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Balança comercial tem déficit de US$ 1,3 bi em novembro

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A balança comercial registrou déficit de US$ 1,307 bilhão em novembro deste ano, o que significa que as importações superaram as exportações. De acordo com o Ministério da Economia, as exportações foram de US$ 20,296 bilhões enquanto as importações somaram US$ 21,603 bilhões no mês. O resultado representa o primeiro saldo negativo do ano.

No acumulado de janeiro a novembro de 2021, em comparação ao mesmo período do ano passado, as exportações cresceram 34,9% e somaram US$ 256,10 bilhões. Já as importações cresceram 39,7% e totalizaram US$ 198,91 bilhões. No ano, a balança teve superávit de US$ 57,19 bilhões, com crescimento de 20,5%.

Exportações 

Em novembro, a agropecuária teve crescimento de 16,5% e somou US$ 3,01 bilhões; a indústria extrativa teve alta de 14,8% e chegou a US$ 4,81 bilhões; e a indústria de transformação teve crescimento de 28,3% e alcançou US$ 12,34 bilhões. 

No acumulado do ano, na comparação com o ano anterior, os setores que apresentaram os maiores crescimentos na exportação foram agropecuária (20,7%), indústria extrativa (67,6%) e indústria de transformação (26,5%).

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Importações 

Nas importações do mês de novembro, o crescimento foi de 61,8% na agropecuária, que somou US$ 0,53 bilhões; de 248,3% na indústria extrativa, que registrou US$ 1,74 bilhões; e de 43,5% na indústria de transformação, que alcançou US$ 18,81 bilhões. 

No acumulado do ano, a agropecuária teve crescimento de 32,2% e somou US$ 4,89 bilhões; a indústria extrativa teve expansão de 91,1% e chegou a US$ 11,40 bilhões; e a indústria de transformação teve crescimento de 37% e alcançou US$ 179,44 bilhões.

Edição: Paula Laboissière

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Secretários e diretor pedem demissão do Ministério da Economia

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Secretários e diretor deixaram pasta para assumir cargos no governo, Legislativo e empresa privada
Reprodução: iG Minas Gerais

Secretários e diretor deixaram pasta para assumir cargos no governo, Legislativo e empresa privada

O Ministério da Economia teve novas baixas nesta quarta-feira (19), com a publicação no Diário Oficial da União (DOU) da exoneração, a pedido, de dois secretários e de um diretor.

Deixam seus cargos Cristiano Rocha Heckert, que comandava a Secretaria de Gestão, vinculado à Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital; Gustavo José de Guimarães e Souza, que estava à frente da Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria, subordinada à a Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento e Mauro Sérgio Bogea Soares, que era Diretor de Programa da Receita Federal.

As saídas desta quarta-feira, no entanto, não foram motivadas por insatisfações sobre a gestão da política econômica, de acordo com integrantes do Ministério da Economia. Além de serem cargos intermediários, eles saem para outros cargos no governo ou para a iniciativa privada.

O Ministério da Economia informou que Heckert deixou o cargo para assumir como diretor-presidente da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe). Guimarães ocupará uma função no Legislativo e já tem um substituto definido: Fernando Sertã Meressi, que atuava como subsecretário de planejamento governamental.

Desde o início do governo, o Ministério da Economia já teve ao menos 14 baixas nos principais cargos, como secretários especiais e presidentes de bancos públicos.

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