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Bolsonaro diz que nota de R$ 200 foi criada por falta de papel e nega corrupção

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O Supremo Tribunal Federal questionou o Banco Central sobre a criação da cédula, já que o valor alto da nota pode facilitar crimes financeiros e lavagem de dinheiro; Bolsonaro disse, na live, que processo tem que ser arquivado

Em live na noite desta quinta-feira (3), o presidente Jair Bolsonaro disse que a nota de R$ 200 foi criada porque faltava papel-moeda, fazendo referência aos pagamentos do  auxílio emergencial. Bolsonaro negou a possibilidade de que a nota de valor alto foi criada para facilitar  corrupção e lavagem de dinheiro.

“Agora eu posso falar​, na época eu não podia: por que a nota de R$ 200? Muita gente criticando: ‘vai facilitar a corrupção, vai caber mais dinheiro na cueca do que nota de R$ 100 ou R$ 50, a lavagem de dinheiro’. A gente não tinha papel, pessoal. Por isso pagamento por cartão, o pagamento virtual”, disse o presidente em referência ao pagamento de  auxílio emergencial e benefícios à popupulação durante a crise da pandemia.

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Supremo Tribunal Federal questionou o Banco Central sobre a criação da cédula. O pedido foi protocolado pelos partidos PSB, Rede e Podemos, que alegaram que o valor alto da nota pode facilitar  crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Bolsonaro disse, na live, que o processo tem que ser arquivado.

“Temos uma interferência do Judiciário bastante forte nessa questão. Eu fui eleito para fazer certas coisas, a competência é minha. O Supremo tá analisando agora uma ação sobre as notas de R$ 200. Pela Constituição, compete a nós, ao Banco Central. Não tem que ser questionado. Tem que pegar e arquivar esse processo logo, não ficar tomando o tempo de gente no Supremo, atrapalhar gente do Banco Central”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro também admitiu não ter avisado a população sobre a falta de papel-moeda. “Ficamos quietos porque senão haveria uma corrida aos bancos”, afirmou.

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Governo já desembolsou R$ 197 bilhões em auxílio emergencial

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse nesta quinta-feira (17) que já foram transferidos R$ 197 bilhões em auxílio emergencial para 67,2 milhões de beneficiários do programa em todo o Brasil. Segundo ele, cerca de 45% dessas pessoas vivem nas regiões Norte e Nordeste do país. 

“Desses R$ 197 bilhões, R$ 68 bilhões foram para o Nordeste e R$ 21 bilhões para a Região Norte”, destacou, durante live semanal do presidente Jair Bolsonaro transmitida pelas redes sociais. Guimarães também lembrou que as primeiras cinco parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, foram pagas a 45 milhões de pessoas e que integrantes do Bolsa Família já começaram a receber a sexta parcela, num valor menor, de R$ 300, que corresponde ao auxílio residual. 

Decreto do presidente publicado esta semana no Diário Oficial da União detalha as regras para a concessão do auxílio residual. As parcelas serão pagas apenas a quem já têm o auxílio emergencial, ou seja, trabalhadores que não são beneficiários do programa não poderão solicitar o auxílio residual.  

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Instituído em abril para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou a ser pago com parcelas mensais de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família) a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas. A partir de hoje, o auxílio residual passa a ser pago em até quatro parcelas mensais. 

Volta às aulas

Ainda durante a live, Bolsonaro voltou a defender o retorno das aulas presenciais no país e disse que já acionou o ministro da Educação para tratar do assunto. “Hoje, até mandei mensagem para o ministro Milton [Ribeiro], da Educação, para que se volte as aulas no Brasil”, afirmou.

Ontem (16), durante audiência pública com deputados e senadores, Milton Ribeiro disse que, se dependesse dele, as aulas presenciais nas escolas de todo o país “voltariam amanhã”, mas que ainda há riscos sanitários. O ministro informou também que a pasta está elaborando um protocolo de biossegurança para a retomada do funcionamento das escolas, com foco na educação básica. 

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Edição: Paula Laboissière

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