefa de Segurança Pública (FTSP-MT) para o cumprimento de 51 mandados judiciais que resultaram no sequestro de diversos bens móveis e imóveis, apreensão de dinheiro em espécie e joias e bloqueio de contas bancárias no valor de até R$ 5 milhões. As ordens judiciais foram cumpridas entre a segunda e esta terça-feira (18.01).

Entre os imóveis sequestrados estão um apartamento em edifício de alto pradrão e um prédio com 20 quitinetes. De acordo com a investigação conjunta realizada pela Polícia Civil e Polícia Federal em Mato Grosso, os imóveis e veículos sequestrados eram utilizados para lavar o dinheiro proveniente de atividades ilícitas praticadas por uma facção criminosa.

Os mandados expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá foram cumpridos em cidades dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e miram integrantes do núcleo contábil e financeiro da maior facção criminosa presente em Mato Grosso. Seis investigados foram presos preventivamente e um em flagrante.

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Modo de agir

O nome da operação faz menção à pessoa de confiança de um dos líderes e tesoureiro da facção, já preso em unidade de Mato Groos e também alvo da operação.

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O principal alvo da Operação Mandatário atuava como braço direito do tesoureiro e era responsável pela execução das ordens nas ruas, recolhimento de dinheiro, ou seja, atuava como mandatário do criminoso. Ele foi preso com mais de meio milhão de reais em espécie e se passava por advogado, mesmo sem ter concluído o curso de direito. Era responsável por recolher semanalmente o dinheiro em bocas de fumo e de outras atividades ilícitas. Depois era feita a contabilidade dos valores e o lucro distribuído entre os líderes da organização criminosa.

De acordo com o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Frederico Murta, um dos responsáveis pela investigação, a força-tarefa chegou também a outros alvos, entre eles um contador e empresários, que atuavam na lavagem, camuflagem e aplicação do dinheiro da organização criminosa.

O contador era responsável pela abertura de empresas utilizadas para lavar o dinheiro da facção e fornecia contas bancárias para que que os criminosos pudessem fazer movimentações rápidas, a fim de não deixar vestígios que pudessem atrair a fiscalização. As empresas eram criadas para movimentar vultosas quantias de dinheiro e logo depois, encerradas, com o intuito de burlar a investigação. Quando os órgãos de fiscalização detectavam as movimentações atípicas, as empresas já estavam encerradas.

Outra modalidade exercida pela organização criminosa para a lavagem do dinheiro era a locação e compra e venda de veículos, que eram adquiridos em nome de terceiros, inclusive advogados. Com a operação, foram sequestrados 15 veículos de diversos modelos.

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Conforme a Força-Tarefa neste período de quase um ano de investigação, foi apurado que a organização também lavava o dinheiro com a aquisição de patrimônio, entre eles imóveis, como casas e apartamento. Entre os imóveis sequestrados estão um apartamento em um edifício de alto padrão e um prédio com 20 quitinetes.

Sequestro de bens e apreensões

Além dos veículos, foram sequestrados sete imóveis e efetuadas 10 ordens de bloqueio de contas bancárias e de investimentos totalizando um valor estimado em cerca de R$ 10 milhões de reais.

Foram cumpridos ainda 12 mandados de busca e apreensão em residências, empresas e em um escritório de contabilidade. Durante as buscas, além de documentos, foram apreendidos uma arma de fogo, joias de alto valor e mais de meio milhão de reais em espécie.

Força-Tarefa

É composta em Mato Grosso pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Sistema Penitenciário e tem por objetivo realizar a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado no estado.

Fonte: GOV MT

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