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Banco Safra tem mais de 320 vagas para diversas áreas; confira

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Veja as vagas abertas no Banco Safra

O Banco Safra abriu mais de 320  vagas para contratar pessoal para diversas áreas. O banco diz estar em um momento de evolução nos negócios já existentes e de planejamento para novas ações e por isso precisa de profissionais.

Por volta de 200 vagas são destinadas ao programa Top Advisor, que tem inscrições abertas até o final do ano. Essas vagas são voltadas para profissionais sem experiência com o mercado financeiro, mas que tenham interesse em trabalhar nas áreas comerciais do Safra. O programa quer capacitar funcionários para segmentos de alta renda e os requisitos para a candidatura são ter formação superior completa e excelente comunicação oral e escrita.

Já outras 20 vagas são destinadas ao programa de treinamento Technee, voltado para pessoal de tecnologia. A formação técnica dura três anos, incluindo atuação nas principais áreas de tecnologia do Banco Safra. Os candidatos escolhidos terão acompanhamento de carreira com especialistas do Safra e tutoria com executivos.

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A área profissional de tecnologia tem 50 vagas abertas para engenheiros e desenvolvedores.

As outras  50 vagas são para o programa Top Business, para profissionais que querem iniciar a carreira de gerente comercial. A duração do contrato é de um ano: um semestre é para de formação com cursos de mercado financeiro, e outro semestre de atuação, com vivência comercial sob tutoria de especialistas.

O programa Top Business é para candidatos com ensino superior completo, experiência comercial em diferentes setores, habilidade para negociação e disponibilidade para trabalhar na capital paulista.

As inscrições para as vagas do Banco Safra podem ser feitas no site oficial  do banco.

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Condomínio atrasado? Projeto de lei limita a 10% os juros cobrados; entenda

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O texto hoje em vigor do Código Civil autoriza a cobrança de juros moratórios superiores a 1% ao mês, mas não estipula limite máximo para essa taxa

O Projeto de Lei 4349/20 cria uma nova regra, que interessa para quem está com o condomínio atrasado.  A lei pode limitar a  cobrança de juros moratórios sobre os condôminos inadimplentes a 10% ao mês. Esse percentual deverá ser definido em convenção. Se não houver essa definição, o percentual máximo será de 1% ao mês, como já estabelece o Código Civil. O texto hoje em vigor do Código Civil autoriza a cobrança de juros moratórios superiores a 1% ao mês, desde que convencionados, mas não estipula limite máximo para essa taxa.

O Código Civil também prevê multa de até 2% sobre o condomínio atrasado, percentual que é mantido pelo projeto. A proposta, no entanto, permite o aumento dessa multa para até 10% nos casos de inadimplência contumaz. A elevação do percentual precisará ser aprovada em assembleia por deliberação de 3/4 dos condôminos.

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O texto foi apresentado à Câmara dos Deputados pelo deputado Tiago Dimas (Solidariedade-TO). Ele pretende harmonizar a lei com decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que já corroborou a possibilidade de cobrança de juros moratórios em patamar superior a 1%, quando convencionados, e autorizou a cobrança em 10% ao mês.

Nos casos dos devedores contumazes, os condomínios podem se valer de outra regra do Código Civil que prevê o pagamento de multa pelos condôminos que reiteradamente não cumprem com seus deveres, até o quíntuplo do valor da taxa condominial, desde que aprovada em assembleia dos condôminos.

Uniformidade

Tiago Dimas observa que, atualmente, há confusão em relação ao arbitramento de juros por inadimplência da cota condominial. Ele relata que há juros maiores sendo pagos por devedores casuais do que por devedores contumazes, em muitos casos porque não há uniformidade nos limites do mandamento legal.

“A determinação dos juros não tem sido uniforme entre os condomínios residenciais: enquanto uns se detêm à cobrança dos juros residuais (1% ao mês), outros cobram juros convencionados de até 10% e ainda outros acima de 10%”, aponta Dimas.

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Segundo o parlamentar, além de conferir maior segurança jurídica e menor judicialização ao tema do condomínio atrasado, a proposta estabelecerá limites e dará margem para que cada condomínio arbitre juros e multas em suas convenções de forma mais adequada à sua própria taxa de inadimplência.

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