Momento Economia

Auxílio emergencial: Caixa paga dois novos grupos nesta terça-feira; confira

Publicados

em


source
Auxílio emergencial: Caixa paga dois novos grupos nesta terça-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Auxílio emergencial: Caixa paga dois novos grupos nesta terça-feira

Caixa Econômica Federal  paga, nesta terça-feira (dia 27), a quarta parcela do  auxílio emergencial 2021 para os beneficiários do Bolsa família  com Número de Identificação Social (NIS) de final 7 . O benefício pode ser retirado em agências do banco ou em casas lotéricas.

Os valores do auxílio emergencial 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

Vale lembrar que os participantes do programa de transferência de renda têm direito ao pagamento de maior valor: o auxílio emergencial ou o benefício social anterior.

Também nesta terça-feira, a Caixa deposita a quarta parcela do auxílio para os trabalhadores sem Bolsa Família nascidos em setembro. Mas o dinheiro somente estará liberado para retirada em 13 de agosto.

Leia Também:  Pix noturno com limite de R$ 1 mil valerá a partir de 4 de outubro

Até lá, o benefício para este grupo poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, para o pagamento de boletos (como contas de água, luz, gás e telefone) e de compras feitas em farmácias, supermercados e lojas (via cartão virtual gerado na hora ou QR Code).

Calendário de julho do Bolsa Família

  • NIS de final 1 – 19 de julho
  • NIS de final 2 – 20 de julho
  • NIS de final 3 – 21 de julho
  • NIS de final 4 – 22 de julho
  • NIS de final 5 – 23 de julho
  • NIS de final 6 – 26 de julho
  • NIS de final 7 – 27 de julho
  • NIS de final 8 – 28 de julho
  • NIS de final 9 – 29 de julho
  • NIS de final 0 – 30 de julho

Calendário para trabalhadores sem Bolsa Família

Depósito em conta

  • Nascidos em janeiro – 17 de julho
  • Nascidos em fevereiro – 18 de julho
  • Nascidos em março – 20 de julho
  • Nascidos em abril – 21 de julho
  • Nascidos em maio – 22 de julho
  • Nascidos em junho – 23 de julho
  • Nascidos em julho – 24 de julho
  • Nascidos em agosto – 25 de julho
  • Nascidos em setembro – 27 de julho
  • Nascidos em outubro – 28 de julho
  • Nascidos em novembro – 29 de julho
  • Nascidos em dezembro – 30 de julho
Leia Também:  Reino Unido nega que tenha pedido 'acordo emergencial' a Bolsonaro

Saque em dinheiro

  • Nascidos em janeiro – 2 de agosto
  • Nascidos em fevereiro – 3 de agosto
  • Nascidos em março – 4 de agosto
  • Nascidos em abril – 5 de agosto
  • Nascidos em maio – 9 de agosto
  • Nascidos em junho – 10 de agosto
  • Nascidos em julho – 11 de agosto
  • Nascidos em agosto – 12 de agosto
  • Nascidos em setembro – 13 de agosto
  • Nascidos em outubro – 16 de agosto
  • Nascidos em novembro – 17 de agosto
  • Nascidos em dezembro – 18 de agosto

Propaganda

Momento Economia

Petrobras para usina com risco de “falha catastrófica” e ignora pressão do ONS

Publicados

em


source
Petrobras desliga usina mesmo após pressão
Divulgação/Petrobras

Petrobras desliga usina mesmo após pressão

O Operador Nacional do Sistema (ONS) pressionou a Petrobras a manter um usina termoelétrica ligada mesmo sabendo que a mesma precisava de manutenção. A estatal, porém, alegou a possibilidade de uma “falha catastrófica” na estrutura da unidade e desligou a usina. As informações aparecem em comunicados trocados entre Petrobras, ONS e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), obtidos pelo Estadão.

O ONS determina o que será gerado em cada usina do Brasil e, por conta dos baixos níveis nos reservatórios das hidrelétricas, o órgão tem exigido que usinas de geração términa funcionem em capacidade máxima.

Entenda o caso

Entre os dias 3 e 5 de setembro, a Petrobras havia comunicado o ONS que teria que paralisar as operações na usina de Três Lagos (MS) para fazer uma manutenção importante na estrutura. O serviço foi agendado para o final de semana, quando o consumo elétrico é menor, e o aviso foi feito com duas semanas de antecedência. 

Embora essa seja uma operação de rotina, o ONS rejeitou o pedido três dias antes da paralisação agendada, de acordo com os documentos obtidos pelo Estadão. Sem espaços para justificativas da estatal, o Operador disse que “em função do cenário energético, com cargas elevadas e alto despacho térmico”, era preciso manter a “máxima disponibilidade de unidades geradoras”. O ONS disse que a manutenção deveria ocorrer no feriado, entre 5 e 7 de setembro.

Leia Também:  Luiza Trajano diz que retomada econômica só foi possível com avanço da vacinação

A Petrobras, então, insistiu que a programação fosse mantida, porque “já não havia tempo hábil para reprogramar a atividade e que essa postergação de data ia contra as recomendações dos especialistas e do fabricante”. O ONS rejeitou as alegações mais uma vez e, por e-mail, ordenou que a parada fosse adiada, reiterando o cenário nacional de crise energética.

A Petrobras, então, ignorou o pedido do ONS e avisou o órgão. “Diante das recomendações do fabricante (dos equipamentos da usina) e da equipe de engenharia e, ainda, frente ao risco de falha catastrófica desta turbina, a Petrobras necessitou prosseguir com a parada emergencial”, diz comunicado enviado pela empresa. O laudo da manutenção foi encaminhado tanto para ONS quanto para Aneel.

“A Petrobras tenta, sempre que possível, coordenar as intervenções de maneira programada, inclusive enviando notas técnicas explicando a criticidade dos serviços a serem executados, quando necessário, mas existem situações emergenciais com risco para o equipamento ou instalações”, declarou a empresa ao ONS e à Aneel.

Em entrevista ao Estadão, o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, diz que a estrutura das usinas térmicas correm risco, já que não foram desenvolvidas para operar o tempo todo.

“É uma situação delicada e de risco. O governo está forçando as estruturas, adiando datas ou encurtando paradas, justamente por causa da crise hídrica. Essa situação com a Petrobras é um reflexo dessa crise. A ordem é empurrar com a barriga até onde for possível para preservar água nos reservatórios”, diz Castro.

Depois da recusa da Petrobras em obedecer o ONS, a estatal foi questionada pela Aneel. “Infelizmente, na presente situação, houve necessidade técnica e urgente de parar a unidade”, diz parte da resposta da empresa.

Ao Estadão, o ONS disse que “como uma das ações para o enfrentamento da escassez hídrica solicitou, em julho deste ano, a todas as usinas geradoras que adiassem suas manutenções a fim de aumentar a disponibilidade de geração”. De acordo com o órgão, “cabe ao agente avaliar a viabilidade técnica e operacional de acatar a solicitação ou não”.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA