Momento Economia

Ásia vai na carona e fica no vermelho

Publicados

em

source
Ásia vai na carona e fica no vermelho
Ivonete Dainese

Ásia vai na carona e fica no vermelho

Os mercados da Ásia ficaram negativos, ou seja, na carona com os demais resultados do dia anterior. A cautela global ocorre com a probabilidade de estagflação.

As ações de tecnologia foram as mais impactadas, depois que os índices de Wall Street despencaram ontem. O maior peso ficou com o Nasdaq, que perdeu mais de 4%. O setor também derrubou a bolsa de Hong Kong, com Alibaba e Tencent.

Na China persiste a atenção com os casos de Covid-19, embora com algumas regiões registrando números menores. Com isso, Pequim permitiu a abertura em diversas cidades chinesas.

No Japão, o Ministério de Finanças mostrou que as exportações subiram 12,5% em abril (comparativo com o ano anterior) e ficaram abaixo de março de 14,7% de março. As importações subiram 28,2% no ano até abril.

As importações atingiram 8,9 trilhões de ienes (US$ 69,27 bilhões), acima das exportações no valor de 8 trilhões de ienes. O déficit comercial foi de 839,2 bilhões de ienes por nove meses consecutivos.

Leia Também:  Angra 1 realiza parada para reabastecimento de combustível

Índices Asiáticos:

O índice Xangai ficou em alta de 0,36% aos 3.096 e o Shenzhen Composite subiu 0,58% a 1.952.

O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,89% aos 26.402 e o Topix ficou em queda de 1,31% aos 1.860.

O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,07% aos 3.190.

O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 1,28% aos 2.592.

O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em queda de 2,61% aos 52.792.

O Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 1,70% aos 16.020.

O Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 2,54% aos 20.120.

O índice regional de ações, MSCI Asia Pacific, fora o Japão, ficou em queda de 1,80%.

Se você gostou deste conteúdo e quer continuar por dentro do mundo dos investimentos, não se esqueça de clicar aqui

Entre no nosso grupo de trader

O post Ásia vai na carona e fica no vermelho apareceu primeiro em 1 Bilhão Educação Financeira .

Propaganda

Momento Economia

MP que autoriza exploração de urânio por empresas privadas é aprovada

Publicados

em

Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares
Divulgação/Eletrobras

Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares

O governo Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira uma medida provisória (MP) que libera a mineração de urânio para empresas privadas, por meio de parcerias com o setor público. Atualmente, a mineração de urânio no país é feita apenas pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

A Constituição Federal diz que compete exclusivamente à União “explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados”.

Por isso, as atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de minérios nucleares e derivados são exercidas exclusivamente pela INB. A empresa atua em toda cadeia produtiva: da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica para as usinas nucleares brasileiras.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia . Siga também o  perfil geral do Portal iG

A MP permite que sejam feitos novos modelos de associação entre a INB e empresas privadas para exploração de jazidas de minérios nucleares e também a produção, a conversão e o enriquecimento do material.

O texto publicado nesta sexta-feira permite que a INB firme contratos com companhias para a exploração de urânio em todos os níveis da cadeia e remunere essas empresas com o percentual do valor arrecadado na comercialização do produto da lavra; com o direito de comercialização do minério associado; com o direito de compra do produto da lavra com exportação previamente autorizada; ou outros arranjos definidos em contrato.

Leia Também:  BNDES vai leiloar antiga sede em Brasília por R$ 112 milhões

“Com a atualização da legislação, espera-se que a INB, em parceria com o setor privado, aumente investimentos em pesquisa e lavra e a capacidade de produção nacional de urânio”, informou em nota o Ministério de Minas e Energia.

Atualmente, quando o titular de autorização para pesquisa ou de concessão de lavra encontra elementos nucleares associados a uma substância mineral, ele é obrigado a comunicar à Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), à Agência Nacional de Mineração (ANM) e à INB. Caso os elementos nucleares tenham valor econômico superior a outra substância mineral, toda a jazida é incluída no monopólio estatal e o titular perde a autorização de pesquisa ou concessão de lavra. Com a edição da MP, independentemente do valor econômico dos elementos nucleares presentes numa jazida mineral, será possível parcerias entre o minerador e a INB, para o aproveitamento de todos os recursos minerais presentes na jazida.

A MP autoriza ainda que a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBpar) passe a ser controladora da INB. A ENBpar foi criada para controlar as usinas nucleares de Angra e a hidrelétrica de Itaipu, antes pertencentes a Eletrobras e que não podem ser privatizadas.

“Com responsabilidade socioambiental, a MP busca atrair capital privado e desonerar o contribuinte, gerando emprego e renda para a população e consolidando o Brasil como um porto seguro para investimentos”, afirma o MME.

Leia Também:  Inflação argentina registra aumento 7,4%  e ultrapassa Venezuela

O Brasil é dono da sétima maior reserva de urânio no mundo, segundo a INB. São 309.000 toneladas do minério distribuídas entre os estados da Bahia, Ceará, Paraná e Minas Gerais. Porém, o governo estima que as reservas brasileiras sejam ainda maiores, já que menos de um terço do território nacional foi alvo de pesquisas em busca do minério.

Embora estando entre as dez maiores reservas de urânio do mundo, Brasil vem importando tudo o que consome de países como Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Reino Unido. Outros países com grandes reservas são Austrália, Canadá e Rússia.

No Brasil, a exploração desse mineral ocorria na mina de Caetité, na Bahia, a mais de 600 quilômetros de Salvador. A produção nacional parou em 2015 e voltou em 2020. Agora, a INB tenta buscar recursos para voltar a explorar o minério em novas minas na região e em outras áreas.

O urânio é matéria-prima, principalmente, para a geração da energia nuclear. Ele passa por um processo químico, gerando um pó amarelo (chamado de yellow cake), que posteriormente é enriquecido para permitir a geração de energia elétrica nas usinas nucleares. No Brasil, há duas usinas desse tipo em operação: Angra 1 e 2. O governo também tenta concluir Angra 3, em construção há décadas. A Constituição também determina que a energia do urânio só pode ser usada no país para fins pacíficos. Além da produção de eletricidade, a energia nuclear vem sendo utilizada em outras áreas: na medicina, no meio ambiente, na engenharia, na produção de radiofármacos e na agricultura.

Fonte: IG ECONOMIA

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI