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Auxílio emergencial: Caixa paga nova rodada do benefício nesta segunda-feira

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Auxílio emergencial: Caixa paga nova rodada do benefício nesta segunda-feira
Sophia Bernardes

Auxílio emergencial: Caixa paga nova rodada do benefício nesta segunda-feira

Caixa Econômica Federal encerra, nesta semana, os pagamentos da quarta parcela do auxílio emergencial 2021 para os beneficiários do Bolsa Família . A quantia poderá ser retirada em dinheiro, nas agências do banco ou em casas lotéricas. De terça (dia 27) até sexta-feira (dia 30), a instituição financeira também vai depositar os benefícios dos trabalhadores nascidos de setembro a dezembro, mas ainda sem a possibilidade de saque (veja abaixo).

Os valores do auxílio emergencial 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

No caso dos que terão agora apenas o crédito em conta poupança social digital, as retiradas serão liberadas em agosto. Até lá, esses trabalhadores poderão movimentar os recursos por meio do aplicativo Caixa Tem, para pagamentos de boletos (como contas de água, luz, gás e telefone) e de compras feitas em farmácias, supermercados e lojas (via cartão virtual gerado na hora ou QR Code).

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Esses trabalhadores sem Bolsa Família se inscreveram para ter o benefício ainda em 2020. São informais, desempregados, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e inscritos no CadÚnico sem direito ao programa social de distribuição de renda.

Os cadastros foram feitos pelo aplicativo, pelo site da Caixa ou pelos Correios. Esses beneficiários ainda são considerados elegíveis ao pagamento neste ano.

CONFIRA O QUE AINDA FALTA PAGAR

Calendário de julho do Bolsa Família

Depósito e saque

  • NIS de final 6 – 26 de julho
  • NIS de final 7 – 27 de julho
  • NIS de final 8 – 28 de julho
  • NIS de final 9 – 29 de julho
  • NIS de final 0 – 30 de julho

Calendário para os trabalhadores sem Bolsa Família

Depósito

  • Nascidos em setembro – 27 de julho
  • Nascidos em outubro – 28 de julho
  • Nascidos em novembro – 29 de julho
  • Nascidos em dezembro – 30 de julho
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Saque

  • Nascidos em setembro – 13 de agosto
  • Nascidos em outubro – 16 de agosto
  • Nascidos em novembro – 17 de agosto
  • Nascidos em dezembro – 18 de agosto

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Petrobras para usina com risco de “falha catastrófica” e ignora pressão do ONS

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Petrobras desliga usina mesmo após pressão
Divulgação/Petrobras

Petrobras desliga usina mesmo após pressão

O Operador Nacional do Sistema (ONS) pressionou a Petrobras a manter um usina termoelétrica ligada mesmo sabendo que a mesma precisava de manutenção. A estatal, porém, alegou a possibilidade de uma “falha catastrófica” na estrutura da unidade e desligou a usina. As informações aparecem em comunicados trocados entre Petrobras, ONS e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), obtidos pelo Estadão.

O ONS determina o que será gerado em cada usina do Brasil e, por conta dos baixos níveis nos reservatórios das hidrelétricas, o órgão tem exigido que usinas de geração términa funcionem em capacidade máxima.

Entenda o caso

Entre os dias 3 e 5 de setembro, a Petrobras havia comunicado o ONS que teria que paralisar as operações na usina de Três Lagos (MS) para fazer uma manutenção importante na estrutura. O serviço foi agendado para o final de semana, quando o consumo elétrico é menor, e o aviso foi feito com duas semanas de antecedência. 

Embora essa seja uma operação de rotina, o ONS rejeitou o pedido três dias antes da paralisação agendada, de acordo com os documentos obtidos pelo Estadão. Sem espaços para justificativas da estatal, o Operador disse que “em função do cenário energético, com cargas elevadas e alto despacho térmico”, era preciso manter a “máxima disponibilidade de unidades geradoras”. O ONS disse que a manutenção deveria ocorrer no feriado, entre 5 e 7 de setembro.

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A Petrobras, então, insistiu que a programação fosse mantida, porque “já não havia tempo hábil para reprogramar a atividade e que essa postergação de data ia contra as recomendações dos especialistas e do fabricante”. O ONS rejeitou as alegações mais uma vez e, por e-mail, ordenou que a parada fosse adiada, reiterando o cenário nacional de crise energética.

A Petrobras, então, ignorou o pedido do ONS e avisou o órgão. “Diante das recomendações do fabricante (dos equipamentos da usina) e da equipe de engenharia e, ainda, frente ao risco de falha catastrófica desta turbina, a Petrobras necessitou prosseguir com a parada emergencial”, diz comunicado enviado pela empresa. O laudo da manutenção foi encaminhado tanto para ONS quanto para Aneel.

“A Petrobras tenta, sempre que possível, coordenar as intervenções de maneira programada, inclusive enviando notas técnicas explicando a criticidade dos serviços a serem executados, quando necessário, mas existem situações emergenciais com risco para o equipamento ou instalações”, declarou a empresa ao ONS e à Aneel.

Em entrevista ao Estadão, o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, diz que a estrutura das usinas térmicas correm risco, já que não foram desenvolvidas para operar o tempo todo.

“É uma situação delicada e de risco. O governo está forçando as estruturas, adiando datas ou encurtando paradas, justamente por causa da crise hídrica. Essa situação com a Petrobras é um reflexo dessa crise. A ordem é empurrar com a barriga até onde for possível para preservar água nos reservatórios”, diz Castro.

Depois da recusa da Petrobras em obedecer o ONS, a estatal foi questionada pela Aneel. “Infelizmente, na presente situação, houve necessidade técnica e urgente de parar a unidade”, diz parte da resposta da empresa.

Ao Estadão, o ONS disse que “como uma das ações para o enfrentamento da escassez hídrica solicitou, em julho deste ano, a todas as usinas geradoras que adiassem suas manutenções a fim de aumentar a disponibilidade de geração”. De acordo com o órgão, “cabe ao agente avaliar a viabilidade técnica e operacional de acatar a solicitação ou não”.

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