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Apple lidera e Facebook sai do ranking das 10 melhores marcas de 2019; confira

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Facebook, de Mark Zuckerberg, saiu da lista das 10 melhores marcas de 2019

Anualmente a consultoria Interbrand faz um levantamento das melhores marcas globais, que leva em conta o valor da empresa e seu desempenho financeiro, a habilidade da marca influenciar na compra do consumidor e sua habilidade de criar lealdade com seu cliente. Como acontece há anos, as primeiras posições são recheadas de empresas de tecnologia, porém o top-10 de 2019 conta com uma ausência: Facebook.

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Segundo Daniel Binns, Interbrand CEO para a CNBC, a saída da empresa de Mark Zuckerberg se deu por conta dos diversos escândalos de quebra de privacidade que minaram a confiança do público na rede social. O auge da companhia na lista foi em 2017, quando ocupou a oitava posição. O executivo relembrou que Apple e Microsoft também sofreram com problemas de privacidade, mas lideram com a questão de maneira mais clara e direta que o Facebook.

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O top 10 é formato por, respectivamente, Apple, Google, Amazon, Microsoft, Coca-Cola, Samsung, Toyota, Mercedes-Benz, McDonald’s e Disney.

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Já entre os novos integrantes do top 100 das melhores marcas do ano estão a Dell, Uber e LinkedIn. Segundo a Interbrand , a Dell apresentou uma performance trimestral forte, tendo sua receita crescido 15% de outubro a dezembro de 2018. Já o LinkedIn se tornou uma das plataformas sociais mais usadas do mundo, bem como um dos principais instrumentos de um profissional. Já a Uber foi lembrada pelo seu pioneirismo no setor.

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Subida dos juros deve provocar desaceleração na economia, diz Guedes

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Paulo Guedes, ministro da Econimia
[email protected] (O Dia)

Paulo Guedes, ministro da Econimia

O ministro da economia, Paulo Guedes, reconheceu que a subida dos juros para combater a inflação vai provocar uma desaceleração na economia no ano que vem. Para ele, o resultado será o melhor possível a ser feito, e a política econômica está seguindo o caminho correto.

“A Faria Lima e os banqueiros estão prevendo um crescimento menor. É natural. No ângulo de visão de financistas, é claro que vai haver uma desaceleração forte, porque os juros estão subindo. A inflação subiu, de novo estamos fazendo a coisa certa. O importante não é a previsão. O importante é fazer a coisa certa. O resultado será o melhor possível. Quando previram que o Brasil ia cair 10 [%], eu apenas descredenciei a previsão de 10. Eu não disse quanto ia cair. Aí surgiu uma guerra de fatos. Eu acreditava em recuperação em V. Não disse em quanto tempo e aconteceu até mais rápido do que eu esperava. Em compensação, veio acompanhada do componente inflacionário”, disse, ao participar nessa sexta-feira (3) do Encontro Anual da Indústria Química.

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Em contrapartida ao efeito dos juros, Guedes conta com o avanço da taxa de investimentos, que vem registrando evolução e pode chegar em 2022 a 20% do Produto Interno Bruto (PIB). Para o ministro, o crescimento do Brasil é inevitável e o país está recuperando sua economia de forma sustentável. Segundo ele, a economia passa por uma fase de recuperação cíclica em forma de V, que é quando registra recuo seguido de ascensão, baseada em transferência de renda e agora passa para a etapa do aumento dos investimentos.

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“É um número importante. Estamos subindo a nossa taxa de investimentos”, afirmou.

Guedes acrescentou que não vai fazer projeções do crescimento do PIB para 2022 .

“Eu não estou prevendo quanto vai ser o crescimento do ano que vem. Eu estou tentando de novo colocar um certo ceticismo nessas previsões, que foram de queda de 10%, de depressão, de desemprego em massa. Estou tentando justamente inspirar uma volta à normalidade da economia brasileira e até transcender esse estado, questionando essas previsões do PIB e de crescimento zero. É verdade que a subida de juros para combater a inflação desacelera o crescimento, mas também é verdade que uma taxa de investimento de 20% do PIB é um sinal de bom crescimento à frente”, observou.

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