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Bares e restaurantes poderão ocupar estacionamentos com mesas e cadeiras no Rio

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Eduardo Paes, prefeito do Rio, autorizou que bares e restaurantes ocupem estacionamentos com mesas e cadeiras
Agência Brasil

Eduardo Paes, prefeito do Rio, autorizou que bares e restaurantes ocupem estacionamentos com mesas e cadeiras

O prefeito Eduardo Paes decretou, nesta terça-feira (15), novas regras para a instalação de mesas e cadeiras por bares e restaurantes em lugares públicos no contexto da pandemia, com validade até o dia 31 de dezembro deste ano. Pelo decreto, estabelecimentos podem colocar assentos para clientes em vagas de estacionamento, desde que com autorização prévia da CET-Rio e respeitando as restrições de horário estipuladas pela prefeitura.

Nas quintas-feiras, as vagas de estacionamento podem ser ocupadas por mesas e cadeiras das 18h às 23h. Nas sextas e nas vésperas de feriado, das 18h às 2h da manhã. Nos sábados, das 16h às 2h e, nos domingos e feriados, do meio-dia às 23h.

A área ocupada deverá corresponder à testada do estabelecimento e ter uma distância de no mínimo 50 centímetros em relação às vagas adjacentes, a garagens próximas ou à via pública. As mesas e cadeiras não poderão obstruir bueiros ou tampas de poços. As vagas deverão ser completamente desocupadas no encerramento das atividades.

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O distanciamento de 1,5 metro entre as mesas , destinado à circulação de pessoas, deverá ser demarcado pelo estabelecimento, por placas e por fitas adesivas no chão . A norma reforça as medidas restritivas em vigor na cidade, que limitam cada conjunto de assentos a uma mesa e oito cadeiras. O novo decreto proíbe que usuários ou funcionários desfaçam a separação entre as mesas, ou unam mais de uma mesa num espaço reservado a uma só.

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Na área ocupada pelas mesas, também estão vedadas atividades que geram produção de ruídos em decibéis superiores ao limite da legislação vigente, assim como aglomerações e incômodos à vizinhança. Estão proibidos ainda música ao vivo ou qualquer outro tipo de apresentação artística, bem como a presença de equipamentos de preparação de comida, como churrasqueiras.

O decreto permite que as mesas e cadeiras nesses locais sejam cobertas, mas com estruturas circunscritas à área que ocupam.

A nova regra prevê ainda que as vagas sejam transformadas em áreas reservadas a entregadores , com equipamentos que lhes proporcionem “conforto e segurança”, como balizadores e guarda-sóis. Também nesse caso, a distância mínima em relação às vagas adjacentes é de 50 centímetros.

Embora as normas tenham vigência até o fim do ano, a prefeitura ressalta que elas observarão adicionalmente, “a qualquer tempo”, as restrições sanitárias que forem adotadas.

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Portal de publicações científicas da Embrapa é mais acessado pelos EUA

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui o quarto maior arquivo com informações científicas do país, com cerca de 104 mil itens de acesso aberto e gratuito. Chamado de Alice – abreviação para Acesso Livre à Informação Científica da Embrapa – esse portal de publicações registra 24,7 milhões de downloads desde 2011, ano em que foi criado.

A maior parte desses downloads (42%, o que corresponde a 10,3 milhões de arquivos baixados) é feita a partir dos Estados Unidos. Em segundo lugar, com 7,5 milhões de downloads (30,5% do total) está o Brasil. Segundo a Embrapa, há também números consideráveis de downloads desses arquivos a partir de usuários da Alemanha, China, Rússia e França, além do Reino Unido.

O interesse por essas publicações, cujo acesso é livre, é basicamente constituído por acadêmicos e cientistas. O acesso ao material pode ser feito por meio de um site disponibilizado na página da empresa.

“Os repositórios seguem um conceito de disponibilizar metadados [marcos ou pontos de referência] por protocolos padronizados, e esses metadados são replicados em vários sites”, disse o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, Marcos Cezar Visoli. Perguntado sobre o motivo de o ranking de downloads ser liderado pelos Estados Unidos, o pesquisador afirmou acredita que isso se deve, provavelmente, ao fato de haver “uma maior divulgação dos metadados do Alice em sites de origem norte-americana”.

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Portal de publicações

Além desse repositório voltado ao campo teórico, a Embrapa possui também um portal de publicações mais focadas no campo prático, útil a produtores rurais: o Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca-e), onde estão disponibilizadas publicações de conteúdo técnico produzidas pelos centros de pesquisa da instituição, como Séries Embrapa, cartilhas, livros, e os programas de rádio e de televisão Prosa Rural e Dia de Campo na TV. 

De acordo com a empresa, a linguagem utilizada no Infoteca-e é “adaptada a diversos públicos, como produtores rurais, extensionistas, técnicos agrícolas, estudantes e professores de escolas rurais”, de forma a contribuir para disseminar tecnologias e resultados gerados pela pesquisa agropecuária.”

Nele já foram feitos 35 milhões de downloads desde 2011, sendo 41,7% a partir do Brasil, e 39,5% dos Estados Unidos. “Apenas em 2020, foram baixadas quase 6,5 milhões de publicações e até a metade de 2021 já foram registrados 3 milhões de downloads e 2,5 milhões de consultas aos conteúdos digitais do repositório”, explicou a Embrapa.

Há, ao todo, nas bibliotecas da Embrapa, mais de 165 mil itens digitais. Boa parte deles, produções técnico-científicas acumuladas ao longo de vários anos. Na avaliação do supervisor de Gestão da Informação da Secretaria-Geral da instituição, Fábio Cordeiro, os arquivos são uma “forma democrática de dar acesso à população brasileira e mundial”.

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Segundo a Embrapa, a adoção de protocolos internacionais padronizados nos repositórios torna possível que esse material produzido integre também outras bases de dados internacionais, como é o caso da Agris, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), e da Agrosavia, da Colômbia.

Edição: Kleber Sampaio

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