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Bancos não abrem no feriado de 7 de setembro; confira programação das agências

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Agências da Caixa abrem neste sábado por conta do auxílio e FGTS, mas ficam fechadas no feriado de 7 de setembro

Na próxima segunda-feira, 7 de setembro, feriado nacional que celebra a independência do Brasil, muitos serviços, como os bancos, são afetados e têm programação especial.

Os bancos , por exemplo, ficarão fechados no 7 de setembro. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências bancárias não funcionam em feriados oficiais, sejam eles municipais, estaduais ou federais.

Em todas as instituições financeiras, os serviços só serão retomados na terça-feira (8), nos horários habituais – que foram reduzidos em março por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) -, nos dias de semana e das 10h às 14h.

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Exceção é feita à Caixa Econômica Federal, que além de funcionar das 8h às 13h nos dias de semana , também abrirá neste sábado (5) por conta dos pagamentos do  auxílio emergencial e os saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) .

Ao todo, 770 agências da Caixa em todo o Brasil funcionarão neste sábado. No feriado de 7 de setembro , porém, os pagamentos do auxílio e do FGTS emergenciais serão interrompidos, segundo o banco, que também não abrirá.

Além das agências bancárias, serviços como os Correios, em todo o Brasil, e Detran e Poupatempo, em São Paulo, não funcionarão no feriado. 

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Auxílio: mulher pede os mil dólares na Justiça após fala de Bolsonaro

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Moradora do Rio reclama a diferença entre o valor que recebe, de R$ 2,4 mil, e os mil dólares que Bolsonaro citou na ONU, que equivalem a R$ 5,5 mil

Uma moradora do Rio de Janeiro foi à Justiça para receber os mil dólares de auxílio emergencial. Isso porque o presidente da República,  Jair Bolsonaro, disse em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) no início da semana que pagou cerca de  mil dólares de auxílio emergencial por pessoa. As informações sobre o caso foram obtidas pelo portal G1.

A beneficiária só ganhou R$ 2,4 mil do auxílio emergencial, em quatro parcelas de R$ 600. Já os mil dólares correspondem, na cotação atual do dólar, a aproximadamente R$ 5,5 mil. Ela pede a diferença à União.

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O discurso em que Bolsonaro disse que o auxílio emergencial é de mil dólares foi feito na terça-feira (22) na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU. Nesta semana, durante live em suas redes sociais,  Bolsonaro disse que arredondou o valor no discurso na ONU, e que o correto seria “US$ 960 ou 970”.

Mas, segundo a checagem do G1, o valor citado por Bolsonaro não corresponde à verdade. O beneficiário do auxílio recebeu, no máximo e somando as parcelas, R$ 4,2 mil, o equivalente a US$ 766.

As advogadas que representam a cliente, Leila Loureiro e Noemy Titan, dizem na petição que, na atual cotação do dólar, o valor total do auxílio que deveria ter sido recebido pela cliente é de R$ 5.540, se considerados os mil dólares.

“Dados os fatos acima, busca a presente pretensão o pagamento da diferença entre o valor recebido e o valor declarado pelo Presidente, de modo a materializar fielmente o benefício financeiro que foi destinado aos brasileiros, segundo expressamente proclamado pelo Chefe maior do estado”, argumentam as advogadas sobre o auxílio emergencial.

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As advogadas afirmam que o valor de  auxílio recebido teve “importantíssima relevância”, mas que não foi o suficiente para gastos como saúde, educação e moradia. Elas pedem ainda dano moral, totalizando a causa em R$ 9.420.

A juíza federal substituta, Angelina de Siqueira Costa, intimou a União Federal a prestar informações sobre o  auxílio em 10 dias. Caso não reconheça o pedido, a União deve apresentar contestação em até 30 dias.

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