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Banco Mundial analisa qualidade do ambiente de negócios nos estados brasileiros

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Estudo do Banco Mundial analisa a qualidade do ambiente de negócios nos estados brasileiros
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Estudo do Banco Mundial analisa a qualidade do ambiente de negócios nos estados brasileiros

As empresas brasileiras consomem, em média, 1.493 horas por ano para cumprir com suas obrigações tributárias, mais do que em qualquer outro país do mundo.

Da mesma forma, o desempenho do Brasil está abaixo de muitos outros países e regiões em outros aspectos que são fundamentais para a atividade empreendedora: abertura de empresas, obtenção de alvará de construção, registro de propriedades e execução de contratos. Esse é o diagnóstico do “Doing Business Subnacional Brasil 2021”, estudo realizado pelo Banco Mundial, a pedido do governo brasileiro, com apoio do Sebrae, da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O objetivo principal do documento, lançado nesta terça-feira (15), é diagnosticar as melhores práticas em termos comerciais e contribuir para o aprimoramento do ambiente de negócios do país.

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O estudo comparou os parâmetros das 27 unidades da Federação e avaliou a complexidade e demora dos processos que os empresários enfrentam no país.

Segundo o Banco Mundial, é mais desafiador abrir uma empresa, registrar uma propriedade, cumprir com as obrigações fiscais ou obter um alvará de construção na média dos estados brasileiros do que na maioria dos demais países da América Latina e Caribe e das economias de alta renda da OCDE.

Processos demorados e complexos são um grande desafio para os empreendedores, principalmente devido a níveis insuficientes de coordenação entre agências nacionais e locais. Além disso, o ambiente de negócios do Brasil apresenta forte variação em nível subnacional.

Confira a reportgem completa aqui

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Regulamentação sobre lavagem de dinheiro é regulamentada pelo BC

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A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada hoje (27) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

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A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social.

Edição: Aline Leal

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