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77% dos empreendedores não se sentem preparados para usar o Pix, diz pesquisa

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Luciano Rocha

Donos de negócios no Brasil ainda não se sentem, em sua maioria, prontos para operar o Pix

De acordo com uma pesquisa, 77% dos empreendedores brasileiros ainda não estão preparados utilizar o Pix , novo sistema de pagamentos do Banco Central, para realizar suas operações. 

O levantamento foi feito pela da Stone , uma empresa de pagamentos. Nele, 1.065 lojistas de todas as regiões do país e de vários setores foram entrevistados.

Desses, 64% dos donos de pequenos e médios negócios conhecem o Pix, mas ainda têm dúvidas sobre o novo sistema e sua segurança ; 32% deles revelaram que não pesquisaram muito sobre o funcionamento do serviço e, por isso, não se sentem preparados para utilizar

Outros 24% afirmam que não se sentem seguros diante das informações sobre o Pix que foram divulgadas até o momento.

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A ferramenta completa uma semana de funcionamento nesta segunda-feira (23), mais de seis milhões de transações já foram realizadas desde que o serviço foi lançado. Além disso, quase 80 milhões de chaves já foram cadastradas .

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Petrobras quer atingir neutralidade das emissões nas operações

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A Petrobras anunciou, hoje (20), sua ambição em atingir a neutralidade das emissões nas atividades sob seu controle, em prazo compatível com o estabelecido pelo Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima.

O acordo prevê a adoção de políticas climáticas voltadas à redução de emissão de gases de efeito estufa, com o objetivo de limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais até o fim do século, com esforços para 1,5°C.

A companhia também manifestou a intenção de influenciar seus parceiros a atingir a mesma ambição em campos de petróleo e gás nos quais a empresa é sócia, mas não é encarregada da operação.

“A decisão da Petrobras está alinhada ao posicionamento mundial das 12 empresas membros da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI – Iniciativa Climática para Óleo e Gás, na sigla em inglês), consórcio do qual a Petrobras faz parte desde 2018. Juntas, estas empresas representam cerca de 30% da produção global de óleo e gás e colaboram para acelerar a transição para baixo carbono. Com essa nova iniciativa, os membros ambicionam atingir a neutralidade das emissões, reconhecendo que possuem muitas, mas ainda não todas, as respostas sobre como chegar lá”, diz a nota.

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Segundo o comunicado, neste contexto, a Petrobras, como maior empresa de energia do Brasil e importante player mundial, está comprometida com a transição para uma economia global de baixo carbono.

“Nos últimos 11 anos, a companhia aprimorou em 47% sua eficiência em carbono na exploração e produção de petróleo e se estabeleceu como uma das produtoras de óleo e gás mais eficientes do mundo. Para seguirmos avançando nas reduções, estamos prevendo ainda estabelecer um programa voltado especialmente para a aceleração da descarbonização”, disse, em nota, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy.

No seu Plano Estratégico 2021-2025, a empresa prevê investimentos de US$ 1 bilhão em compromissos de sustentabilidade, envolvendo a descarbonização das operações; o desenvolvimento de combustíveis mais sustentáveis, como diesel renovável e bioquerosene de aviação; e pesquisas em energias renováveis e soluções de baixo carbono.

Edição: Fernando Fraga

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