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Auxílio emergencial: 6ª parcela começa a ser paga nesta sexta; confira

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O dinheiro será liberado para aqueles que têm NIS encerrado em 1
Sophia Bernardes

O dinheiro será liberado para aqueles que têm NIS encerrado em 1

A partir de hoje (17), começa a ser paga a 6ª parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro será liberado para aqueles que têm NIS encerrado em 1.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. O saque pode ser feito nas agências da Caixa, lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Os pagamentos do Bolsa Família referentes a setembro serão feito até o dia 30, para um grupo por dia. Os últimos a sacar serão os que têm NIS de final 0. Confira as datas abaixo.

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Vale destacar que os beneficiários do programa social têm direito ao pagamento de maior valor: o auxílio emergencial ou o benefício anterior, o que for mais vantajoso.

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A ideia do governo é que, com o fim dos pagamentos do auxílio emergencial 2021, em outubro, as famílias passem a receber o novo Bolsa Família, batizado de Auxílio Brasil, a partir de novembro. Os novos valores, porém, ainda não foram confirmados.

Veja o calendário

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Risco de investimentos aumentou após polêmica sobre teto de gastos, diz Moody’s

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Moody's diz ser arriscado investir no Brasil
Reprodução: iG Minas Gerais

Moody’s diz ser arriscado investir no Brasil

A agência de classificação de risco Moody’s avalia que aumentou a percepção de risco fiscal do país nas últimas semanas, com as mudanças promovidas pelo governo para acomodar os gastos com o programa Auxílio Brasil. A Moody’s vai acompanhar se trata-se de um evento extraordinário ou se a dinâmica de rompimento do teto se tornará recorrente com pressões políticas por mais gastos sociais, o que poderia mudar a classificação de risco de crédito do país. O Brasil tem nota de crédito “Ba2”, duas abaixo do grau de investimento, e a perspectiva é “estável” para o rating.

“Mudou a dinâmica fiscal. Estamos vendo pressão política por mais gastos sociais e as eleições acontecem no próximo ano.Vamos observar se essa dinâmica de aumento de gastos sociais vai durar um ano ou será recorrente. Por enquanto não vemos piora do déficit nos próximos 12 a 18 meses. Nossa expectativa é de estabilidade do déficit em algo próximo de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) com aumento de arrecadação”, disse Samar Maziad, vice-presidente e analista sênior de risco soberano da Moody’s durante evento virtual promovido pela agência.

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Segundo ela, a Moody’s também vai acompanhar os desdobramentos da eleição presidencial e eventuais mudanças na consolidação da política fiscal do país, que podem ter impacto negativo sobre o rating. Além da consolidação fiscal, o Brasil também precisa andar com as reformas estruturais para acelerar o crescimento. A Moody’s ainda prevê um crescimento de 2% para o Brasil no próximo ano, embora as projeções do mercado apontem 1,4%, segundo o boletim Focus.

A analista sênior da Moody’s afirmou que a decisão do governo brasileiro de adiar o pagamento de precatórios (títulos em que o governo reconhece a decisão judicial de que tem uma dívida com uma pessoa juridica ou física) para abrir espaço fiscal para pagamento do Auxílio Brasil não é avaliada pela Moody’s como um calote. Segundo a analista da Moody’s, trata-se de uma decisão diferente de quando uma empresa deixa de pagar os bônus a seus investidores.

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O economista-chefe do BTG, Mansueto Neto, ex-secretário do Tesouro da equipe do ministro Paulo Guedes, que também participou do evento da Moody’s, afirmou que o próximo presidente deve continuar a consolidação da política fiscal. Mansueto afirmou que o mercado ainda tem dúvidas se os gastos extras com o Auxílio Brasil, de cerca de R$ 30 bilhões, serão por um ano ou se a mudança da dinâmica fiscal será utilizada para mais gastos em 2022.

“Isso tira a credibilidade da política fiscal. O Brasil não tem espaço fiscal para aumentar seus gastos. Por isso, os candidatos à presidente na próxima eleição devem entender que é preciso continuar a consolidação fiscal. Precisamos voltar a ter superávit e o país precisa voltar a crescer mais do que 1,5%, como aconteceu entre 2017 e 2019”, disse Mansueto.

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