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4 dicas para quitar suas dívidas e começar a organizar as finanças pessoais

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4 dicas para quitar todas as dívidas e começar a organizar suas finanças pessoais
Sophia Bernardes

4 dicas para quitar todas as dívidas e começar a organizar suas finanças pessoais

Mesmo com quantidade elevada de iniciantes na Bolsa de Valores (B3), ainda existe um número considerável de brasileiros endividados. Vale destacar que, antes mesmo de se tornar um investidor, é importante acertar todas as pendências.

No Brasil, existem cerca de 66,5% famílias com a necessidade de se livrar das pendências em vermelho. Sendo assim, esse índice alto está diretamente associado à falta de educação e planejamento financeiro .

Em resumo, os principais fatores que impulsionam o aumento de endividados são a crise econômica e política que o país enfrenta atualmente. Principalmente, as altas taxas de inflação, taxas de juros e aumento do desemprego

Para isso, selecionamos 4 dicas para você dar adeus ao vermelho antes de se tornar um investidor:

1 – Priorize as dívidas mais altas

Em primeiro lugar, para quitar as dívidas, é fundamental ordená-las, dando prioridade para aquelas que possuem taxas de juros mais elevadas em relação às outras. Com isso, analisando as prioridades de cada uma, seja por importância ou por conta do valor que elas carregam.

2 – Análise de gastos

A propósito, mesmo com a preocupação de se livrar das dívidas, é importante utilizar esse momento para analisar e criar um planejamento financeiro. Portanto, vale identificar todos os gastos.

3 – Troque dívidas altas por juros baixos

Em muitos casos, quitar as dívidas sozinho não é uma opção. Sendo assim, a pessoa deve pesquisar maneiras de obter linhas de crédito, ou também, negociar.

4 – Pague tudo à vista, evite parcelas

Pode não ser uma tarefa fácil, porém, uma excelente escolha é pagar todas as contas à vista. Afinal, realizar pagamentos em infinitas parcelas passa a impressão ao consumidor de que o dinheiro não está saindo da conta. Contudo, na realidade, está sim.

Ou seja, todas essas parcelas comprometem o planejamento mensal, reduzindo o dinheiro para gastos essenciais.

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Auxílio Brasil já tem propaganda, mas não tem valor ou fonte de renda definidos

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Governo reafirma fim do Bolsa Família e início do Auxílio Brasil
Reprodução: ACidade ON

Governo reafirma fim do Bolsa Família e início do Auxílio Brasil

O Ministério da Cidadania publicou neste domingo o primeiro vídeo da campanha publicitária do Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família. No entanto, o governo vive um impasse já que promete pagar R$ 400 até dezembro de 2022, mas depende do Congresso para aprovar uma manobra que altera a regra do teto de gastos e abre espaço fiscal para o benefício.

Mesmo assim, a campanha já garante o “maior programa de transferência de renda”, mostrando famílias preparando refeições, crianças na escola e trazendo o slogan “para a nossa gente transformar o País”. Promete também o início dos pagamentos em novembro. 

O ministro João Roma também se pronunciou no Twitter sobre o programa que classificou de “marco histórico”. 

“O novo programa, executado pelo Ministério da Cidadania, vai muito além de uma política pública de assistência e amparo social, reflete o compromisso do governo com a liberdade e a emancipação do cidadão”, escreveu Roma.

Demora para criar o benefício

O governo levou 14 meses para elaborar a Medida Provisória (MP) que cria o benefício , e, em agosto de 2021, o presidente Jair Bolsonaro  foi pessoalmente entregar o texto ao Congresso – sem valor específico e sem descrição da fonte de recursos. Essas incertezas fizeram com que o texto sequer fosse pautado. Se não for votada em 47 dias, a MP perde a validade.

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Até mesmo o relator do projeto na Câmara dos Deputados, Marcelo Aro, criticou a indefinição sobre o programa que chamou de “obra eleitoral”. “Quem faz mal feito, faz duas vezes. Virou a casa da mãe Joana”, disse nesta terça-feira (19), após o governo adiar o anúncio devido à  reação negativa do mercado financeiro e da  área técnica da Economia.

O arranjo final garante parcelas de R$ 400 até dezembro de 2022 para 18 milhões de famílias. Para viabilizar o aumento, a  PEC dos precatórios foi utilizada para alterar a regra de correção do teto  – que limita o crescimento de despesas à inflação – e assim abrir um espaço fiscal de cerca de R$ 83 bilhões. A manobra fez com que quatro  secretários da Economia abandonassem a pasta.

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Valores indefinidos

A comissão especial da Câmara dos Deputados começou a discutir, nesta quinta-feira (21), o relatório da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera a sistemática de pagamentos de precatórios — decisões finais da Justiça contra a União.

A proposta abre espaço de cerca de R$ 83 bilhões no teto de gastos, que limita o crescimento da despesa à inflação, e permitirá ao governo gastar mais em 2022, ano eleitoral. Isso será possível com a alteração na sistemática do teto de gastos e também no pagamento dos precatórios. 

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Para atender a pressão do governo e do Congresso por mais recursos, o relator incluiu no parecer um trecho que altera a fórmula de correção da regra fiscal do teto de gastos, que hoje é feita pela inflação acumulada em 12 meses até junho do ano anterior. Os números serão recalculados com base no índice de preços entre janeiro e dezembro

A maior parte do recurso liberado no teto será utilizada para pagar o novo programa social que irá substituir o Bolsa Família, batizado de Auxílio Brasil, que será corrigido pela inflação e terá  piso de R$ 400, entre dezembro desde ano e dezembro de 2022. 

“Os valores dos benefícios, os valores referenciais para caracterização de situação de pobreza ou extrema pobreza e as idades indicadas como público alvo do Programa deverão ser estabelecidos e reavaliados pelo Poder Executivo federal, periodicamente, em decorrência da dinâmica socioeconômica do País e de estudos técnicos sobre o tema”, diz o portal do programa.

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