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Apps não-oficiais da Caixa têm mais de 5 milhões de downloads; saiba se proteger

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Apps não-oficiais da Caixa somam mais de 5 milhões de downloads
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Apps não-oficiais da Caixa somam mais de 5 milhões de downloads

O dfndr lab, laboratório de cibersegurança da PSafe, encontrou e analisou 49 aplicativos não oficiais do Caixa Tem e do Auxílio Emergencial , disponibilizados para download na loja oficial de aplicativos Android. Após a verificação, a equipe notou que todos apps analisados tinham finalidade informativa, contendo tutoriais para o cadastro no auxílio ou instruções sobre como os interessados podem verificar se estão com nome sujo.

Apps não-oficiais da Caixa Tem e Auxílio Emergencial já aparecem antes mesmo que os apps oficiais, na busca das lojas de aplicativos Android.

O diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, no entanto, alerta sobre o risco de baixar aplicativos não-oficiais, especialmente de fontes desconhecidas. “É uma prática comum dos cibercriminosos criar aplicativos que usem indevidamente os nomes de outros serviços para atrair o público”, conta. Ao baixar o aplicativo não oficial, a pessoa pode ser induzida a inserir seus dados pessoais para obter informações que deseja. Por essa razão, esses apps são classificados como riskwares, ou seja, um aplicativo que representa risco. “Apesar de, no momento, esses apps não apresentarem comportamento malicioso, há chances de terem suas características modificadas através de uma atualização e apresentar riscos para os dados dos usuários”, explica o especialista.

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Até o momento, os apps não oficiais já somam mais de 5.224.900 downloads.

Para saber como se proteger e como identificar um app-não oficial, confira o post completo , que apareceu primeiro em 1Bilhão Educação Financeira .

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Mercado financeiro aumenta previsão para a Selic

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O mercado financeiro espera que a taxa básica de juros, a Selic, suba 0,75 ponto percentual para 4,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), marcada para esta terça e quarta-feira (16), em Brasília. A expectativa está no boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Atualmente, a Selic está em 3,5% ao ano, após a segunda alta consecutiva, devido à alta da inflação no país.

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic termine 2021 em 6,25% ao ano. A previsão da semana passada estava em 5,75% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a estimativa é de que a taxa básica encerre estes períodos em 6,5% ao ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Inflação

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,44% para 5,82%, na 10ª alta consecutiva.

A estimativa para 2021 supera o limite da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Para 2022, a estimativa de inflação foi ajustada de 3,70% para 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%.

Economia

A previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 4,36% para 4,85%.

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Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB passou de 2,31% para 2,20%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

Câmbio

A expectativa para a cotação do dólar caiu de R$ 5,30 para R$ 5,18 para o final deste ano e de R$ 5,30 para R$ 5,20 no fim de 2022.

Edição: Kleber Sampaio

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