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Auxílio emergencial volta a ser pago na terça; veja o calendário da 6ª parcela

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6ª parcela do Auxílio começa a ser paga na terça
Sophia Bernardes

6ª parcela do Auxílio começa a ser paga na terça

O primeiro depósito digital da 6ª parcela do auxílio emergencial , que equivale ao ciclo 6 dos pagamentos da assistência disponibilizada pelo governo federal por causa da pandemia de Covid-19, desde abril de 2020, será feito pela Caixa Econômica Federal na terça-feira (21), para os inscritos nascidos em janeiro. Alguns beneficiários do Bolsa Família podem receber o auxílio por corresponder a um valor maior. Essas pessoas já começaram a receber a quantia na sexta-feira (17). 

É importante destacar que os pagamentos são separados em duas datas: de depósitos e de saques. O saque do 6º ciclo estará disponível a partir do dia 4 de outubro.

A 7ª parcela do benefício, que ao que tudo indica será a última, começará a ser paga no dia 20 de outubro para o público geral, e no e 18 de outubro para os inscritos no Bolsa Família. O programa do auxílio emergencial será encerrado em 31 do mesmo mês, com o fim do ciclo 7. Os saques finais serão liberados em 1 de novembro.

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Confira os calendários da 6ª parcela do Auxílio para o Público Geral

Depósitos:

21/09 – Nascidos em Janeiro

22/09 – Fevereiro

23/09 – Março

24/09 – Abril

25/09 – Maio

26/09 – Junho

28/09 – Julho

29/09 – Agosto

30/09 – Setembro

1º/10 – Outubro

2/10 – Novembro

3/10 – Dezembro.

Saques:

4/10 – Nascidos em Janeiro

5/10 – Fevereiro e Março

6/10 – Abril 

8/10 – Maio

11/10 – Junho 

13/10 – Julho

14/10 – Agosto

15/10 – Setembro

18/10 – Outubro

19/10 – Novembro e Dezembro.

Beneficiários do Bolsa Família:

17/09 – Final NIS 1

20/09 – NIS 2

21/09 – NIS 3

22/09 – NIS 4

23/09 – NIS 5

24/09 – NIS 6

27/09 – NIS 7

28/09 – NIS 8

29/09 – NIS 9

30/09 – NIS 0.

Confira os calendários da 7ª parcela do Auxílio para o Público Geral

Depósitos:

20/10 – Nascidos em Janeiro 

21/10 – Fevereiro 

22/10 – Março 

23/10 – Abril e Maio 

26/10 – Junho

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27/10 – Julho

28/10 – Agosto

29/10 – Setembro

30/10 – Outubro e Novembro 

31/10 – Dezembro.

Saques:

1º/11 – Janeiro 

3/11 – Fevereiro 

4/11 – Março

5/11 – Abril 

9/11 – Maio 

10/11 – Junho

11/11 – Julho

12/11 – Agosto

16/11 – Setembro

17/11 – Outubro 

18/11 – Novembro 

19/11 – Dezembro.

7ª parcela para beneficiários do Bolsa Família:

18/10 – Final NIS 1

19/10 – NIS 2

20/10 – NIS 3

21/10 – NIS 4

22/10 – NIS 5

25/10 – NIS 6

26/10 – NIS 7

27/10 – NIS 8

28/10 – NIS 9

29/10 – NIS 0.

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BC minimiza contato entre Campos Neto e André Esteves: ‘Prática no mundo todo’

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André Esteves diz ter recebido ligação de Campos Neto para opinar sobre taxa de juros
Summit Êxito Empreendedorismo/Divulgação

André Esteves diz ter recebido ligação de Campos Neto para opinar sobre taxa de juros

Depois de vazar uma palestra em que o dono do BTG, André Esteves, disse que o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto ligou para ele para conversar sobre política monetária, o BC divulgou em nota que a conversa entre a autarquia e agentes de mercado é “prática” no mundo todo.

Segundo a nota, o contato entre membros da diretoria do BC e executivos de mercados regulados e não-regulados é necessário para monitorar “temas prudenciais”.

“Como é da prática de bancos centrais e de autoridades de supervisão no mundo, os membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil mantêm contatos institucionais periódicos com executivos de mercados regulados e não-regulados para monitorar temas prudenciais que possam ameaçar a estabilidade do sistema financeiro e/ou para colher visões sobre a conjuntura econômica”, diz a nota.

No áudio publicado pelo site Brasil 247, Esteves relata que recebeu uma ligação de Campos Neto para discutir qual seria o “lower bound” dos juros. O lower bound é um conceito econômico que descreve a menor taxa de juros possível em uma economia. No ano passado, o BC levou a Selic para 2%, a mínima histórica.

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“Eu me lembro que os juros estavam em 3,5% e o Roberto (Campos Neto) me ligou pra perguntar: André, o que você tá achando? Onde você acha que tá o lower bound? Olha, Roberto, eu não sei onde que tá, mas eu to vendo pelo retrovisor, porque a gente passou por ele. Acho que em algum momento a gente se achou inglês demais e levamos esse juros para 2%”, disse o banqueiro.

No BC, a visão é que a conversa era mais em nível de teoria econômica e não sobre alguma decisão específica do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre juros.

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Segundo a nota do Banco Central, os contatos entre a instituição e o mercado seguem normas legais de conduta.

“Esses contatos incluem dirigentes de instituições financeiras ou de pagamento e seguem rígidas normas legais e de conduta, com destaque para os períodos de silêncio e as regras de exposição pública”, apontou em nota.

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No áudio, Esteves ainda comenta que chegar com a taxa básica de juros em 2% era um pouco exagerado. Segundo ele, um patamar de 4% ou 5% já estava suficiente.

“Tivemos várias conquistas, talvez 4% ou 5%, mas 2% é meio exagerado. Agora, política monetária é uma mola. quando vai demais para um lado e solta ele vai demais para o outro lado, vamos ter que subir os juros até uns 9%, 10%. Semana que vem tem Copom, acho que Banco Central vai acelerar o ritmo de alta de juros”, disse.

Na mesma palestra dada em um evento da companhia, Esteves disse que tinha acabado de receber uma ligação do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) para conversar sobre a debandada no Ministério da Economia.

“O secretário do Tesouro (Jefferson Bittencourt) acabou de renunciar com mais três outros, tem mais quatro ameaçando e eu atrasei um pouquinho porque o presidente da Câmara me ligou para perguntar o que eu achava”,  falou.

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