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Auxílio tem nova proposta que prevê parcelas de R$ 400 até fim de 2022

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Paulo Guedes e Jair Bolsonaro
MARCOS CORRÊA/ PR

Paulo Guedes e Jair Bolsonaro

O governo federal estuda complementar o Auxílio Brasil, o novo Bolsa Família, com mais duas parcelas, uma dentro e outra fora do teto de gastos. O estudo é feito pensando no fim do auxílio emergencial,  que já está tendo a última parcela paga.

De acordo com apuração do Estadão/Broadcast, essa possibilidade elevaria o Auxílio Brasil para, em média, R$ 400 durante todo o ano de 2022, quando o presidente Jair Bolsonaro tentará se reeleger. Esta é uma das várias opções que estão sendo estudadas. Na segunda-feira (18),  Bolsonaro chegou a falar na prorrogação do próprio auxílio emergencial.

Pagamento fora do teto de gastos

De acordo com o Estadão/Broadcast, a equipe do Ministério da Economia tenta frear qualquer possibilidade de benefício que ultrapasse o teto de gastos, mas a ala política do governo quer enfraquecer o ministro Paulo Guedes.

Desde sábado, se intensificaram as conversas no governo a respeito das políticas sociais. De acordo com apuração do Estadão/Broadcast, está ficando definido um auxílio temporário que será pago de forma complementar ao Auxílio Brasil.

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Como seria o auxílio dobrado

A alternativa seria, portanto, pagar o Auxílio Brasil no valor que cabe dentro do Orçamento. Com isso, a parcela seria de R$ 194,45, valor estimado em parecer de mérito elaborado pelo Ministério da Cidadania e obtido pelo Estadão/Broadcast por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Duas parcelas de auxílio temporário seriam adicionadas a esse valor, cada uma delas de R$ 100. O público atingido seria o mesmo do Auxílio Brasil, elevando o benefício a R$ 400 até o final de 2022.

Uma das parcelas de R$ 100 cabe no teto de gastos, fazendo o benefício chegar a R$ 300 a partir de novembro. A outra, que faz o auxílio chegar a R$ 400, seria paga fora do teto a partir de dezembro. De acordo com fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, o movimento do governo agora é para convencer Guedes, já que “apenas parte” do benefício ficaria fora do limite de despesas.

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Bolsonaro quer tirar Coaf do BC e destinar para ministério de aliado

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Ministro Anderson Torres poderá ser o responsável pelo Coaf
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Ministro Anderson Torres poderá ser o responsável pelo Coaf

O presidente Jair Bolsonaro (PL) estuda tirar o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Banco Central e passar para o controle do Ministério da Justiça. A informação é da jornalista Andréia Sadi, da TV Globo .

Segundo a colunista, Bolsonaro já teria conversado com aliados sobre o tema e pretendia enviar uma medida provisória ao Congresso Nacional nesta semana. No entanto, o presidente foi aconselhado a enviar um projeto de lei para realizar a transferência.

O Coaf tem a função de rastrear valores para evitar lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros. Foi a própria unidade de inteligência que descobriu uma movimentação suspeita nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República.

O conselho fazia parte do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas Bolsonaro decidiu passar o comando para o Ministério da Economia em 2019, medida que abriu uma crise entre o mandatário e o então ministro da Justiça, Sérgio Moro. Em 2020, no entanto, o Coaf passou a ser subordinado do Banco Central.

A mudança é vista nos bastidores como forma de manter o controle sobre as investigações do setor de inteligência. O atual ministro da Justiça, Anderson Torres, é aliado de Bolsonaro e poderá decidir como se andará as apurações do conselho.

Bolsonaro mesmo teria dito a assessores que o Coaf “persegue seus familiares e aliados”. O presidente se refere as investigações sobre o caso das rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro. No entanto, tanto o STJ quanto  o STF anularam as provas colhidas pelo órgão.

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